Arquivo | julho, 2011

Hotel Fazenda Boa Luz – SERGIPE.

30 jul

Sábado, 16/07/2011 – Para relaxar um pouco e fugir da rotina urbana, fomos bater no HOTEL FAZENDA BOA LUZ. Um lugar muito bacana,  desde que você esteja ciente que, apesar de todo conforto do Hotel, não deixa de ser fazenda, com todos os pormenores de fazenda.

RESERVAS E TARIFAS:

Para realizar a reserva, fui direto ao site do hotel (www.boaluz.com.br) verificar os preços (valores de julho/2011):

Entrei em contato pelo telefone indicado no site (79-3281-4848) e fui informada que, para o período solicitado, só havia chalés disponíveis. Ô… Fazer o que? Pretendia ir na opção mais barata, mas fui de chalé mesmo para não perder o passeio. Concluí por e-mail (reservas@boaluz.com.br ) com o básico depósito de 50% da diária para confirmar a reserva.

Importante: O valor da diária inclui hospedagem, café da manhã e acesso a toda área de lazer da fazenda. No entanto, apenas o acesso está garantido, pois todas as atividades que o Parque oferece, como passeios a cavalo, charrete, pedalinhos etc, são cobrados a parte.

LOCALIZAÇÃO e COMO CHEGAR:

Primeiro: para quem não conhece nada da região, vale salientar que a Fazenda Boa Luz não fica propriamente em Aracaju. Está localizada no município de Laranjeiras e tem acesso pela BR-235, que liga a capital ao município de Itabaiana/SE (mapa abaixo disponível no site do hotel):

Endereço: Km 16 da BR-235. Saindo de Aracaju e pegando a BR-101 norte, 8 Km após subir o viaduto da BR-235 você encontrará, à direita, a entrada da fazenda:

Todos os detalhes de como sair de Aracaju e chegar à Boa Luz  pela BR-235 estão no Fotoguia da BR-235. Não tem errada! 🙂

Distâncias (partindo de pontos de interesse em Aracaju):

– Aeroporto: 29 Km;

– Lagos da Orla: 28 Km;

– Shopping Jardins: 22 Km;

– Rodoviária: 15 Km.

CHALÉ:

A acomodação, como era de se esperar, é rústica e objetiva. Um quarto espaçoso, ar-condicionado, televisão, banheiro limpo…

E uma cama, ou melhor, uma mega cama D-E-L-I-C-I-O-S-A, com uma coberta deliciosa, ideais para curtir a noite fria da fazenda:

Detalhe da cabeceira.

Quando me disseram “chalé”, imaginei o básico de sempre: uma casinha fofinha isolada das demais, já que o oposto disso é o apartamento… “To certa ou to errada?” Pois é, na Boa Luz a compreensão de chalé difere da nossa vã filosofia. Os chalés na verdade ficam em blocos e os blocos sim, são isolados uns dos outros:

Fundo do bloco de chalés e portas de acesso aos cômodos.

 Em cada bloco, um varandão com várias redes, uma para cada quarto:

A varanda “socialista”  realmente não agradou. O ponto alto das acomodações estilo “chalé” é exatamente a privacidade… Impossível ficar à vontade nessas condições 😦  Só os blocos mais antigos possuem divisórias:

Mas de tudo se tira algum proveito. Sabe que no final das contas acabamos gostando do varandão? Pela tarde, os miquinhos ficavam correndo pela varanda, pulando de rede em rede. Na folia, acabamos conquistando a confiança deles… Nada que um bom doce de mamão não resolva:

(Ai, gente! Sei que é errado, mas eu não resisti… he he)

O sol se vai… A noite cai e… Longe da luzes da cidade, reina o  “breu” total…

Céu estrelado, barulhinho de grilo e friozinho de fazenda embaixo do edredom! Gostoso “por demais”! 🙂

ESTRUTURA:

O hotel compreende apenas uma parte da fazenda. Além dos chalés, ele oferece a área dos apartamentos, disposta em formato de ferradura:

Área dos apartamentos.

 A área da piscina, exclusiva para hóspedes:

Sem perder de vista a atmosfera rural (a graça é essa!):

E o Restaurante Jardim das Laranjeiras, disparado o melhor dos três restaurantes que atendem a fazenda:

O bacana é que o hotel, além de agradar adultos, é um programão para a meninada. No jantar, vimos um grupinho todo animado com a monitora partindo para um sessão de cinema infantil:

Adorei o astral positivo deles… Criança é sempre pra cima!!!

Fora tudo isso, você ainda tem um parque inteiro à disposição, como disse no início, cheio dos pormenores country:

 Para quem não está hospedado no hotel, o acesso ao Parque Fazenda Boa Luz custa R$ 35,00 por pessoa e garante apenas a entrada. Alimentação e atividades oferecidas pelo complexo são cobradas à parte.

