Arquivo | ARACAJU RSS feed for this section

O SAPATÃO DO BAIRRO INDUSTRIAL

10 mar

É! Até daria título para episódio do seriado “As Brasileiras”. E todo mundo, inevitavelmente, acaba fazendo essa brincadeira clichê e meio “dã” com o nome desse restaurante. Mas, como já deixei escapar, trata-se apenas de um restaurante, um dos mais antigos e o mais indicado na Orlinha do Bairro Industrial, Zona Norte de Aracaju.

Coladinho no Rio Sergipe, o Sapatão oferece ventinho suave e vista generosa. O rio, a ponte, o mangue, Aracaju e Barra dos Coqueiros, tudo a sua volta, na varanda do Sapatão.

 O restaurante já foi, na outrora da história,  um barraco de madeira à margem do rio. Mas isso antes, antes da prefeitura da “qualidade de vida” decidir aproveitar o potencial turístico do antigo Bairro Industrial, transformando a humilde vizinhança de pescadores em uma Orla organizada.

De quebra, pra nossa sorte, os barracos da área reformada foram substituídos por instalações apresentáveis, em alvenaria (olha só, não sei como foi, só sei que foi assim). E foi assim que o Sapatão acabou se tornando uma opção apresentável de restaurante no Bairro Industrial.

No final das contas, no embalo turístico da Orlinha, o Sapatão ganhou de virada. A clientela antiga se manteve e muitos que talvez entortassem o nariz para o antigo barraco, hoje comem lindos e pomposos nas mesinhas de sua varanda.

Até porque, a comida, independente de qualquer coisa, faz a diferença.  O tempero é daqueles caprichados, com um sabor encorpado em pratos duralex.  A galeria de itens do cardápio é variada, porém simples e eficiente.

No nosso caso, apesar de crescermos os olhos na aparência e no cheiro dos peixes alheios, que chegavam nas mesas vizinhas, preferimos uma coisa mais leve. O FRANGO A VIVALDI me pareceu estranhamente refinado. Entre peixes e camarões e dendê, o frango foge do script  com seu molho de mostarda e, no nome e na proposta, me pareceu muito “bistrô”. Decidi arriscar.

Frango a Vivaldi – R$ 25,90.

A apresentação é simples, mas o sabor diria  sofisticado e bem calculado. Muito bom  MESMO. O ARROZ CANARINHO, que acompanha o prato, também é uma pérola bem temperada. Segundo o Hélio, perfeito:

Arroz Canarinho (guarnição)

E, embora não tenha nada a ver com nada, o Hélio estava sedento pelo pirão de peixe alheio, servido na mesa ao lado. Daí a misturada. Pedimos para substituir as batatas fritas (que acompanham o frango) pelo pirão:

Pirão de Peixe (guarnição)

Não sei se a mistura daria certo para outros paladares mais exigentes, mas para o Hélio foi “O” almoço. E o pirão de peixe, segundo ele, roubou a cena no prato e levou o Oscar de melhor prato coadjuvante .

Mas, depois de encher as barriguinhas, o que roubou a cena mesmo foi a conta. O almoço, que serve bem duas pessoas “moderadas”, incluindo os refrigerantes e os 10% do serviço, nos custou surpreendentes R$ 35,53. Gostei, viu? Nunca mais tinha deixado menos de 50 reais na mesa de um restaurante.

No mais, vale mencionar o bom atendimento. Pelo menos no caso do Joseph, garçom que nos atendeu com muita simpatia. Oscar pra ele também! 🙂

– INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Ah-ah! Está tudo aí (na foto acima)! 😉  Lembrando que o Sapatão é o primeiro restaurante da Orlinha, não tem erro.

– Para saber como chegar na Orlinha do Bairro Industrial, pode pescar no nosso post do Teleférico, certo?

– Fora isso, é bom salientar que nos horários de maré baixa, talvez a vista seja um pouco agoniante. O lixo jogado no rio pelos “sem noção” fica à mostra e você almoça vendo garrafas, pneus e amaldiçoados sacos plásticos disputando espaço com algumas poucas aves que tentam enfeitar a desmerecida paisagem de falta de consciência. Com a maré cheia, tudo são águas tranquilas! Mas fica o alerta e o desabafo.

FEIRA DE SERGIPE – Pense numa coisa boa!

26 jan

Eu confesso que não estava dando muita atenção para a Feira de Sergipe, que começou na Praça de Eventos da Orla em 17 de janeiro (2012). Seguia minha vida tranquila ATÉ me deparar com o lindo post da Carol no A gente Viaja. A última vez que estive na Feira foi há muitos anos e, na época, lembro que nada encheu meus olhos.  A partir daí, deixei de me interessar pelo evento. Mas o post da Carol atiçou meu diabinho consumista, que ficou no meu ouvido: “vai lá, menina, comprar coisas pra teu apartamento novo.” kkkkk

Resultado: o slogan oficial – pense numa coisa boa –  faz jus ao evento.Ontem à noite, lá estavámos, eu e o Hélio, passeando pela feira, já carregados com nossas sacolinhas. A Feira tem de  tudo e reúne em um só lugar o resultado do trabalho de destaque de vários municípios do Estado. Artesanato, culinária, decoração, o mais bacana que cada cidade de Sergipe tem a oferecer.

