Arquivo | setembro, 2012

Jardins de Monet – Giverny (relatos da nossa segunda visita).

23 set

Em maio de 2012 tive a chance de retornar a Giverny. O encanto e a lindeza de sempre. Imperdível para os amantes de História e Arte. Mas algumas ressalvas se fazem necessárias  em relação ao nosso primeiro post, com informações de 2010.

QUANDO IR

O calendário de floração vai de abril a outubro, período em que os Jardins recebem visitantes. Fecha em  novembro e volta a abrir no final de março.

Confira o calendário de funcionamento e compra de bilhetes on-line aqui.

Entre abril e outubro, qualquer tempo é tempo para visitar.  Acompanhar a previsão do tempo é uma boa dica. Se possível, evite dias com previsão de chuva. É um passeio que realmente pede um belo dia de sol.

Giverny - Jardins de Monet

Definir o dia da semana  também é uma escolha relevante para otimizar sua visita. Em 2010, em setembro, fomos  em uma quarta-feira. Em 2012, em razão da previsão do tempo, fomos em um domingo de primavera, único dia com previsão de céu limpo para a região.

RESULTADO: no domingo, diferente da quarta-feira em 2010, estava tudo lotado. As bicicletas estavam quase acabando, a fila do ônibus desanimava e tinha fila até para pegar táxi.

Fora isso, Giverny, que é pequenininha e pacata –  e muito graciosa por conta disso –  também estava lotada, com engarrafamento de pedestres pela rua principal (Rue Claude Monet). Restaurantes lotados… Enfim… Se pretende curtir esse passeio com toda tranquilidade que ele merece, melhor ir durante a semana.

COMO CHEGAR

– Para chegar a Vernon, ponto de partida para Giverny, mais uma vez optamos pelo trem, partindo da Estação de Trem Saint Lazare, em Paris, onde pegamos o primeiro trem para o Rouen   (Detalhes de como chegar a Giverny aqui, no nosso primeiro post sobre essa viagem):

Estação Saint Lazare – Paris

Bilhetes de TREM – Paris.Vernon

– Chegando em Vernon,  filas e mais filas. Primeiro, fila para alugar  bicicletas. Alguns minutos de atraso e, provavelmente, já não encontraríamos nenhuma pra contar história. O valor também aumentou: 14 Euros pela diária, contra os 6 Euros que pagamos pela mesma diária em 2010.

– Meus pais pretendiam ir de ônibus, pagando apenas 4 Euros por pessoa. Ocorre que a fila realmente não ajudava:

Após dois ônibus saírem sem que eles conseguissem embarcar, decidiram ir de táxi. Há um ponto de táxi bem ao lado da estação de trem. Pagaram 20 Euros pela corrida até Giverny.

– Já em Giverny, mais fila para entrar na Fundação:

E o ingresso, um poquinho mais caro que em 2010 – 9 Euros:

Mas todo esforço vale a pena, sobretudo com o  vigor da primavera  colorindo os jardins:

Jardins de Monet - Giverny

ONDE COMER

Mais uma vez, optei pela chance histórica de almoçar no hotel  que já abrigou grandes nomes do Impressionismo – o Ancien Hôtel Baudy:

Mas, na oportunidade, não ficamos assim, digamos, tão à vontade com o cardápio. Acabamos pedindo alguns pratos que não agradaram tanto.

Mas não faltam opções para almoçar em Giverny, sobretudo em domingos ensolarados, quando notei que Giverny, de fato, funciona a todo vapor (turisticamente falando). Uma opção bacana é o Les Nymphéas, localizado na lateral do estacionamento da Fundação Monet:

Outro que também tem um astral bacana é o La Capucine,  um espaço, na Rue Claude Monet, que reúne café, restaurantes, além de toilettes.

Na hora de voltar a Paris, caso tenha comprado bilhetes de ida e volta em Saint Lazare(Paris), não esqueça de validar seu bilhete de retorno nas maquininhas amarelas, dentro da Estação de Trem de Vernon:

Todos os detalhes sobre o passeio a Giverny no nosso primeiro post:

Como ir de Giverny a Paris 

– Assista ao documentário da BBC sobre os Impressionistas aqui.

OUTRAS INFORMAÇÕES:

– Fundação Claude Monet – http://www.fondation-monet.com/

– Giverny – http://www.giverny.fr/

– Calendário de Floração – http://giverny.org/gardens/fcm/calendar.htm

– Mapa dos Jardins – http://giverny.org/gardens/fcm/planjard.htm

TRENS e ÔNIBUS:

– Trens – http://www.sncf.com/

– Ônibus – http://www.pariscityrama.com/fr/

TOUR MONET – MUSEU ORANGERIE + GIVERNY

www.ticketbar.eu

MAIS PASSEIOS EM PARIS

INGRESSOS PARA O LOUVRE

VERSAILLES À NOITE

SHOW E JANTAR NO MOULIN ROUGE

City Tour + Cruzeiro + Almoço na Torre Eiffel

– Todos os serviços e passeios oferecidos em Paris AQUI.