Hotel, parque, zoológico… Adoramos tudo, o clima de fazenda, a simpatia dos funcionários e as instalações. Buscávamos exatamente isso… Uma fuga da nossa  realidade urbana. Neste sentido, a Boa Luz  atendeu totalmente nossas expectativas.  E aqui, acho válido deixar claro que, caso você não goste do estilo “vida no campo”, não curta mosquitinhos e bichinhos comuns de ambiente rural… Simplesmente… Não vá! A ideia é exatamente essa interação com a natureza.

NO MAIS…

– Nossos celulares OI não tinham sequer um tracinho de sinal. Resultado: ficamos incomunicáveis durante todo o final de semana ( o que foi ótimo… não vou mentir rs rs);

– Já o modem VIVO 3G  pegava, mas no ritmo da fazenda, meio que carroça, mas me permitiu acessar e-mail, twitter e dar uma olhada aqui no blog. Mais que isso, tome “rodinha azul” a rodar, rodar, rodar e no final… Nada.

– Internet mesmo só na recepção do hotel… WiFi da boa. E, embora preferisse WiFI no quarto, ficar na recepção até que era agradável… Sofá grandão, confortável, me deixou parecendo aqueles meninos do Zorra Total… kkkkkk

– Voltagem 110. Tomadas no padrão “antigo”. Uma tomada 220v no banheiro.

Na hora de ir embora, quem encontramos tomando seu café da manhã à beira da estrada?

 Boa Luz é assim!!!! 🙂 🙂 🙂

   Para continuar passeando pela  fazenda, leia também BOA LUZ ZOO PARQUE e Restaurante Jardim das Laranjeiras . Para esticar o passeio até o  casarão do Doce Caseiro, em Areia Branca, leia DOCE CASEIRO da BR-235 . E para saber mais sobre Aracaju, vai lá em ARACAJU – Post a Post.

CAROS AMIGOS… Por Nós!

30 jul

Gente! Estou muito feliz! Hoje vamos abrir uma nova categoria que há muito  venho querendo iniciar: CAROS AMIGOS. Nela vão estar as dicas dos amigos do blog sobre lugares, restaurantes, passeios, enfim, um passeio pelo passeio dos outros… rs rs…  A opinião do pessoal bacana que passa aqui pelo blog, entra em contato e, no final, acabamos fazendo amizade e trocando experiências. Isso é gratificante! Obrigada a todos.

O Marcos me enviou um e-mail em maio (2011), quando preparava sua viagem em família para Aracaju. Passamos a manter contato e agora, que ele já veio e voltou da nossa terrinha, mandou seu relato e algumas fotos. Adorei! E vamos abrir a categoria com o material enviado  por ele. Mas, de cara, já temos outros relatos na linha de montagem… rs rs: o Café da Praça-Aracaju por Lopes e Denilde de Fortaleza; Serrinha/BA pelo Sgt. Santana de Serrinha e Frankfurt por Thiago Nascimento de Aracaju. Gente bacana falando coisas bacanas sobre lugares onde já estiveram. 

Se você quiser participar, basta enviar seu relato e fotos para o e-mail do blog: misscheck-in@hotmail.com. Será um prazer postar sua experiência aqui!! 😀

ARACAJU por Marcos Panichi!

30 jul

Segue o relato do Marcos sobre sua estada em Aracaju.

ARACAJU – Simplicidade e Calma

Estive em Aracaju no período de 20 a 26 de Julho.   Minha intenção inicial era me hospedar em um resort (Dioro) mas ele estava fechado no período.   Tenho dois filhos, de 11 e 14 anos, aluguei um carro no aeroporto e fiquei no Radisson Hotel na praia de Atalaia.

 O hotel é ótimo, excelente padrão, bom atendimento, ótimos serviços e boa localização.   Vale a pena.    Pela minha pesquisa as melhores opções seriam o Radisson ou o Mecure, mas este não tinha um quarto que acomodasse nos 4 e o Radisson tinha, ficando mais em conta.   Ambos são bem proximos.

VISTA DO HOTEL

A praia de Atalaia é o point para os turistas… o Radisson fica em frente ao Oceanário, do projeto Tamar, parada sempre obrigatória e melhor no fim do dia (ente 16 e 17 horas) quando eles alimentam os peixes, tartarugas e tubarões.   Na praia existem vários bons restaurantes e bares, casas de tapioca, diversas opções… das que eu frequentei as duas  melhores foram a churrascaria Sal e Brasa e o restaurante República dos Camarões.   Este é excelente…  ótimos preços, boa comida, excelente ambiente.   Se você quer comer camarões ou frutos do mar, é a opção mais em conta e melhor da praia de Atalaia.   Pode ir sem medo!