Bem estruturada, a Feira conta com um palco onde há programação artística todas as noites, além de praça de alimentação e stand da administração, que dá todo suporte ao evento.

O meu foco, como disse meu diabinho, era decoração, já que, em meio a loucura que é uma mudança, sempre sobra um pouquinho de nervos para pensar no cenário ideal para essa nova fase. Assim, fui de cara nos stands de móveis, caixas, quadros e outras coisitas do gênero.

Arte em madeira - Stand da Rosana.

 A primeira (e custosa) compra foi no Stand da Rosana, onde encontrei exatamente a peça que estava procurando para minha cabeceira: um elegante criadinho mudo, todo trabalhado no retrô.

Criado-mudo - R$ 350,00 (stand aceita cartões e divide em 2x)

Meu criadinho pedia algo a sua altura para compor o conjunto. Nada mais bacana que uma luminária de fuxico perfeita, que comprei no Ateliê Chuka. Carinha, mas única, vale o esforço:

Luminária de Fuxico - R$ 69,00 (Aceitam cartões)

A porta da cozinha, que fica batendo toda hora, ganhou um peso de porta na linha do ap  – balaio de gato – fazendo conjunto com os preciosos que já moram aqui ( Jean Luke e Jean Quique):

Peso de porta - R$ 10,00.

E para o banheiro, os  exóticos e cheirosos sabonetes de Canindé do São Francisco, à base de leite de cabra e essências do sertão, como palma, alecrim, camomila e canela. O de camomila e alecrim são meus preferidos.

Sabonetes de Canindé - Pequeno R$1,50/ Grande R$3,00.

A Feira de Sergipe  funciona das 17h às 23h. O acesso é gratuito e vai até o dia 29/01/2012. Mas não fiquem tristes, boa parte dos expositores tem contatos e/ou lojas onde podem ser encontrados a qualquer tempo. É o caso da Rosa, que produz os sabonetes de Canindé. Você pode ligar para o celular dela, (79) 9949-2277, e fazer sua encomenda (ela entrega em Aracaju).

A Rosana Prado, artesã responsável pelo “meu” criado-mudo, também tem contato e trabalha com encomendas (eu, inclusive, encomendei outro criado… Ô! Fazer o que, minha gente? A cama tem dois lados):

E o contato da Edlene, do Ateliê Chuka, onde comprei a luminária de fuxico:

Os preços não são suaves, fato. Mas como são objetos artesanais e exclusivos, vale a pena dar uma apertadinha no orçamento, já que, nessas situações – de peças únicas – minha filosofia é que pior que comprar caro, é não comprar ( e depois ficar se lamentando)! kkk  Filosofia consumista, eu sei, mas a gente trabalha pra que, né? 😉

ÚTIL:

– A Feira de Sergipe acontece anualmente, no mês de janeiro, e esta é sua 7ª edição;

– Está localizada na Praça de Eventos da Orla, ao lado da Delegacia de Turismo, quase em frente ao Hotel Mercure (confira as fotos no  nosso post que fala sobre o Arraiá do Povo, que acontece no mesmo local);

– Mais informações no site oficial  http://www.feiradesergipe.com.br/

– Não deixe de conferir o post da Carol sobre a Feira no A gente Viaja. Dicas, literalmente, deliciosas.

– Na saída (ou chegada, fica por sua conta), você ainda pode se fartar com uma típica torta de macaxeira (aipim/mandioca), recheada com carne de sol ou jabá, na Feirinha de comidas típicas ARATIP (bem ao lado da Feira de Sergipe, na área do estacionamento).

Colina do Santo Antônio – ARACAJU.SE

16 jan

Era uma vez um povoado, que virou cidade, que virou capital. Eu acho que ainda não disse isso aqui, mas, não tenho dúvida que, por essas e outras, um dos lugares mais emblemáticos de Aracaju é a Colina do Santo Antônio.

Colina do Santo Antonio – Av. João Ribeiro – Jan.2012.

Com sua singela igreja cravada no alto da colina, cercada por casinhas simples, coloridas e despretensiosas, o que encanta não é nenhum aparato turístico estrategicamente montado para atrair a turistada. Pelo contrário, o mais bacana é a simplicidade do lugar, envolto em uma atmosfera de cidadezinha de interior, vivendo em um ritmo próprio, em passos tranquilos, no coração da capital.