MAIS SOBRE PARIS: 

Paris de metrô

Roteiro fácil para a Sacré Coeur

Uma noite no Moulin Rouge

Nossa dica de hotel em Montmartre

Quiznos – fast and good – ARUBA

18 set

Depois de uma semana em Curaçao, com direito a uma esticada bate-volta a Bonaire, chegamos a Aruba, digamos assim, contidos. Para administrar o resultado dos excessos anteriores, incluindo aqui as gordurinhas (básicas) de viagem já adquiridas, definimos que dispensaríamos o mínimo possível com alimentação, o que, para nós,  implica dizer: supermercado e fast food. Foi nessa medida que conhecemos a Quiznos.

Passei pela porta e não vi a menor a graça, mas depois de uma longa caminhada sob o sol implacável, tal qual o do sertão mais sertão do Piauí, o Hélio me enquadrou: Vamos comer aqui!

Fiz bico e cara feia, mas bastou atravessar a porta e veio  a descoberta: a Quiznos  é uma franquia  de sanduíches nos mesmos moldes do Subway.

Os sanduíches são uma delícia.  Recheios mais trabalhados, com itens como champignon e molho de bacon. Pão mais macio e sabor mais suave. Meu pedido,  um  sanduíche de frango carbonara. Precioso!

Dois sanduíches, acompanhados de refrigerantes médios nos custou  25 florins arubianos e uns “quebradinhos”, menos de 15 dólares.

De cortesia, self service apimentado para acompanhar:

Ficamos clientes. Batemos ponto no almoço quase todos os dias. E, vamos combinar, pagando o mesmo que no Subway, você come um sanduíche bem mais gostoso (mas isso é gosto… Nós preferimos a Quiznos).

A franquia americana, com trinta anos no mercado, já conta  com lojas no Brasil desde 2011. Confira no http://quiznosbr.com.br

Em Aruba, a nossa Quiznos preferida (não sei se é o única por lá) ficava na avenida principal de acesso a Oranjestad. Vindo de Palm Beach, duas quadras antes do terminal de ônibus:

RESUMINDO

O QUE: um lugar para gastar pouco e comer bem – Quiznos Aruba.

PRA QUE: sanduíches, sopas e saladas, até as 23h, com opção de drive-thru.

ONDE: Na L. G. Smith Boulevard, próximo ao trevo do Posto Valero, em Oranjestad, Aruba.

SITE: http://www.quiznos.com/

– Todas as informações constantes no post, inclusive valores e horários, referem-se a agosto de 2012.

MAIS SOBRE ARUBA? Leia também:

ARUBA – BONAIRE – CURAÇAO – Dicas úteis

Blue Bay Beach – CURAÇAO

4 set

Tudo bem! Blue Bay não é uma daquelas praias cinematográficas e imperdíveis de Curaçao, de parada obrigatória. Mas, vá lá! Se estiver de bobeira e não estiver afim de rodar 40 Km, ela quebra um galho muito bem quebrado.

A praia em si, não fosse a areia muito muito pedregosa e algumas pedrinhas mais ariscas logo na parte mais rasa, seria perfeita.

 Como sempre, aquela água tranquila, cristalina, relaxante e reluzente, sem defeito, desde que você esteja calçado para não ser incomodado pelo assoalho hostil.

Sejamos tolerantes. Uma coisa é ter praia, outra coisa é ter mar. Curaçao  tem mar, mas não praia e, como praia artificial, Blue Bay realmente está precisando de uma manutenção no seu estoque de areia. Fora isso, vamos ser justos, Blue Bay é uma gracinha!

Um cantinho tranquilo, distante da badalação. Até uma máquina fotográfica mais afoita (como a minha) causa estranheza aos seus banhistas discretos.

A Baía, na verdade, é um extenso condomínio com campos de golfe e também um hotel (por isso, você, inicialmente, irá se deparar com uma guarita).

Para “os normais” – que não moram no condomínio, tampouco estão hospedados no hotel –  o acesso à praia, claro, é pago. E caro (pelo menos nós, habituados com nosso extenso litoral gratuito), OITO DÓLARES por pessoa.

Superada a fisgada da bilheteria, a estrutura traz suas compensações (sobretudo pela piscina). As espreguiçadeiras, para nossa alegria, também já estão incluídas nos oito dólares.

A praia conta ainda com um conceituado bar e restaurante, Azzuro.