As praias para banho e diversão estão ao Sul.    Começando em Atalaia até Mosqueiro, todas são parecidas.    Mar com ondas, um pouco barrento, muito vento.   Eu fiquei em duas barracas de praia, a Parati e a Com Amor Beach Bar.   Ambas tem restaurante, bar, infraestrutura… Preferimos a Com Amor Beach Bar.   Porque?   Apenas porque o serviço foi melhor e a barraca possui mesas fixas, dando mais espaço entre os frequentadores, mais liberdade…e a seleção musical é muito melhor para nós que não gostamos muito da combinação samba-pagode…

LITORAL SUL - MOSQUEIRO

Depois de Mosqueiro tem uma ponte e mais praias ao Sul.   Não ache que vai encontrar uma praia muito diferente … ou você vai até a divisa com a Bahia ou todas serão do mesmo padrão.

Uma opção interessante, caso a maré permita, é o passeio de barco e visita a praia do Goré, na foz do Rio Vaza Barris.

Na cidade fomos ao Mercado, mirante, cruzamos a ponte para visitar a Ilha dos Coqueiros e Atalaia Nova…  vale a visita mas não é obrigatorio.   Não fomos ao passeio no Rio São Francisco porque choveu no dia escolhido…  Acabamos indo aos dois shoppings da cidade, o RioMar e o Jardins…  Ambos tem tudo que voce precisa… Se estiver em Atalaia, o RioMar é melhor.  Menor, não fica tão cheio, atende perfeitamente uma tarde chuvosa.

O ponto alto do passeio, sem duvida, foi o parque dos falcões.    Veja no  Miss Check-in como chegar ou feche um pacote com um taxista.   VALE A PENA.   Gente como o Jose Percilio, que criou e cuida do parque, é o que faz a diferença nesse pais… se tivéssemos mais brasileiros como ele, seriamos um pais melhor.    Voce agenda, leva 40-45 minutos para chegar de carro, e ele te recebe e fica com voce por 2 horas ou mais.   Voce conhece diversos falcões/corujas/aves, pode tocá-las, bater fotos, ve-las voar…  Uma experiência única, diferente e show.

ZÉ PERCÍLIO E O FALCÃO

Espero ajudar quem quiser conhecer Aracaju…  fomos muito bem recebidos.   Não são as melhores praias do Nordeste, mas a cidade é simples, limpa, bonita, eficiente e todos te recebem muito bem.   Se quer desligar e conhecer uma cidade diferente, pode ir sem medo.    Come-se bem, barato… e não deixe de visitar o parque dos Falcões e o Canyon (apesar de não ter ido, pelas fotos, é o melhor passeio da cidade).

Doce Caseiro da BR-235 – SERGIPE

29 jul

Na categoria escalas saborosas on the road, pausa para uma paradinha calórica na BR-235, no que chamamos de “casarão” do Doce Caseiro:

O casarão sempre chamou minha atenção, mas foi o Hélio que, na primeira viagem que fizemos juntos por essa rodovia, me apresentou os prazeres das compotas caseiras. Anexo ao casarão, fica o antigo comércio de doces:

 Parada obrigatória pra nós… Tanto pela folia de comer doce caseiro com “qualidade  de vó”  na beira da estrada, como pela oportunidade de levar algumas dessas delícias pra casa:

Compota de todo tipo… Maçã, kiwi, caqui, carambola, pera:

DOCE DE CARAMBOLA

DOCE DE PERA

Os doces básicos da tarde de domingo na casa da “vovó” rs rs… Doce de leite (ambrosia), doce de goiaba, de banana e as famosas bolinhas de queijo:

Doce de leite e bolinhas de queijo.

E os biscoitos… De nata, leite condensado, casadinho, tapioca,cebola, camarão:

Aproveitando nossa estada na Boa Luz, esticamos até lá. O casarão, para quem trafega no sentido Aracaju-Itabaiana, fica alguns quilômetros depois de  Areia Branca, no Km-40 da BR-235. Da Boa Luz até lá são 24 Km:

A tacinha de qualquer doce custa R$ 2,50. Para viagem, tem  “potinho” de R$ 5,00, R$ 10,00 e R$ 15,00. Já os biscoitos, quatro unidades por R$ 1,00.

Doce de mamão – embalagem de R$ 5,00.

Levamos o doce de mamão para o Hotel… Totalmente aprovado pela “macacada” local… rs rs:

– Todos os detalhes de como chegar no Casarão no  Fotoguia da BR-235.

– Preços informados no post referem-se aos valores praticados em agosto de 2011.

– Para encorpar sua viagem a Sergipe, confira nossa coletânea de dicas em Aracaju – post a post.

 

ANTIGAMENTE… Na Rua do Ouvidor – RIO.

20 jul

25/06/2011, 13:00h – Depois de aproveitar a desplanejada visita ao Espaço Cultural da Marinha, mas ainda chateada com a decepção do Pão de Açúcar e a desventura da  Ilha Fiscal, tracei, de novo, uma outra nova meta: Paquetá.  Como já passavam das 13h, só conseguimos a balsa das 16h. Para passar o tempo, decidimos ficar por ali mesmo, batendo perna pela vizinhança da Praça XV.