Mas, voltando ao Povoado, vamos esclarecer que o hoje Bairro Santo Antônio, na verdade, nasceu Povoado Santo Antônio do Aracaju, na dita Barra do Contiguiba, às margens do Rio Sergipe. O povoadinho humilde seguia sua vida tranquila, em volta da modesta igreja de taipa (hoje a bonitinha Igreja de Santo Antônio),  quando, pela união de interesses  políticos e comerciais, foi “promovido” a cidade, para, de cara, tornar-se capital do Estado, em 17 de março de 1855. Assim nasceu Aracaju, na Colina do Santo Antônio.

O ponto alto do passeio é a Igreja e, claro, o pátio da Igreja  – Praça Siqueira de Menezes –  com direito a uma das vistas mais bacanas da cidade:

Av. João Ribeiro - 1920 (imagem disponível em aracajuantigga.blogspot.com.br)

Av. João Ribeiro – 1920 (imagem disponível em aracajuantigga.blogspot.com.br)

Mas não se engane, concentrando toda sua energia desbravadora  no topo. Toda a colina vale a pena e garante imagens peculiares da capital, em recortes visuais que mais parecem tirados da João Ribeiro de 1920 (acima).

Casinhas, casarões,  uma igrejinha no meio da praça…  Permita-se fugir da correria da cidade (ou dos irritantes 10 minutos das excursões turísticas) para apenas sentar em um dos bancos da praça e deixar o tempo passar sem compromisso.

Nesse embalo, complete seu passeio com uma passadinha na Sorveteria Santo Antonio, bem ao lado da Igreja:

A dica calórica é o sorvete de mangaba (um dos mais procurados), mas eu, que não sou tão fã da fruta, já fui de morango, brigadeiro e até sonho de valsa, todos igualmente saborosos. Uma bola, na casquinha, R$ 3,00/ No copinho, R$ 2,50:

Atualização em 18 de março de 2012 – experimente também os novos sabores: jabuticaba  e jaca,  indicados, respectivamente, pela Ana Paula e pelo César, leitores do blog.

Se você tiver sorte,  enquanto se lambuza com seu sorvete (que derrete na velocidade da luz em razão do calor escaldante), ainda pode ter a chance de ouvir a Professora Olívia tocar divinamente seu piano. O instrumento  fica próximo à janela e os mais curiosos (me inclua nesse bolo! rs… Adoro piano) costumam encostar  nas grades brancas de sua casa para apreciar sua música.

À tarde, ainda tem o mungunzá ou os biscoitos amanteigados da Dona Passinha, uma figura de pessoa. Entre um biscoito e dois dedos de prosa, ainda conhecemos Dona Emília, moradora da colina há mais de 30 anos.

Dona Passinha (dentro da barraca), Dona Emília (sentada) e o mungunzá. Coisas da Colina!

Biscoitinho amanteigado da Dona Passinha – o potinho, R$3,00.

No mais, vale tomar nota que, de segunda a sexta, das 10h às 16h, funciona o posto de informações turísticas:

Ele fica na praça, atrás da Igreja, bem em frente à barraca da Dona Passinha. A utilidade mesmo é pegar, grátis, o mapa turístico  mais coerente –

de Aracaju:

Detalhe: O posto “turístico” não funciona finais de semana e feriados, ou seja, nos dias de maior fluxo turístico… #fail total.  E o mapa, como você pode ver, é patrocinado pela Caixa, então não estranhe a indicação insistente de lotéricas e agências desse banco, mais até que pontos turísticos. Mas, vamos relevar, o mapa é coerente e satisfatoriamente informativo e ajuda, inclusive, aos correntistas da Caixa, que saberão onde sacar dinheiro em Aracaju. De tudo se tira proveito 😉

Bela vista, sorvetinho, biscoito e boa gente. Desconfio ser esta a receita de sucesso da Colina.

COMO CHEGAR:

– Tomando como referência a Av. Beira Mar, prossiga nesta avenida, sentido centro da cidade. Siga direto sempre, passando pela Praça Fausto Cardoso e, na sequência, pela Praça dos Mercados. Após os Mercados, prossiga no sentido do fluxo, fazendo a volta no terminal de ônibus. No semáforo com a Av. Antônio Cabral, vire à esquerda (único sentido permitido) e, em seguida, à direita, na  esquina da 19º Circunscrição do Exército, na Av. Simeão Sobral, como aparece na foto:

Prossiga na Av. Simeão Sobral. Você irá passar, à direita,  pela esquina do  LOJÃO FASOUTO, acesso para ponte Aracaju-Barra. Para chegar na Colina, não vire, continue seguindo direto:

 Passando o Lojão,  vire na próxima esquina à direita,  onde há um semáforo. Pronto, ao  virar à direita, você já está na avenida que leva à Colina, Av. João Ribeiro. Siga direto e logo verá a Igreja surgir no topo da  ladeira. Confira o percurso no mapa (onde A= Av. Beira Mar e B = Colina do Santo Antônio, na Praça Siqueira de Menezes), Clique na imagem para ampliar:

Lembrando que: Av. Beira Mar beira o Rio (Sergipe) e não o mar. Depois do Iate Clube ela passa a ser chamada de Av. Ivo do Prado e no  centro da cidade, na região dos Mercados, ela segue como Av. Rio Branco. Ocorre que, nessa área, ninguém a conhece como Av. Rio Branco e sim como Rua da Frente. Lembre-se disso caso precise pedir informações, ok?