Depois dos 16 dólares deixados na portaria, ficamos apenas no quiosque da praia, Blue Bites Kiosque.

E  foi o acerto, já que os petiscos são uma delícia e servidos com todo requinte de comida grã-fina. Pedimos uma porção de crostinis de tomate, queijo e  manjericão (bruschetta, na verdade). Divina!

Porção de Crostinis – US$ 8,35

E para molhar o bico, tirando onda de gente fina, uma dose de Curaçao Blue. Divino também!

Antes de ir embora, um merecido banho de piscina para fazer valer os oito dólares 😉

COMO CHEGAR

A Blue Bay fica  aproximadamente a 15 km de Otrobanda, em Willemstad (clique no mapa para ampliar).

– Mapa na íntegra disponível no Google Maps

Para chegar, você deve sair de Otrobanda sentido Westpunt e Hato Airport:

Ao chegar na primeira rótula (que dá acesso à Piscadera), continue seguindo direto, sentido Hato Airport. Alguns quilômetros à frente você verá, à esquerda, a placa sinalizando a entrada para a Blue Bay:

RESUMINDO

Praia: Blue Bay Beach – 15 Km do centro de Willemstad.

Acesso: pago – 8 dólares por pessoa ( em agosto de 2012)

Estacionamento: Disponível . Incluído no valor da entrada.

Para comer: Restaurante Azzuro e Blue Bay Kiosque.

Site do Hotel: http://hotel.bluebay-curacao.com/

Para curtir Curaçao…

Primeiro, entenda Willemstad.

Depois, arrume uma praia bacana para relaxar:

Caracasbaai

Pirate Bay – Pisacadera

E antes de voltar para hotel, uma pausa merecida para comer bem:

Waterfort Arches

Mundo Bizarro

Entendendo Willemstad – CURAÇAO

2 set

WILLEMSTAD, capital de CURAÇAO, é uma cidade tranquila, charmosa, com um centro histórico colorido por prédios e casarões coloniais que mais parecem cenário de cidade cenográfica.

Lindinha demais! Assim é Willemstad. Entenda a colorida capital de Curaçao  no mapa e nas fotos correspondentes:

1. PUNDA – Região mais badalada de Willemstad, famoso centrinho procurado pelos turistas, principalmente para compras. Na foto, Handelskade, a ruazinha estreita que beira a Baía de Santa Anna:

2. PONTE QUEEN EMMA – ponte móvel localizada na entrada da Baía de Santa Anna. Apenas para pedestres, liga Punda a Otrobanda:

3. OTROBANDA – A “outra banda” da Baía de Santa Anna é a região onde está o comércio local de Willemstad. Ainda assim, tem muitos atrativos turísticos. Na foto, Brionplein (a praça). Ao fundo, o conjunto de prédios coloridos é o Hotel Howard Jonhson:

4. KURA HULANDA – quarteirão tombado pela Unesco. Hoje abriga museu, um complexo hoteleiro e restaurantes:

5. RIF FORTE – o antigo forte – na entrada da Baía, em Otrobanda –  foi restaurado e hoje é um elegante centro comercial, com lojas e bons restaurantes:

6. PONTE QUEEN JULIANA – a altíssima e vertiginosa ponte para veículos, também na baía de Santa Anna:

7. MERCADO FLUTUANTE – o famoso mercado de barcos ancorados. Uma sequência de barracas de frutas e verduras trazidas da Venezuela:

8. MUSEU MARÍTIMO DE CURAÇAO – museu interessante. A lojinha de presentes por si só já faz valer a visita. Um requintado restaurante funciona no andar superior:

9. MERCADO CENTRAL (New Market) – mercado popular central, onde você vai encontrar de barracas de pastéis a óleos para bronzear:

10. WAAIGAT – canal que se abre na Baía de Santa Anna, na margem de Punda, formando um lagoa que divide a região de Pietermaai (à direita) e Scharloo (à esquerda):

11. FORTE AMSTERDAM – antigo forte, hoje abriga orgãos do Governo de Curaçao:

12. CURAÇAO PLAZA HOTEL & CASSINO – o único prédio alto erguido na entrada da Baía de Santa Anna, em Punda. Embora ainda funcione normalmente, o serviço eu não sei, mas o  aspecto é bem decadente:

13. WATERFORT ARCHES – uma área de restaurantes, à beira mar, nos arcos de um antigo forte:

14. PIETERMAAI – região mais holandesa de Willemstad, povoada por imponentes casarões coloniais. Embora guarde muito da história de Curaçao, ainda é  menos procurada que Punda e Otrabanda pelos turistas:

E saiba também…

Straat é rua;

Brug é ponte;

Plein é praça;

Weg é rodovia.