Na lateral da praça, os arcos da entrada de um beco me chamaram a atenção:

Entrei no beco, claro… Nunca resisto a um “beco histórico”… rs rs:

Me encantei com tud0 (prédios antigos sempre me encantam… rs) e, seguindo pelo beco, chegamos na Rua do Ouvidor. Tarde de sábado, o astral era completamente diferente da sexta pela manhã. No lugar de pessoas apressadas correndo para o trabalho, grupos relaxados enchiam a rua em mesinhas de boteco, num clima típico de final de semana:

Foi aí que nos deparamos com o ANTIGAMENTE, mais um agradável boteco carioca, na Rua do Ouvidor, próximo a esquina com a Av. 1º de Março:

As mesas ficam espalhadas pela Rua do Ouvidor e foi difícil achar uma vaga para sentar:

Mas qualquer espera valeria a pena. Não bastasse o astral totalmente carioca já desenhado pelo cenário e pelos personagens, a trilha sonora foi um presente para fazer esquecer todas as nossas decepções recentes com filas gigantes e bilhetes esgotados. Chorinho ao vivo, da melhor qualidade:

Para acompanhar o chorinho, pedi uma porção de bolinhos de bacalhau:

Bolinhos de bacalhau - 1/2 porção - R$ 9,00.

Estavam ótimos! Bem sequinhos e saborosos! Por falar nisso, minha experiência com frituras cariocas foi bem sequinha… kkkkk… Em todos os botecos que pedi fritura, ela veio no ponto, sem aquele óleo todo sujando o guardanapo.

Para almoçar, pedimos os pratos do dia:

 O Hélio pediu a feijoada:

Feijoada completa - porção individual - R$ 23,90.

E eu pedi “camarão ao alho”:

Camarão ao alho - porção individual - R$ 24,90.

O camarão estava perfeito! Já a feijoada… Não agradou muito não 😦 O Hélio disse que o feijão estava sem gosto e, sem o feijão, nada mais tinha graça. EU… Preciso desabafar… Tenho pavor a feijão… Em hipótese alguma experimento qualquer coisa que envolva este ingrediente… Assim… Vamos ficar só com a opinião do Hélio mesmo, que é de “responsa”, pois ele costuma ter muito bom gosto à mesa.

Mas nem a feijoada mal resolvida tirou o brilho do  Antigamente  aos nossos olhos de visitantes estreantes. O astral é muito bacana, o lugar é legal, o atendimento é satisfatório e a comida (“deletando” a  feijoada) é feita no capricho. Vale a pena passar por lá, nem que seja só para tomar uma cervejinha e petiscar alguma coisa ao som de “Carinhoso”. E, digo mais… rs rs… Todo mundo tem um dia ruim, por que com o feijão seria diferente? Pode ser que você chegue lá outro dia e ache a feijoada ótima! rs rs… Acontece 🙂

Para conhecer o cardápio do Antigamente, clique aqui .

Para entender nossa decepção com o Pão de Açúcar e a Ilha Fiscal, dê uma olhada nos posts  Basicão Turístico – Pão de Açúcar e Espaço Cultural da Marinha.

Para continuar “butecando” pelo Rio de Janeiro, leia também DA GEMA na Tijuca e CEVADA em Copacabana.

Espaço Cultural da Marinha – RIO.

19 jul

Depois de fugirmos desapontados da fila do Pão de Açúcar, tracei uma nova meta: “vamos à Ilha Fiscal”. Pegamos o táxi na URCA e, 20 reais depois, estávamos na Praça XV.

A ILHA:

A Ilha Fiscal se resume em uma pequena ilha com um pequeno castelo onde, em 1889, aconteceu o último Baile do Império, seis dias antes da Proclamação da República:

Ilha Fiscal - foto disponível em imperiobrazil.blogspot.com

 Para chegar, só através das “excursões” realizadas por uma escuna da Marinha, de quinta a domingo, em três horários. Os bilhetes para o passeio são vendidos das 11h às 16h, no Espaço Cultural da Marinha, onde também é realizado o embarque para a pequena travessia. Na falta da escuna, a Marinha disponibiliza um micro-ônibus para o transporte.

O ESPAÇO:

ESPAÇO CULTURAL DA MARINHA fica  no final da Praça XV, depois do prédio do Tribunal de Justiça e de uma Maternidade.

Chegando lá, claro, um filinha básica já nos aguardava. Mas, como era de fato uma filinha, já fiquei bem animada: “eu vou pra Ilha Fiscal! Eu vou pra Ilha Fiscal!” ah ah… Menos de dois minutos após entrarmos na fila, um funcionário vem avisar que TODOS OS HORÁRIOS haviam acabado de ESGOTAR! Diz aí? 😦 Quando a fúria já ia tomando meu ser, pronta para acabar com meu dia, o Hélio, serelepe igual uma criança, me balançou: “Anna! Vamos entrar no submarino”. Saí do transe e olhei em volta:

Submarino Riachuelo e Rebocador Laurindo Pitta.