Itinerário do Forró em pleno verão – ARACAJU.SE

6 jan

Eles estão de volta! Em pleno verão deste comecinho de 2012, a MARINETE e o BARCO DO FORRÓ –  opções do São João aracajuano – voltaram para animar em tom nordestino as férias dos turistas que já lotam a cidade.

Então, fique atento para não perder 0 “bonde”:

MARINETE estará rodando até 29 de janeiro. Quintas e Sextas, a partir  das 14h, com roteiro City Tour (pontos turísticos da capital). Sábados e Domingos, sai às 15h, com roteiro Litoral Sul e Orla do Pôr-do-sol. Saída em frente ao Hotel da Costa, na ponta norte da Orla de Atalaia. GRATUITO.

BARCO DO FORRÓ sai às 15h, quintas, sextas e sábados, até 29 de janeiro. O embarque continua no mesmo local do período junino, o Píer do Crase, ao lado do Restaurante Renatão, que, por sua vez, está coladinho com o Iate Clube, logo depois da curva da Av.Beira Mar, sentido 13 de Julho-Centro. Você pode fechar o passeio na recepção do seu hotel ou direto com a Nozes Tour. Passeio: R$ 40,00 por pessoa ou R$ 55,00, incluindo o transfer hotel-píer.

As informações detalhadas sobre os dois animados transportes forrozeiros estão no nosso primeiro post sobre eles. Confira aqui.

Museu da Gente – ARACAJU.SE

28 nov

Uma pausa na nossa série tiradentina para tratarmos da novidade do momento aqui em Sergipe. De sábado (26/11/2011) pra cá só se fala nisso: MUSEU DA GENTE SERGIPANA. Um museu interativo, que se vale de mecanismos high tech para falar de gente simples, personagens do dia a dia sergipano que, com suas peculiaridades, constroem a história desse pequeno e notável Estado.

A cerimônia de inauguração foi no último sábado. Só para chiques e famosos, o que não é nosso caso… Ah-ah! Baianos forasteiros com pouco dinheiro.

Mas as visitações mesmo se iniciarão apenas no dia 06 de Dezembro de 2011 (Ó nós lá! kkk). Quem está de malas prontas para Aracaju, não pode deixar escapar essa oportunidade culturalmente correta. 🙂

O Museu fica na Av. Ivo do Prado (continuação da Av. Beira Mar, após a curva do Iate Clube), esquina com a Travessa M. Garcez (continuação da Rua Boquim, após a Praça  Camerino).

A entrada é gratuita. As visitas são guiadas e em grupos, a cada 30 minutos (informação atualizada em fevereiro de 2012).

Vale a pena conhecer!

– Mais informações em http://www.museudagentesergipana.com.br/

– E para nossos detalhes sobre nossa visita ao Museu, leia também MUSEU-LOJA-CAFÉ- casadinha da gente.

Ateliê 22 – ARACAJU.SE

11 set

Ops!

Atualizando: O Ateliê 22 voltou a funcionar, mas de uma forma diferente. Confira sua nova configuração no post – Ateliê 22 – Cama&Café.

____________________________________________________________________________________

 

Um estiloso bistrô escondidinho na Aruana. O lugar é tão inspirador que fala por si só. Bastaria postar as fotos que, tenho certeza, já te deixaria ansioso para ir até lá.

Ateliê 22.  Esse, certamente, é um dos endereços mais charmosos para  almoçar ou jantar em Aracaju.

Funciona em uma pequena casa na Aruana, Zona de Expansão da capital. Um pouco mais afastado e em um bairro ainda pouco explorado, o Ateliê 22 é bem discreto, fica meio que “escondidinho” e, talvez por isso, tem clientela seleta. Só vai até lá quem conhece ou quem tem amigos que conhecem.

Ao tocar a campainha e ser agradavelmente recebido pelo Alfredo Mallet, artista plástico e dono do estabelecimento, um lindo jardim se mostra à sua frente:

O salão principal fica no interior da pequena e bela casa, meio que restaurante, meio que galeria-ateliê, já que por todos os lados é possível admirar o belo trabalho do Mallet:

E o mais bacana, enquanto você almoça, ele trabalha tranquilamente em seu ateliê:

No ateliê, Mallet e sua esposa, Fátima, a grande Chef do restaurante… Gastronomia, literalmente,com Arte!

