Como eu sempre digo, “a melhor vingança é ser feliz!”. Então, vamos que vamos, porque Caracas – depois de tudo – só merece uma coisa: ficar para trás. Voltando ao que realmente interessa, dentre as fotos que conseguimos salvar, estão as do nosso agradável e dourado fim de tarde em Warterfort.
Waterfort Arches, os antigos arcos do Forte Amsterdam, estão localizados na entrada da Baía de Santa Anna, em Punda. Hoje, no local, funciona um complexo de restaurantes que, além de oferecerem as mais variadas cozinhas, da italiana à cubana, ainda garantem uma linda vista para o mar – sinta a pressão – caribenho:
Para encurtar conversa, diante dessa primeira descrição, não sobra muito pra dizer, a não ser que todo mundo merece um fim de tarde assim:
Dentro dos Arcos, todos os restaurantes oferecem varandas voltadas para o mar. E todos também têm horário particular de funcionamento, mas, no geral, boa parte deles começa a funcionar a partir das 17:30h. No dia em que estivemos lá (14/12/2011), uma quarta-feira, chegamos às 17h e o único que estava abrindo o bar era o Dal Toro.
Ficamos por lá mesmo. Mas, embora o cardápio avisasse que abriam às 17h, fomos informados que a cozinha só começaria a funcionar em meia hora e, como – não vou mentir pra vocês – meu foco era uma suculenta pizza margherita, fomos avisados que pizza apenas entre 40 e 50 minutos.
Mas como diz o Hélio, ninguém tinha panela no fogo – Ah! Pra que pressa? Enquanto isso, sentamos e tomamos um licor (experimentar o licor de Curaçao é algo obrigatório), admirando o céu dourar nas as últimas cores do sol, que, tranquilo e exuberante, ia se pondo no horizonte do mar caribenho. Perfecte!
Nesse meio tempo, fomos agraciados com uma simples, mas revigorante entrada, com um molhinho de ervas e azeite que tornou a espera ainda mais afável:
Depois da entrada, a pizza ainda demorou um pouquinho e, quando chegou, embora tivesse uma cara excelente, no garfo não foi das nossas melhores pizzas, mas valeu pelo conjunto. A massa estava um pouco torrada (o que não me agrada). Talvez uns minutinhos a menos no forno a deixaria no ponto:
No fim, a continha razoável. Note: 1- a entrada foi cortesia e 2 – os valores vêm em Nafl (florim das Antilhas Holandesas) e também em dólar. Você decide em que moeda pagar. Duro mesmo é quando você paga em uma moeda e o troco vem em outra. Já não sei fazer conta em uma moeda só, imagine em duas? O erro.
SOBRE WATERFORT ARCHES:
– Como falei inicialmente, há várias opções de restaurantes em Waterfort. A escolha fica a seu critério. Pelo o que vimos, em quase todos os dias em que estivemos lá, o Perla Del Mar (ao lado do Dal Toro) parece ser um dos mais badalados e sempre estava lotado para o jantar.
– Uma coisa é preciso aprender logo de cara em Curaçao: os horários de funcionamento nunca são cumpridos à risca. Tanto lojas como restaurantes, embora os guias ou os próprios letreiros indiquem tal horário, eles sempre acabam abrindo meia hora depois.
– Alguns dos restaurantes de Waterfort abrem para o almoço, dentre eles o Dal Toro. Não estivemos por lá nesse horário, mas tudo indica que o complexo é mais freqüentado para jantar. Ainda assim, acho um desperdício chegar por lá apenas à noite, já que o mais bacana que Waterfort oferece é a vista para o mar e o belíssimo pôr-do-sol.
LOCALIZAÇÃO:
– Os Arcos de Waterfort ficam em Waterfortstraat – no meu total desconhecimento do idioma local, acabei aprendendo por osmose que straat é algo tipo street e que eles costumam juntar as palavras formando uma coisa só! rs rs – confira no mapa (clique na imagem para ampliar):
– Waterfortsraat, por sua vez, se inicia na entrada do Plaza Hotel Curaçao, o único prédio alto que há na paisagem, bem na entrada da baía de Santa Anna, no que seria a “esquina” entre o mar e a baía, em Punda:
– Tão logo você passa pelo hotel, seguindo por uma rua estreita, imediatamente à sua esquerda, logo se deparará com os arcos e, no centro deles, está a entrada para os restaurantes:
Simples assim! 🙂


