O Espaço é muito bacana, mas como ele inicialmente não era meu foco, só depois que tudo deu errado foi que percebi todas as possibilidades que o lugar oferecia. Uma delas é o Submarino museu Riachuelo:

TORPEDO

PERISCÓPIO

CASA de MÁQUINAS

Apertado e agoniante, mas uma experiência imperdível!

Saindo do submarino, você também pode conhecer o Helicóptero Museu:

HELICÓPTERO SH-3

Uma Nau dos Descobrimentos:

Galeota Imperial, construída em Salvador, em 1808, e chegou a navegar até os primeiros anos da República:

Galeota Imperial - foto disponível em photobucket.com

 E o Navio Museu Comandante Bauru:

Navio Museu CTE BAURU - foto disponível em panoramio.com

  Outra possibilidade interessante é fazer o passeio marítimo pela Baía de Guanabara a bordo do Rebocador Laurindo Pitta, única embarcação da Marinha Brasileira remanescente da I Guerra Mundial (detalhes sobre o passeio marítimo  aqui):

Mais uma vez, a decepção de um passeio que “não foi” é recompesada! Dessa vez por uma descoberta interessante e inusitada. Não conhecia o Espaço e nunca imaginei ter a chance de entrar em um submarino… rs rs. E, nesse ponto, vai um super mega #ficaadica: quando todas as forças negativas do universo conspiram contra você… A melhor vingança é ser feliz!! 🙂

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

– O Espaço Cultural da Marinha situa-se na Av. Alfred Agache, s/n, Centro. Aberto à visitação de terça a domingo, das 12 às 17 horas. Entrada gratuita. Telefones: (021) 2233-9165 – 2104-6721.

– Os passeios para Ilha Fiscal acontecem de quinta a domingo, a bordo da Escuna Nogueira da Gama, em três horários:

De abril a agosto: 12h30, 14h e 15h30.
De setembro a março: 13h, 14h30 e 16h.

Mais detalhes sobre este passeio aqui.

Basicão Turístico – PÃO de AÇÚCAR.Rio

14 jul

Sábado, 25/06/2011, 10:00h – Após o passeio pelo Jardim Botânico e Lagoa Rodrigo de Freitas, pegamos um táxi na Lagoa (imediações do Jockey Club) e seguimos para o bondinho do Pão de Açúcar. A corrida ficou em R$ 16,00 e, ao nos aproximarmos da estação, pelo trânsito engarrafado  já tive uma prévia do que nos aguardava.

Ao chegar na frente do Instituto Militar de Engenharia – IME… Ah – ah – ah… A fila saía da estação do bondinho, seguia pela frente do IME…

Passava pelo estacionamento e seguia pela praça em frente ao Instituto:

Achar o final da fila já foi difícil. Depois de tudo que passamos no Cristo, ao constatarmos o tamanho da “bicha” (fila em português pt, sabiamente denominada… rs rs), tomamos uma difícil, mas corajosa decisão: desistimos do bondinho. Até porque, não bastasse a fila e a certa espera de horas, o aperto desconfortável lá em cima, assim como no Cristo,  iria dificultar toda e qualquer possibilidade de apreciar o passeio como ele merece… Vai ficar pra próxima (assim com0 o trem do Corcovado, o bonde de Santa Teresa e a pizza do Cevada… kkkkk).

Mas nem tudo é derrota.  Ainda podemos curtir a vista perfeita da Praia Vermelha, na minha opinião, um dos lugares mais adoráveis do Rio:

E eu consegui tirar “A” foto que, pra mim, resume toda a magia de estar no Rio de Janeiro:

Não é a toa que o Rei Roberto Carlos escolheu a Urca para viver… Não é difícil ter inspiração num lugar assim! 🙂

DICAS IMPORTANTES:

– O bilhete para o bondinho estava custando R$ 44,00 e estava valendo o “carioquinha”, um desconto de 50% para os cariocas (que comprovassem sua carioquice… rs rs), o que também pode justificar o tamanho da “bicha” (não ia meeeesmo pagar 44 reais pra sofrer);

– Para chegar de transporte coletivo, o ideal é ir de metrô até a Estação Botafogo e, nesta estação, pegar o ônibus que leva à Urca;

– Mais informações sobre o bondinho no site www.bondinho.com.br

Para entender porque a experiência no Cristo nos fez desistir do bondinho, leia também Basicão Turístico – Corcovado. E  para continuar passeando pelo Rio, leia também Basicão Turístico – Jardim Botânico e Um Passeio pelo Centro.

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A pedidos… Do Rodrigo e do Santana (aí nos comentários)… Aproveitei para exibir a “gama” de conhecimento que adquiri na Jornada Adobe  semana passada… kkkkkkkk… Aí está a foto da Praia Vermelha sem a bandeira rubro negra:

 Ah, meninos! Mas vamos combinar… Embora eu não seja flamenguista… Tem coisa mais carioca que “ser flamengo e ter uma nega chamada Tereza”? kkkkk.