Preferimos almoçar no jardim,  embaixo do cajueiro, em uma mesinha rústica de
madeira, seguindo a temática do lugar, meio que mesa, meio que obra de arte,
com seu lindo painel artístico (mais uma das peças do Mallet que compõem o
ambiente) pintado na própria madeira:

Tudo de muito bom gosto e só a decoração já valeria a visita, não fosse a comida simplesmente EXTRAORDINÁRIA… Isso aí… Extraordinária em caixa alta. Sou bem comedida ao fazer comentários sobre comidas e pratos, já que gosto é gosto e o excelente pra mim pode ser mediano ou decepcionante pra você. Mas nesse caso vou abrir uma exceção: se não gostar da comida, procura um médico que pode ser grave… kkkkkkkkk

Seguimos as dicas do Mallet. Ele nos sugeriu uma entrada que não está no cardápio: carne seca com geléia de cebola. Juro que não esperava muito já que sequer gosto de carne seca. Ah ah! Ledo engano. Um requinte de prato com ingredientes tão rústicos. P-E-R-F-E-I-T-O!

Entrada: Carne seca com geléia de cebola – R$ 12,00.

Prato principal: Camarão à Ribalta, nada menos que camarão empanado no côco, molho de pitanga, blend (combinação) de arroz selvagem com arroz branco e batata sautée. Fica até chato, mas só pra reforçar: P-E-R-F-E-I-T-O! (rs)

Camarão à Ribalta (porção individual) – R$ 44,00.

Para sobremesa, mais uma vez seguimos a dica do Mallet. Ele nos sugeriu um petit gateau de rapadura. Primeiro Ãh?(rapadura? Como assim?) e segundo Aaargh! Entortei a boca e ainda tentei explicar que rapadura não rola mesmo pra mim… Doce demais, enjoada demais… Mas ele insistiu e garantiu que seria menos enjoativo que o de chocolate. “Então tá!”. Fomos de Petit Gateau de Rapadura:

Petit Gateau de Rapadura – R$ 14,00.

Depois de comer, entendi então uma frase que minha mãe passou a vida toda repetindo pra mim: “Anna Rosa! Nunca diga que não gosta sem experimentar!”. Até o Hélio que, a princípio, veio com aquela conversinha: “não, não, estou cheio!”, simplesmente avançou na minha sobremesa e ficamos disputando a colheradas o doce como ávidos esgrimistas… rs rs. Fica até chato, mas só pra não deixar nenhuma dúvida: P-E-R-F-E-I-T-A!

Algumas opções ainda não estão no cardápio. Mas basta perguntar ao garçom ou ao próprio Mallet e à Fátima (a super Chef ). Eles descrevem os novos pratos com todo prazer.

E a continha… Como era de se esperar, na medida da qualidade do serviço (comida, atendimento, ambiente… Tudo faz valer a pena):

INFORMAÇÕES BÁSICAS:

– Endereço: Rua Sargento José Valença Santos Leite, nº 22, Aruana.

– Telefone para reservas: (79) 8102-9392.

– Não aceitam cartões.

– Aberto: de quinta a sábado a partir das 19h e aos domingos
para almoço.

COMO CHEGAR:

Para quem não conhece muito ou nada de Aracaju, acho que o caminho mais simples é pela praia. Siga a avenida da Orla direto (sentido litoral sul), passando pela passarela do Caranguejo:

Após a passarela do Caranguejo, a pista dupla acaba, bem na esquina do Hotel Parque dos Coqueiros:

Prossiga na avenida e vá beirando o mar, tranqüilo, sentido litoral sul. Atente para o único prédio que há nesta região:

Você irá entrar (à direita) na rua do prédio, logo depois de uma lombada:

A partir daí, siga direto e vire na 8ª rua à direita,  a Rua Sgt. José Valença Santos Leite:

Esta é a rua do Ateliê 22, trafegue por ela e logo ele aparecerá à sua esquerda:

Simples assim!

Por e-mail, sempre recebo atualizações do cardápio do Ateliê 22. Olhar, por enquanto (até o Globo Repórter decidir diferente), não engorda:

———————————————————————–

Em 17/09/2011 – Só pra variar, esse final de semana meus pais estavam aqui e eu, claro, arrastei todo mundo para almoçar no Ateliê 22. Almoçamos no salão. Boa música, decoração elegante, ambiente aconchegante… Só faltou minha câmera… Tive que ir de celular mesmo (então não reparem nas fotos).

De entrada, novidade no cardápio. A Fátima nos apresentou um delicioso tempurá de camarão e vagens, acompanhado de mostarda dijon com melaço:

E para prato principal, além de repetirmos o precioso “Camarão à Ribalta” (adoro aquele coquinho misturado com a pitanga), pedimos também o Camarão à Zé Cláudio (molho de laranja com açafrão, arroz branco e purê de batata com ameixa):

Camarão à Zé Cláudio – R$44,00.