E se quiser continuar passeando por CURAÇAO, lá vai:

ABC do Caribe – Dicas Úteis

Queijos e Licores  (compras)

Waterfort Arches (restaurante)

Mundo Bizarro (restaurante)

Caracasbaai (praia)

Pirate Bay – Pisacadera (praia)

Desarrumando as malas em Curaçao

MUNDO BIZARRO – CURAÇAO

1 set

Faz um tempão que queria falar do Mundo Bizarro. Desde a primeira vez que estive lá (em dezembro de 2011) e fiquei caidinha pelo lugar.

Ele aparece em praticamente todas as revistinhas turísticas (e gratuitas) de Curaçao. De alguma forma, uma vez por lá, você acabaria ouvindo falar dele, embora fique numa ruazinha residencial, afastada do miolo mais badalado de Punda, em uma região colonial de Willemstad – Pietermaai – que, embora tenha grandes pretensões, ainda é pouco explorada pela turistada.

Bequinho do Miles (Bar e Restaurante) na Nieuwestraat – Pietermaai Smal

Mais que um lugar para sentar e comer, o Mundo Bizarro, disposto em um sóbrio casarão colonial, é também para ser apreciado com seu estilo misturada retrô que acaba formando uma bagunça bric-à-brac charmosa.

Tudo é atraente. Cada cantinho, cada vasinho, cada coisinha pendurada nas janelas.

Se for sua praia, sente no Bar – decorado por um mosaico de azulejos coloridos –  e peça qualquer um dos reputados drinks de seu cardápio.

No mais, procure um lugar arriba ou abajo para sentar, relaxar e fazer seu pedido, sempre ao som de boa música e atendimento meeeiro (50% simpatia/50% indiferença).

Na primeira vez, fomos depois da 19:00h e já pegamos o menu do jantar. Dessa vez, chegamos lá pouco antes das 17:30 e nos ofereceram apenas o cardápio de, digamos, petiscos:

Tudo em holândes, o que facilitou bastante a nossa escolha (como você pode perceber). Depois de alguns minutos vendo e revendo o cardápio (como prova de múltipla escolha que você não sabe a resposta, mas precisa acertar), pedimos um crostini platter (e seja o que Deus quiser):

Crostini Platter – 15,75 Naf

Por sorte, acertamos! A incógnita era apenas um combinado de torradas cobertas por frango, carpaccio, peixe e um preparado de tomate com queijo.  Para não errar, fechando nosso happy hour, pedimos um café:

E chocolade pralines ( que não tinha nada de praliné), apenas cinco bombons. Bem sem graça:

Em dezembro (2011), jantamos uma massa e, como sobremesa, petit gateau e um café com amaretto (o mais gostoso dos três pedidos). Como não sobrou nenhuma foto, fica só a breve referência. Dessa vez ficamos só nos bites mesmo:

COMO CHEGAR

Como falamos no início, o restaurante fica em Piertermaai, na Nieuwestraat 12, em Pietermaai Smal. E você, certamente, a esta altura está se perguntando o que tudo isso quer dizer. Confira no mapa (sendo A=Nieuwestraat):

Pietermaai é uma espécie de bairro de Willemstad. Fica imediatamente após o centrinho de Punda. Na verdade, começa  após este centro, entre a linha do mar e a lagoa – Waaigat.

É um bairro colonial, pontilhado de antigos casarões. É também uma área mais holandesa, mais frequentada por europeus.

Estando em Punda ou Otrobanda, próximo à ponte móvel, dá para ir a pé. Rende uma boa caminhada, de aproximadamente 1 quilômetro, mas é praticamente uma linha reta. Confira no mapa, sendo a Breedstraat a rua da esquina da Penha:

RESUMINDO

O QUE:  Mundo Bizarro

PARA QUE: para uma boa comida, excelentes drinks, ambiente charmoso e boa música.

PARA QUEM: para todos. Ambiente jovial, familiar, sem restrições. Mas é melhor ir mais arrumadinho (troque o chinelo por uma sapatilha. Já está de bom tamanho).

ONDE: Nieuwestraat, 12, Pietermaai Smal, Willemstad, Curaçao.

A QUE HORAS: Diariamente, a partir das 10h, para almoço, snacks e jantar.

SITE: www.mundobizarrocuracao.com

NO MAIS: aproveite para bater perna por Pietermaai, apreciando suas ruas e bequinhos de arquitetura colonial.

– Imagem acima: material distribuído gratuitamente pelo BIG RED ISLAND GUIDE.

– Todas as informações constantes neste post, inclusive valores e horários, referem-se a agosto de 2012.

MAIS SOBRE CURAÇAO? VEJA TAMBÉM:

ABC do Caribe – Dicas Úteis

Queijos e Licores

Waterfort Arches

Caracasbaai (praia)

Pirate Bay – Pisacadera (praia)

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