Basicão Turístico – JARDIM BOTÂNICO. Rio

13 jul

Ah… Vou fazer uma confidência… A primeira lembrança que eu tenho de “Jardim Botânico” é o endereço do Xou da Xuxa, na década de 80. Alguns anos e séries escolares depois, entendi que o belo Jardim Botânico foi uma das “benfeitorias” realizadas pela Família Real Portuguesa, quando de sua estada fugitiva no Brasil (1808-1821).

Blá-blá-blá à parte, tanto por sua história, quanto por sua beleza, o JARDIM BOTÂNICO, na minha opinião, não deve deixar de constar no “pacotão basicão” do Rio de Janeiro. Fomos até lá na manhã do sábado, 25/06/2011.

COMO CHEGAR:

De metrô, basta descer na Estação Botafogo e, nesta estação, você pega o metrô de superfície até o Jardim Botânico. Para os totalmente leigos como eu, metrô de superfície, no contexto carioca, é um ÔNIBUS que opera no mesmo esquema do metrô: só para nas “estações” definidas, que são previamente anunciadas pelo sistema de som do veículo. Resumindo, é um ônibus coletivo que eles decidiram chamar de metrô. Assim que você sai da estação de metrô Botafogo dá de cara com ele:

Descemos na parada Jardim Botânico ( e, pra falar a verdade, nem sei se esta é a mais adequada.  Até o portão 920 do Jardim rende uma caminhadinha. Perguntei à cobradora do “metrô de superfície”, mas ela não foi muito solícita e acabei ficando sem a informação).

HORÁRIO e INGRESSOS:

O Jardim Botânico está aberto para visitação de segunda a domingo, das 08h às 17h.

Entrada e bilheteria – Portão 920.

Compramos os ingressos na hora, por R$ 5,00, com direito a um miniguia:

O PASSEIO:

Pra ser bem sincera, caminhamos aleatoriamente pelo parque, sem compromisso, só curtindo a paisagem e o climinha frio da manhã acentuado pela cobertura das árvores:

Aléia Barbosa Rodrigues.

Aléia Custódio Serrão.

Pelo miniguia fomos localizando alguns pontos de interesse, além de pontos de apoio, como o  agradável café  e a lojinha de souvenires (com seus preços  salgadinhos), ao lado do Cactário:

Muuuuito legal… Um passeio relaxante, de caminhadas tranquilas e clima sempre agradável (garantido pela densa vegetação), ideal para amenizar as agruras do Corcovado no dia anterior (24/06/2011). Mas é bom estar ciente: o Jardim Botânico é algo tipo um “Louvre Vegetal”… rs rs. Caso tenha interesse em conhecê-lo a fundo reserve, pelo menos, uma manhã para a visita.

De quebra, ao sair do Jardim, basta dar a volta no muro do Jockey Club para chegar na Lagoa Rodrigo de Freitas… Casadinha relaxante para uma amena manhã de sábado:

–  Mais informações sobre o Jardim Botânico no site www.jbrj.gov.br

–  Linha cronológica do Jardim (em PDF): cronologiaJB.RJ

Para continuar passeando pelo Rio, leia também Basicão Turístico Corcovado e Um Passeio pelo Centro.

Um passeio pelo CENTRO – RIO.

12 jul

Como turista meeeeesmo, essa foi minha primeira vez no Rio… Descobrindo por conta, mapa e risco cada cantinho interessante pra ir. Como dia 24 de junho (2011) – São João (feriado no Nordeste)  não é feriado por lá, o centro da cidade estava em um dia normal, cheio de vida e movimento ( e lojas para gastar dinheiro… Muito autocontrole nessa hora!  rs). Assim, após sairmos da Confeitaria Colombo, seguimos pelas ruas do Centro no melhor estilo “cariocas por um dia”.

Para chegar ao Centro da cidade, acho que as melhores estações de metrô  são CARIOCA e CINELÂNDIA.  Tudo vai depender das suas prioridades ou interesses. No nosso caso, como queríamos ir à Colombo, descemos na CARIOCA,  Largo da Carioca:

A Rua Gonçalves Dias, onde está localizada a Confeitaria, já começa a  sinalizar o clima nostálgico na  arquitetura elegante dos prédios antigos:

A Colombo fica a poucos passos da esquina com a célebre Rua do Ouvidor, que já foi uma das ruas mais importantes do Rio… Tudo passava por ali. Hoje, estreitinha e movimentada, ainda revela um pouco do passado carioca:

Rua do Ouvidor (século XIX).

Entrando e saindo em ruas…  Meio que sem destino… Fomos parar no Largo de São Francisco de Paula:

Igreja São Francisco de Paula.

Estátua de José Bonifácio e prédio da antiga Escola Politécnica (1862).