Só para não perder o costume… P-E-R-F-E-I-T-O!

————————————————————————–

Quer mais?

– Para saber um pouco mais sobre o artista plástico Alfredo Mallet, clique aqui.

– Para conhecer todas as dicas calóricas (e deliciosas, vamos combinar!rs) de Aracaju, visite a categoria Aracaju.Onde comer .

ARACAJU por Marcos Panichi!

30 jul

Segue o relato do Marcos sobre sua estada em Aracaju.

ARACAJU – Simplicidade e Calma

Estive em Aracaju no período de 20 a 26 de Julho.   Minha intenção inicial era me hospedar em um resort (Dioro) mas ele estava fechado no período.   Tenho dois filhos, de 11 e 14 anos, aluguei um carro no aeroporto e fiquei no Radisson Hotel na praia de Atalaia.

 O hotel é ótimo, excelente padrão, bom atendimento, ótimos serviços e boa localização.   Vale a pena.    Pela minha pesquisa as melhores opções seriam o Radisson ou o Mecure, mas este não tinha um quarto que acomodasse nos 4 e o Radisson tinha, ficando mais em conta.   Ambos são bem proximos.

VISTA DO HOTEL

A praia de Atalaia é o point para os turistas… o Radisson fica em frente ao Oceanário, do projeto Tamar, parada sempre obrigatória e melhor no fim do dia (ente 16 e 17 horas) quando eles alimentam os peixes, tartarugas e tubarões.   Na praia existem vários bons restaurantes e bares, casas de tapioca, diversas opções… das que eu frequentei as duas  melhores foram a churrascaria Sal e Brasa e o restaurante República dos Camarões.   Este é excelente…  ótimos preços, boa comida, excelente ambiente.   Se você quer comer camarões ou frutos do mar, é a opção mais em conta e melhor da praia de Atalaia.   Pode ir sem medo!

As praias para banho e diversão estão ao Sul.    Começando em Atalaia até Mosqueiro, todas são parecidas.    Mar com ondas, um pouco barrento, muito vento.   Eu fiquei em duas barracas de praia, a Parati e a Com Amor Beach Bar.   Ambas tem restaurante, bar, infraestrutura… Preferimos a Com Amor Beach Bar.   Porque?   Apenas porque o serviço foi melhor e a barraca possui mesas fixas, dando mais espaço entre os frequentadores, mais liberdade…e a seleção musical é muito melhor para nós que não gostamos muito da combinação samba-pagode…

LITORAL SUL - MOSQUEIRO

Depois de Mosqueiro tem uma ponte e mais praias ao Sul.   Não ache que vai encontrar uma praia muito diferente … ou você vai até a divisa com a Bahia ou todas serão do mesmo padrão.

Uma opção interessante, caso a maré permita, é o passeio de barco e visita a praia do Goré, na foz do Rio Vaza Barris.

Na cidade fomos ao Mercado, mirante, cruzamos a ponte para visitar a Ilha dos Coqueiros e Atalaia Nova…  vale a visita mas não é obrigatorio.   Não fomos ao passeio no Rio São Francisco porque choveu no dia escolhido…  Acabamos indo aos dois shoppings da cidade, o RioMar e o Jardins…  Ambos tem tudo que voce precisa… Se estiver em Atalaia, o RioMar é melhor.  Menor, não fica tão cheio, atende perfeitamente uma tarde chuvosa.

O ponto alto do passeio, sem duvida, foi o parque dos falcões.    Veja no  Miss Check-in como chegar ou feche um pacote com um taxista.   VALE A PENA.   Gente como o Jose Percilio, que criou e cuida do parque, é o que faz a diferença nesse pais… se tivéssemos mais brasileiros como ele, seriamos um pais melhor.    Voce agenda, leva 40-45 minutos para chegar de carro, e ele te recebe e fica com voce por 2 horas ou mais.   Voce conhece diversos falcões/corujas/aves, pode tocá-las, bater fotos, ve-las voar…  Uma experiência única, diferente e show.

ZÉ PERCÍLIO E O FALCÃO

Espero ajudar quem quiser conhecer Aracaju…  fomos muito bem recebidos.   Não são as melhores praias do Nordeste, mas a cidade é simples, limpa, bonita, eficiente e todos te recebem muito bem.   Se quer desligar e conhecer uma cidade diferente, pode ir sem medo.    Come-se bem, barato… e não deixe de visitar o parque dos Falcões e o Canyon (apesar de não ter ido, pelas fotos, é o melhor passeio da cidade).

Na corda do Cordel – ARACAJU.SE

1 jul

Para encerrar nosso passeio pela Praça dos Mercados, nada melhor que um pouquinho de poesia cordelista… Meio que letra repentista…  Fechando com chave de ouro nosso passeio retratista…kkkkkkkk

Pois é… Cordel é a cara do Nordeste! Embora tenha surgido em Portugal, se tornou elemento indiscutível da cultura nordestina. O nome –  CORDEL – também vem da Pátria Lusa e se refere aos cordões onde os folhetinhos eram pendurados para exposição à venda.

