Arquivo | abril, 2013

Links Úteis para sua viagem ;)

12 abr

– Arrumando a mala

– Franquia de Bagagem

– Freemeteo – Previsão do tempo para os próximos sete dias com detalhes da situação meteorológica por horário.

Códigos, por país, para ligar a cobrar do exterior para o Brasil (disponível no site GTB)

Guia Internacional de tomadas e voltagens

– Câmbio – Conversão de Moedas

– Consulte seu voo – Infraero

Formulários de Imigração e Alfândega

– Aeroportos no mundo (lista de links do Skyscanner)

– Tabela de Feriados Europeus (disponível no blog Quatro Cantos do Mundo)

Na ponta do garfo – CACHOEIRA.BAHIA

7 abr

Cachoeira é uma pequena cidade baiana que abriga, entre ruas, casarões e ruínas, algo em torno de 500 anos de História.

Pura História, em prosa e verso.

E alguns fios desonestos.

Mas, como nem só de História vive o homem, na hora de comer, várias dessas portinhas datadas de alguns séculos atrás se abrem, forram as calçadas de mesinhas e aguardam pacientes a chegada dos comensais.

Assim, uma vez em Cachoeira, escolha sua portinha e vá procurando um lugar pra sentar.

Nós fomos puxados pelo charme eloquente de um sobrado do século XIX:

Restaurante (e Apart Hotel) Aclamação que, como o nome sugere, fica no Largo da Aclamação, bem em frente à antiga Casa da Câmara e Cadeia Municipal, no miolo histórico onde todo mundo se bate, seja forasteiro ou local.

Largo da Aclamação – antiga Cadeia Municipal – Cachoeira – Bahia

Uma olhada rápida no cardápio e fomos de cara na moqueca de camarão. Em uma espera não tão rápida assim, ela chega toda trabalhada no dendê, com foguinho e tudo:

Demora um pouco e, se você for do tipo paulista que está acostumado com tudo pra já, não se irrite, respire fundo, sorria, você está na Bahia e, depois da espera, entregue-se sem medo aos prazeres dessa moqueca:

Tudo perfeito, mas o pirão (aí, à direita na foto), em ponto de polenta, me ganhou pra sempre (amo polenta, talvez seja isso…). O prato da foto equivale a meia porção, opção disponível no cardápio para todos os pratos.

Moqueca de Camarão – meia porção – com guarnições – R$ 36,00.

Ao final, a conta, com duas cocas de 1 Litro, fechou em R$ 59,00 (preços praticados em março de 2013). Chato mesmo foi ter que se despedir da nossa companheirinha no jantar. Lindinha por demais.

No dia seguinte, apesar de amar a Pousada onde nos hospedamos, sempre fica aquela vontade de curtir a Pousada do Convento, estabelecida no complexo religioso do Carmo – Convento e Igreja – datado de 1715.

Para quem não está hospedado, dá pra curtir um pouco desse santuário histórico sentadinho na varanda do Restaurante da Pousada – Confraria – com vista para o átrio do Convento e a torre da Igreja.

A comida, vá por mim, demora de verdade, tanto que, ao entregar o cardápio, o próprio garçom faz essa ressalva.

Mas, de novo, sorria e, de sorriso e peito aberto, caminhe pelo convento e pense que aquelas paredes estão ali há exatos 298 anos (sua espera vai durar bem menos que isso).

Nosso strogonoff de camarão chegou divino. Para acompanhar, apenas batata palha e uma porção de vatapá, delícia, que pedimos à parte (nada de arroz, que, vamos combinar, é a cara de strogonoff… Falha técnica).

E uma conta razoável? Não sei. Como estávamos quebrados, acabou caindo como uma bomba na nossa mesa… Mas, lá vem o mantra: sorria, você está na… Então. Sorria sempre 😉

No final de abril (2013) retornamos e, dessa vez, acrescentamos ao pedido uma casquinha de siri, imperdível 🙂

E o Peixe Português. Muito bom também, mas acredito que aquele caldinho de pimenta (que acompanha a casquinha), lá no cantinho da foto, fez toda diferença.

Voltando ao tema de orçamentos estreitos e achatados, para suavizar os gastos, terminamos a noite do jeito que mais gostamos, acomodados numa boa e velha pizzaria. Velha mesmo, já que a pizzaria que escolhemos, Shambhalah, fica, inevitavelmente, em mais uma daquelas casinhas coloniais datadas de mil oitocentos e lá vai, bem em frente ao Convento.

A pizza, toda bonitona, tinha tudo pra dar certo, não fosse o ponto extremamente crocante da massa. Eu, particularmente, prefiro pizzas de massa macia, o que, por sua vez, não é motivo para tirar a Shambhalah (cheia de H) da lista de dicas.