Cortamos a graciosa Rua Sete de Setembro…

e chegamos na Rua da Carioca (continuação da Rua da Assembléia):

Atravessamos o Largo da Carioca de novo para chegar à Praça Floriano Peixoto, a famosa Cinelândia:

Nela você irá encontrar o belíssimo Theatro Municipal:

A Biblioteca Nacional:

A Câmara Municipal:

O tracidional restaurante e choperia Amarelinho da Cinelândia:

E, mais à frente,  na direção oposta ao Teatro Municipal…

 Está o Cine Odeon, “o  último grande cinema construído na Cinelândia, em 1932” (pesquei no site do grupo estação):

Imagem disponível em conversanobanheiro.blogspot.com

De lá seguimos para a Estação dos Bondes, no intuito de ir de bonde à Santa Teresa. No caminho ainda nos deparamos com a arquitetura arrojada da Sede da Petrobrás, o “Edise” (edifício sede):

E a Catedral Metropolitana:

Na Estação dos Bondes, logo atrás da Petrobrás, desagradável supresa… Uma fila de desanimar até a mais otimista das criaturas ( o Hélio! rs rs):

Começava aqui…

… Seguia por ali…

… E terminava lá! 😦

Bondes só de 30 em 30 minutos. Eram 12:30h. Para a nossa posição na fila (no final), a previsão era pegar o bonde das 14:00h. Ninguém merece 😦 Fomos de táxi para Santa Teresa… Uma pena (queria tanto ir de bonde). À noite, outra desagradável supresa: o acidente com o turista francês  que faleceu após cair do bonde nos arcos da Lapa, mais ou menos no horário que pegaríamos o transporte caso tivéssemos continuado na fila… Uma lástima! O Rio, os cariocas e os turistas não merecem figurar em histórias tristes e negativas como esta… Já bastam os bueiros!

DICAS IMPORTANTES:

– O Theatro Municipal e a Biblioteca Nacional têm visitas guiadas. Para saber os horários das visitas do Theatro, clique aqui. Na Biblioteca, me entregaram este  papelzinho:

Detalhe: neste dia (24/06/11), todos os horários já estavam esgotados. Para não passar por isso, o ideal é reservar por telefone.

– Confira a programação semanal do Cine Odeon no site do Grupo Estação. Caso se interesse, é possível comprar bilhetes on-line no mesmo link.

–  Acho imperdível conhecer também o Real Gabinete Português de Leitura, localizado na Rua Luís de Camões, 30, Centro. Para chegar, a estação de metrô mais próxima é a Uruguaiana (Não tivemos tempo para ir até lá 😦 Vai ficar pra próxima… Junto com o passeio de bonde… rs rs).

Para continuar passeando pelo Centro do Rio, leia também: Antigamente… Na Rua do Ouvidor  e   Confeitaria Colombo – Rio.

Basicão Turístico – CORCOVADO.Rio

10 jul

Em todos os lugares que visitamos buscamos, inicialmente, o “pacotão basicão”, ou seja, um tour pelos pontos turísticos mais óbvios de cada cidade. Por que no Rio seria diferente? Embora não fosse minha primeira vez, era a primeira vez do Hélio e, mesmo que não fosse, turista de verdade encara toda e qualquer obviedade turística, pois, via de regra, elas representam a essência da cidade.

 O que não estava nos meus planos? Que o Rio de Janeiro fosse bombar em pleno feriado de São João ( + corpus christi, vá lá). Imaginei que o fluxo fosse se concentrar no Nordeste, senhor absoluto dos festejos juninos. Errei feeeeeeio 😦

 Vamos lá! 24 de junho de 2011 (detalhe: não é feriado no Rio, diferente do que acontece no Nordeste), 15:00h: saímos de Santa Tereza e pensei: Tranquilo! Agora vamos nos deliciar com  a vista do Cristo!

Daí começa nossa via crucis junina.

COMO CHEGAR:

Para subir o Corcovado você deve ir para o Cosme Velho.

Para chegar  não rola metrô: a estação mais próxima, Largo do Machado, fica a cerca de 2 km;

– As possibilidades mais viáveis são ônibus, táxi, metrô + ônibus ou metrô + táxi.

Ao chegar no Cosme Velho, três opções te aguardam:

Opção 1 – Pegar o Trem do Corcovado na pequena estação localizada na Rua Cosme Velho ( que acredito ser a melhor opção e, ao final, a superdica para pegar o trem);

Opção 2 – Pegar uma das vans das cooperativas (em dias lotados, só vá nessa se não conseguir o trem meeesmo);

Opção 3 – Pegar um táxi (geralmente eles fecham um preço para subida e descida  e esta, certamente, é a opção mais cara).

Até aí seria tudo muito simples, se não fosse o fato do equivalente à metade da população do Rio de Janeiro querer o mesmo que eu: chegar no Cristo.

Às 15h havia uma pequena fila na estação do trem, o que me deixou eufórica. Ledo engano! A fila estava pequena porque havia bilhetes apenas para o trem das 19:00h. Pensamos em comprar para o dia seguinte, mas nos informaram que só vendiam bilhetes para o mesmo dia.

Estação do Trem do Corcovado - Cosme Velho.