Não vou ficar aqui blabazando sobre o tema. O próprio Cordel se explica… Com poesia e beleza… Nos versos rimadinhos de Zé Maria Fortaleza:

DIDÁTICA DO CORDEL  (Zé Maria Fortaleza/Arievaldo Viana/Klévisson Viana)

Então… Quando vier ao Nordeste não deixe de dar uma paradinha nesse cordão …  Que conta de Manifesto Comunista até Virgulino Lampião:

Aqui em Aracaju, no Mercado Antonio Franco, tem o Box do Cordel do poeta João Firmino Cabral. Seu Firmino, que aparece na foto abaixo, infelizmente faleceu no início de 2013, mas sua família manteve o box, semeando a tradição cordelista deixada por ele.

Olha Seu Firmino aí no cantinho… rs rs.

O Box do Seu Firmino fica na saída do Mercado Antonio Franco que leva ao corredor das flores, ligação com o Mercado Thales Ferraz:

Esses (aí embaixo) são os meus… rs rs… Tem de 1 real,   1,50  e 2 reais… Baratinhos e cheios de cultura 🙂

Quer saber mais sobre os Mercados de Aracaju?  Todos os posts em ARACAJU.MercadosPopulares .

Guloseimas do Mercado – ARACAJU.SE

12 jun

Continuando nosso passeio pela  Praça dos Mercados… Na nossa ida até lá ontem (11/06/2011), o foco mesmo eram as guloseimas regionais… rs rs rs… Aquelas com formatos, às vezes, esquisitos e nomes engraçados.

No Mercado Thales Ferraz há um box onde se concentram as, digamos, “beijuzeiras”… rs rs rs… Mulheres simples e simpáticas que metem, literalmente, a mão na massa para preparar aqueles  “qualquer coisa” de puba ou tapioca 🙂 🙂 

É o ESPAÇO DO BEIJU!! E lá você pode esquecer sua dieta, por que vai tudo “macaxeira abaixo” kkkkkkkkkkkkkk (Vamos combinar que viagem e dieta não combinam! Não tem jeito!)

E, por falar em macaxeira, mais uma vez vamos esclarecer que a mocinha é conhecida como “macaxeira” por aqui, mas é aipim em alguns cantos (Bahia e Rio, por exemplo) e mandioca em outros. A tapioca e a puba são massas extraídas da macaxeira e servem de base para várias receitinhas tipicamente nordestinas.

Eu, que não sou bem do time “experimenta!!”, nessas ocasiões de muita variedade: beiju, macaxeira, puba, tapioca e tralálá… Pra não errar, sempre peço a mesma coisa: a básica “TAPIOCA”… A famosinha nordestina, que sai quentinha e recheada com manteiga ou, num descuido calórico, com bastaaaaaaaaaaante leite condensado e coco ralado… Ui!! Entre outros tantos e  não sei quantos recheios… rs rs:

Foto disponível em culturanordestina.blogspot.com

Voltando ao Espaço do Beiju, por lá se  acha de (quase) tudo (macaxeiramente falando) para todos os gostos… 

Cesto de pamonhas e pé-de-moleques no Espaço do Beiju.

Mas, neste ponto… Alô, atenção!… Mesmo sendo baiana (vizinha!), já paguei muito mico por desconhecer o dicionário gulosemeiro local. Inclusive lá mesmo, no Espaço do Beiju, onde sai beiju, mas não sai tapioca 😦   … E qual a diferença? rs rs rs… Vamos aos fatos:

Uma vez no trabalho perguntaram se eu gostava de pé-de-moleque e eu, super empolgada, respondi: claaaaaaaaaaaro!

O pé-de-moleque que desenhei na minha cabeça... rs rs.

Já estava com o gostinho do amendoin caramelado na boca, quando… Minutos depois… Hum… Meu colega chega todo feliz com uma coisa comprida, enrolada numa folha de bananeira…. Qüen qüen qüen qüen… Cara de tacho total a minha diante daquele “lanchinho” desconhecido:

O pé-de-moleque que me trouxeram... kkkkkkkk.