Ainda mais que, agora, sorria de verdade, a conta foi uma delícia… kkkk

Mas se quiser economizar mesmo e comer bem, a dica é o macarrão da Garagem.

A portinha oferece fast massa com molho temperado à sua escolha, o Spoleto de Cachoeira. O tempero é uma delícia e, por R$ 8,00 (preço em abril de 2013), você tem uma porção generosa de macarrão feito rapidinho, mas no capricho.

A GARAGEM fica na praça do chafariz:

Na direção oposta à Santa Casa de Cachoeira.

Praça do Chafariz (ao fundo, Santa Casa de Cachoeira.BA)

Melhor que isso, só uma caminhada tranquila pelas ruazinhas barrocas de Cachoeira e terminar o dia à beira do rio, iluminado pelas luzes de São Félix, na outra margem do Paraguaçu, praticamente uma  Vila Nova de Gaia… Eh-eh!

– As informações deste post, inclusive valores, referem-se a março de 2013.

– Mais informações sobre a Pousada e Restaurante do Convento aqui.

– O Restaurante Aclamação também é Apart Hotel. Mais informações aqui e Fan Page do Restaurante aqui.

– Para saber sobre a Pousada onde nos hospedamos em Cachoeira, leia também o post Pousada Mirante do Rio.

Pousada Mirante do Rio – CACHOEIRA.BAHIA

2 abr

Um lugar pra realmente esquecer de tudo, isolar-se do mundo e dormir com o cri-cri dos grilos. Isso resume a Pousada Mirante do Rio.

Chalé da Pousada Mirante do Rio - Foto do Eduardo Morais, disponível na Fan Page da Pousada.

A estalagem, escondida e ainda pouco conhecida, fica no município de Cachoeira, às margens do Rio Paraguaçu, a 2 km do Centro Histórico da cidade.

Cachoeira e Rio Paraguaçu – Bahia – Foto de Eduardo Morais.

Cachoeira/BA, por sua vez,  fica na BR-101, a 35 km de Feira de Santana, sentido sul, e a pouco mais de 100 km de Salvador.

Voltando à Pousada, pra curtir sua estada,  indispensável saber que:

Primeiro: as instalações são muito, muito, muito simples.

Segundo: pousada mesmo, tal qual conhecemos, não é bem o que te espera. Não conte com uma recepção 24h ou com funcionários treinados aguardando por v0cê. Nada de serviço de quarto, telefone, interfone, ar-condicionado ou internet wi-fi.

Toda receptividade se resume ao Tóta, o único funcionário que, na verdade, é meio que o caseiro do lugar. Mas, se você acabou de ler isso e entortou o bico, saiba que, com o passar dos dias, vai perceber que ele é melhor que muito recepcionista poliglota que se acha por aí.

Tóta… Sorriso largo, cuscuz quentinho e simpatia todas as manhãs.

A pousada se resume em um pequeno pedaço de terra com três chalés…

E um sobradinho onde o Tóta fica, tipo a sede da “fazenda”:

Os quartos são simplórios, apenas com o básico:

Para refrescar, só ventilador de teto… Ops… de telhado:

Mas o chuveiro quente funciona e uma pequena cozinha, com pia e frigobar, também facilitam sua vida.

Televisão tem. Sintonizar que é o grande desafio (nós não conseguimos). As tomadas, 110v, todas no novo padrão:

A entrada da Pousada não tem muito protocolo nem sinalização. Apenas uma placa discreta e, logo depois, uma cancela de arames que você mesmo abre e fecha ou não fecha, fica a seu critério.

Com essa descrição, nosso objetivo é apenas um: não permitir que você chegue no lugar certo com as expectativas erradas.

Vista de Cachoeira e do Rio Paraguaçu – Pousada Mirante do Rio – Cachoeira.

Sim! Porque o lugar  e a vista fazem tudo valer a pena e não seria justo penalizá-lo pelo fato de não oferecer lençóis de algodão tipo exportação ou sabonetinho de erva-doce no banheiro.

A proposta, na verdade, é aquela mesma da música… Tipo… ♫♪.•*Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê *♫♪. Então. Esqueça os padrões, mergulhe na paisagem e curta sua casinha de sapê!

Entendendo isso, vai perceber que a Pousada Mirante do Rio é um refúgio e não um empreendimento hoteleiro.

Um lugar para não fazer nada e passar o tempo  observando o jantar das lagartixas, cuidando de engolir todo e qualquer bichinho voador que caiba em suas boquinhas gulosas.