Ao sair da estação, os motoristas das cooperativas das vans já começam a te abordar: “20 reais, ida e volta”. Ah, Perfeito! “Simbora”! Ao pagar, já colocam um adesivo na sua blusa e te encaminham para o carro:

 Até aí tudo bem. O que eu não sabia é que lá em cima, bem antes do topo, há duas filas: uma para comprar o bilhete de acesso  e outra para pegar as vans oficiais, as únicas que, atualmente, podem subir até a entrada para o Cristo.

Da primeira fila nos livramos. Compramos o bilhete com cambistas. O bilhete inclui a van da Bel-Tour (subida e descida) e o acesso ao Cristo. O preço oficial seria R$ 24,75. Pagamos R$ 27,00. R$ 2,25 a mais pelo luxo de não pegar uma das filas:

Da segunda fila não tem como se livrar, a não ser que você vá de trem (lembra que eu disse que era a melhor opção?). Os táxis e as vans das cooperativas sobem até determinado ponto e, a partir daí, só com as vans oficiais da Bel-Tour. Então, você é obrigado a entrar na fila para pegar a van oficial.

Tá vendo a curva lá em cima? Depois dali ainda tem mais e mais e mais fila...

E a fila? Simplesmente quilométrica. Ficamos “apenas” uma hora nela até chegar o nosso grande momento: entrar na bendita van da Bel-Tour.

Fim da fila no ponto das vans oficias que levam ao Cristo.

Depois que você entra no tão esperado transporte, tudo é  festa! Dá a impressão que agora está tudo resolvido.

Uuuuhhuuu! Aceleeeeera! (só faltou o cachorro falante do novo Jetta kkkk)

 A van te deixa no pátio ao lado da entrada de acesso para o Cristo e, a partir daí, você segue a pé, pelas escadarias:

Ah ah… Agora imagine toda aquela fila  na nossa frente distribuída em um (relativamente) pequeno espaço aos pés dos Cristo:

Perrengue pra tudo: para achar um canto para tirar uma foto; para achar um canto para conseguir apreciar a vista. Gente para todos os lados e todos pensando, certamente, o mesmo que eu: “$!@#%&*@$#”   kkkkkkkk

 Mas consegui tirar uma foto dele…  A única (e bela) razão para todo esse sofrimento:

E uma minha… Tentando aproveitar a vista… Correndo, pois ao meu lado havia um monte de gente bacana esperando para passar… (Ô… No perrengue todo mundo se ajuda!!) 

Depois de uma hora na fila e com essa multidão lá em cima, posso garantir: nem deu para apreciar direito a vista. Passamos 30 minutos tentando aproveitar alguma fresta “nas sacadas”, mas, sem êxito, decidimos ir embora, certos de que nossos problemas haviam acabado…

Ah ah… Tome mais uma fila para pegar a van da Bel-Tour, agora para descer:

Mas essa andou rápido e, na espera, ainda pudemos apreciar o início do pôr-do-sol do alto do Corcovado… Lindo!!!

Tá? E agora? A Bel-Tour te deixa no mesmo ponto onde te pega. Como fazer valer a volta na van da cooperativa? Muito simples… Depois do local onde as vans da Bel-Tour param, há um… sei lá… casarão desativado onde as vans da cooperativa pegam o pessoal que está com o adesivo (aquele amarelinho lá do início do passeio)… Ah – Ah – Ah… Só pra variar, mais uma fila e, depois de todo sufoco para subir, ainda passamos mais 50 minutos na fila para conseguir descer… Aproveitei para tirar mais uma foto do Rio anoitecendo…

Mas a partir daí, pode ter certeza, todas as minhas taxas de humor no sangue já estavam zeradas… Já não dava meeeesmo para ver graça em nada… O pior é você querer simplesmente ir embora e não conseguir. E, se “pra baixo todo santo ajuda”, nesse dia a exceção venceu a regra. Chegamos a falar com alguns taxistas, mas todos eles estavam aguardando passageiros voltarem do Cristo, não podiam sair de lá… Enfim… O fim da picada! Depois ainda tem o engarrafamento até chegar lá embaixo. Quando, às 18:30h, chegamos em terra firme, na Rua Cosme Velho, a única coisa que fomos capazes de fazer foi pegar um táxi para o hotel. Game Over.

O QUE FICOU DA EXPERIÊNCIA:

– O Cristo e a vista do Corcovado são belíssimos, mas tanto sacrifício só vale a pena se for para pagar promessa.

– Essa foi uma experiência isolada, no meio de um feriado prolongado. Durante a semana e em finais de semana menos disputados não é assim. Então, se tiver essa possibilidade, escolha os dias mais tranquilos.

– Como disse no início, o trem certamente é a melhor opção. DETALHE: Só agora, pesquisando para fazer o post, descobri que no site oficial do Trem do Corcovado existe a opção de comprar bilhetes on-line. Diz aí? Tudo isso poderia ter sido evitado apenas com alguns cliques. Ai que raaaaaaaaiva (na própria estação cheguei a perguntar, mas ninguém me informou).