PÉ-DE-MOLEQUE, minha gente!!! Aqui é isso aí… Uma massa meio molhada  que leva um pouco de amendoim, PUBA  e leite de côco  (o outro pé-de-moleque, do meu “fantástico mundo de Bob”… rs rs… Aqui é “cocada de amendoin”!!):

Até a  TAPIOCA, que na Bahia é BEIJU, já me garantiu um mico regional… kkkkkk… Beiju aqui é outra coisa, quase a mesma coisa, mas um pouco diferente, entÊnde?? Nem eu, mas é diferente sim. Beiju aqui é BEIJÚ MOLHADO e a massa é mais macia e mais doce que a da TAPIOCA:

E ainda rolam mais umas coisinhas básicas à base de tapioca, como os MAL-CASADOS (“mácasados”) ou SAROLHOS (“sarôios”):

O saquinho é “2 real” !! 😀 😀

E, para completar nosso dicionário “gulosemeiro” nordestino, os BÁSICOS JUNINOS:

PAMONHA, enroladinha na “casca” (palha) do milho:

E “descascadinha”:

O MUNGUNZÁ, tipo mingau de milho de canjica:

E CANJICA… A nordestina, que já tem cara, gosto e cheiro de São João 🙂 🙂

Mamãe, que é paulista, ao ler o post me ligou para avisar que, em São Paulo, MUNGUNZÁ é CANJICA e CANJICA é CURAU!!!  Diz aí? Enquanto não unificam o idioma das comidas típicas… kkkkkk… É bom viajar ligado nas diferenças pra não errar no pedido! 🙂

Saí catando as receitas na net e, clicando nos “rosinhas”, você será direcionado para elas… rs rs… Quem quiser se aventurar na culinária nordestina… #ficaadica!!! 🙂 🙂

 Mais receitas juninas  nordestinas, aqui.

Eu… Vou passar meu São João na base do licor mesmo… É menos calórico e mais animado… kkkkkkkkkk… Brincadeira ! O post acabou me deixando com água na boca por uma “tapioca” (não erro mais! Claro… rs rs)… Vou lá na Orla buscar a minha!!! rs rs rs.

Quer continuar pelo mercado? Leia também:

Praça dos Mercados e Restaurante Caçarola no Mercado Antonio Franco.

E, para se inteirar do cardápio, dê uma pescada no post: entendendo o cardápio.

Praça dos Mercados- ARACAJU.SE

11 jun

São João chegando… Aracaju toda “se pintando” pra festa… Momento de falar um pouquinho de cultura nordestina… Das coisinhas regionais que dão o tom e o sabor do Nordeste.

Assim, por acreditar que os “mercados municipais” são sempre grandes centros de regionalismo, fui até lá hoje de manhã bem cedo… 06:00h… Ver um pouco da cultura de Sergipe acordar no sol macio das primeiras horas do dia, passeando nos carrinhos dos feirantes que ainda chegavam, cheios das coisas todas que dão as cores das “bancas”.

COMO CHEGAR

A Praça dos Mercados fica no centro de Aracaju, já próximo ao Bairro Industrial e à ponte Aracaju-Barra. Nela estão concentrados os três grandes mercados da capital, na foto abaixo (disponível em skyscrapercity.com), de cima para baixo: Albano Franco, Thales Ferraz e Antonio Franco:

Para chegar, tomando a Av. Beira Mar como referência, basta seguir direeeeeeto nesta avenida, sentido centro da cidade. Sem sair desta avenida, lá adiante, depois da Ponte do Imperador (que não é ponte… rs rs) e da Praça Fausto Cardoso,  os mercados  surgirão  à esquerda.Vale ressaltar que, nesta altura da cidade, a Av. Beira Mar passa a ser chamada de Rua da Frente.

FORRÓ CAJU

É nesta praça que, todo ano, acontece o maior evento junino da capital, o FORRÓ CAJU, reunindo grandes nomes da música nordestina (foto disponível em skyscrapercity.com):

 Os preparativos já estão a todo vapor, cobrindo a praça com o famoso “véu” de bandeirolas coloridas, já característico da festa:

NO MAIS…

Vale a pena passear pelos mercados e ter a chance de vivenciar um pouco do artesanato, da culinária e dos costumes sergipanos.

As casas de laticínios, as ervas e souvenires irreverentes do Mercado Thales Ferraz:

O corredor das flores entre os Mercados Thales Ferraz e Antonio Franco:

A mistura das cores do artesanato no Mercado Antonio Franco:

 

O Terraço do Mercado Antonio Franco:

E o Mercado Albano Franco, enorme e barulhento, onde se acha de tudo, de frutas frescas a celulares piratas:

CABAÇA

PITOMBA

MACAXEIRA ( Na Bahia: aipim; no Sul: mandioca)

Horário de funcionamento: Os mercados funcionam de segunda a sábado das 06:00h às 18:00h. Nos domingos, das 06:00h às 12:00h.

#ficaadica:  se quiser pegar tudo aberto, chegue a partir das 08h. Boa parte das bancas e lojas do Antonio Franco e do Thales Ferraz vão abrindo gradativamente e, às 07:30h, horário que saímos de lá, muitas ainda estavam fechadas.

Para mais informações sobre mercados e feiras livres de Aracaju, clique aqui.

Quer continuar o passeio pelos Mercados? Leia também:

Guloseimas do MercadoRestaurante Caçarola no Mercado Antonio Franco.