E, no dia seguinte, acordar ao som dos passarinhos…

No horário definido por nós, o Tóta vem, aos pouquinhos, montando a mesa de café da manhã. Ali mesmo, na varanda do chalé, com direito a cuscuz, ovos mexidos, suco de mangas fresquinhas e à brisa do Rio Paraguaçu.

Aí, vem a grande questão: quem precisa de cama king size quando se tem um café da manhã assim?

O maior luxo, às vezes, é se permitir viver de forma simples. Por essas e outras, levando em consideração nosso estilo de vida sem qualquer apego a estilo, a Pousada Mirante do Rio está no “Top Topo” das melhores pousadas das nossas vidas.

Não bastasse isso, não é apenas uma questão de buscar o lugar ideal, mas, mais que isto, buscar um lugar com o preço ideal.  A diária de R$ 100,00 caiu como uma luva no nosso orçamento sem açúcar, sem gordura e descafeinado. E isso porque era Semana Santa e fiz a reserva horas antes de viajar. Em dias normais, inclusive finais de semana, a diária cai para R$ 80,00 (preços praticados em março de 2013). Um achado!

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

– Contato: para fazer a reserva, liguei para os telefones da pousada indicados no site. O Eduardo, dono do lugar, prontamente me atendeu e agilizou a reserva. O caso é que, quando chegamos lá, o Eduardo não estava e o Tóta, que nos recebeu, não sabia da nossa chegada. Ideal mesmo, ao acertar com o Eduardo, é pedir o telefone do Tóta e também confirmar com ele (pelo menos é o que faremos na próxima vez).

Acesse o site aqui e o Facebook do Eduardo aqui. E ainda tem a fan page da Pousada, aqui também.

Localização: a Pousada fica em Cachoeira, mas a cerca de 2 km do centro histórico da cidade. Até pensei em fazer um fotoguia de como chegar, mas são tantos vira aqui e ali que, o melhor mesmo, é ir perguntando. Para tanto, pra não chegar sem nenhuma referência, dá para ter uma noção da localização pelo mapa abaixo, disponível no site da pousada:

Em razão da localização, o ideal mesmo é chegar durante o dia. Para quem não conhece, o lugar é difícil de achar, fácil  de se perder e escuro de doer à noite.

–  Segurança: Como policiais, acabamos, inevitavelmente, sendo meio paranóicos com segurança. Chegamos lá à noite. Tudo muito escuro, no meio do nada e nenhum item de segurança, tipo muro, portão, cerca elétrica ou coisas do gênero. Acabamos ficando surtados com qualquer barulho que viesse do mato. Depois, quando fomos percebendo que os vizinhos dormiam com as portas abertas e ninguém na região usava grades,  correntes ou cadeados, percebemos que nossa paranóia destoava da tranquilidade do lugar.

O que levar: Para não ser pego de surpresa, leve seus itens de higiene pessoal (sabonete, shampoo, pasta de dentes, cotonete, etc). Caso esqueça alguma coisa, se pedir ao Tóta, ele sai correndo pra comprar, mas se quiser se virar por sua conta, pode ir à Mercearia Caquende, que costuma abrir até nos feriados (até as 12h nesses casos – não abre aos domingos).

Repelente também pode ser necessário, embora, no período em que estivemos lá, os mosquitos não deram as caras (talvez pelo competente trabalho realizado pelas lagartixas kkkk)

– Pela distância do centro de Cachoeira, estar de carro (ou moto) é totalmente necessário. Pelas ladeiras, que se estendem como paredões no caminho da Pousada, acho que até bicicleta é complicado. Mas, caso goste de andar, fique ciente que são 2 km até o centro histórico.

POSTS RIO

2 abr

ÚTIL:

Mapa do Metrô

Transportes

Hospedagem – Magic Palace Hotel

BASICÃO TURÍSTICO:

Corcovado – Cristo Redentor

Pão de Açúcar

Jardim Botânico

Ilha de Paquetá

Lapa

CENTRO/GLÓRIA:

Um passeio pelo Centro I – Largo da Carioca

Um passeio pelo Centro II – Praça XV

Espaço Cultural da Marinha

Feira da Glória

Magic Palace Hotel – Glória

ONDE COMER:

Aprazível – Santa Teresa

Antigamente – Rua do Ouvidor

Confeitaria Colombo

Cevada B0teco – Copacabana

Da Gema Boteco – Tijuca/Andaraí

Pizzaria Guanabara – Lapa

EVENTOS:

SHOW DO PAUL – Antes e Depois.

OBSERVAÇÃO: As informaçães constantes nos posts, inclusive valores e horários,  referem-se ao período de junho de 2011.