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PETIT BISTRÔ – Aracaju.SE

15 jun

Indicar uma boa comida, necessariamente, não implica indicar a comida maaaais barata. Então, se você quer um lugar  tranquilo e agradável para comer bem, mesmo pagando um pouco a mais por isso, o Petit Bistrô é uma ótima opção

Ele fica no finalzinho do Passarela do Caranguejo, em uma varandinha rústica com vista “de banda” para o mar.

O ambiente é simples, discreto, a salvo da  badalação que se espalha pelas calçadas e bares da Passarela do Caranguejo. O atendimento é atencioso – nós somos fãs do Alisson, que sempre nos recebe com um  sorriso amigo e muita simpatia –  e o cardápio oferece itens refinados, com o toque gourmet sob medida da Chef Simone

Para uma refeição leve, sem excessos, mergulhamos de cabeça nas entradas. De cara, uma Bruschetta du Chef,  perfeita, com lascas generosas de tomates frescos e suave molho branco salpicados por queijo parmesão e manjericão. I♥Bruschetta! #Fato

Na sequência, o Filezinho de Carne ao molho de mostarda dijon e vinho, acompanhado de uma porção de torradinhas salpicadas com ervas e azeite.

Tudo muito bem preparado com sabores condimentados na medida certa, sem excessos, sem rodeios. Pra finalizar, uma sobremesa indicada pela Chef, Cheesecake com calda de morangos frescos.

Acho que só pela foto já dá pra entender.  Linda, fotogênica e deliciosa. Muito bem indicada 😉

Como mais nada cabia em nosso escasso apetite, encerramos por aí. A conta, como já era esperado, não veio tão saborosa quanto o cardápio, mas nada que não se justifique pela qualidade da comida e pelo bom atendimento.

Os preços, em outubro de 2014:

Bruschetta – R$ 14,00

Filezinho de Carne – R$ 29,90

Cheesecake – R$ 10,90

Refrigerantes – 4,00 (lata)

Heineken – 4,50 (long neck)

– Os pratos principais são individuais e os preços variam entre R$ 40,00 e R$ 60,00 (preços em outubro de 2014).

– Aceitam cartões.

O carro chefe do Bistrô é o Robalo Especial: uma peça alta de robalo, com crosta de pão, amêndoas e ervas, batata gratin, legumes de inverno e camarões ao molho de vinho branco.

Outro item que dispensa qualquer comentário é a Tentação de Chocolate (R$ 10,90). Vá por mim, o nome não é por acaso.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

QUA/QUI –  para jantar, a partir das 19h

SEX/SAB – almoço (a partir das 12:30) e jantar (a partir das 19h)

DOM – para almoço, das 12:30 às 16h

Telefone – (79) 3243-3965

COMO CHEGAR

Como disse, o Bistrô fica no final da Passarela do Caranguejo, na ponta sul da Orla de Atalaia:

Siga pela Passarela, na Av. Santos Dumont, sentido litoral sul. O  Petit Bistrô fica  na penúltima rua antes de terminar a pista dupla (dificultei?). Pra facilitar, na primeira rua à direita, após o MURATTO (que aparece na foto acima) e antes do MORI:

Rua Braulio Costa (só que, desde setembro de 2014, a conversão à direita nesta rua, para quem vem da Orla, virou contramão, ok?):

Petit Bistrô – Rua Braulio Costa, Atalaia – Aracaju

O Bistrô fica logo no início desta rua, próximo à esquina do Restaurante Carro de Bois:

Petit Bistro - Instagram

Simples assim! 😉

Para mais dicas de Aracaju, leia também Aracaju – post a post.

Central do Lanche – o boteco bistrô de Aracaju.

3 fev

Sem rodeios, quer saber onde comer a melhor panqueca de Aracaju pagando apenas R$ 10,00? Central do Lanche, ponto.

Central do Lanche - Centro - ARACAJU

O post até poderia acabar por aqui, mas eu ainda preciso dizer algumas coisinhas para realmente te deixar com vontade de rodar pelo centro e parar nesse pit stop estratégico para comer bem e barato.

Central do Lanche - Av. Carlos Firpo - ARACAJU

O lugar passaria despercebido ou, uma vez percebido, você, apressadamente, poderia supor tratar-se de mais uma lanchonete com coxinha murcha e esfirra de ontem na estufa. Mas o engano acaba por aqui. Basta entrar e olhar em volta que, de cara, você percebe que eles têm mais a oferecer.

Decoração de boteco, naquele binômio de sucesso que dá o tom da botequice: simplicidade agradável. Uma rápida olhada no quadro de giz que anuncia o cardápio e você já vai começar a se sentir tentado.

Para almoço só sai o bom e clássico PF,  de acordo com o menu do dia. Mas aqui a última carta que eu tinha na manga: PF preparado, nada menos, que pela cozinha comandada pelo dono do boteco,  Chef  de um dos restaurantes mais caros e requintados de Aracaju (que eu não vou nem citar o nome por pura discrição  gourmet). Com isso acho que já deu pra entender: você entra pensando que é lanchonete, se depara  com um boteco e come uma panqueca digna de bistrô.

Nesse ponto, necessário acrescentar que as panquecas são o prato de quinta (feira)  e consistem em um PF com duas panquecas gordinhas e uma porção de arroz. Recheio suculento (carne, frango ou camarão) envolto em um crepe macio, coberto com catupiry, salpicado por fiapos de queijo parmesão  e molho de tomate suave para finalizar.

PF de quinta – Panquecas – Central do Lanche – ARACAJU.

Certo. Sou fã das panquecas e por esta razão seria até suspeita pra falar, mas por R$ 10,00  vale a pena você ir lá conferir, não? As de camarão são mais caras – R$ 12,00  (valores praticados em fevereiro de 2013).

Outra dica são os bolinhos, nas versões feijoada, carne e  macaxeira com camarão. O bolinho de feijoada é um dos mais disputados, mas eu, particularmente, amo o de carne (por enquanto sem foto).

Funcionam para café da manhã, almoço e lanches, de segunda a sábado.

 

COMO CHEGAR

A Central do Lanche fica no Posto de Gasolina da Revaisa (revendedora Yamaha), na Av. Carlos Firpo, esquina com a Av. Carlos Burlamarqui, bem ao lado do antigo prédio do INSS, no coração agoniado do centro de Aracaju.

Posto de Gasolina – Esquina da Av. Carlos Firpo com Av. Carlos Burlamarqui – Antigo prédio do INSS ao fundo.

Tomando como referência a Praça dos Mercados, basta seguir direto na Rua Florentino Menezes, que começa bem em frente à área entre os Mercados Antonio Franco (do Relógio e do Restaurante Caçarola) e o Mercado Thales Ferraz (dos laticínios e das guloseimas regionais), naquele miolo onde fica o corredor das flores. Seguindo nesta rua, você irá dar de cara com o posto.

No mapa,

A – Central do Lanche e Posto de Gasolina da Revaisa.

B – Mercado Thales Ferraz.

C – Mercado Antônio Franco.

– Todas as informações constantes neste post, inclusive valores, referem-se a fevereiro de 2013.

– Para saber como chegar à Praça dos Mercados, leia também Praça dos Mercados – Aracaju.

– Para mais dicas onde comer em Aracaju, confira Dicas de Aracaju – post a post.

– Seguindo direto na Av. Carlos Firpo, sentido oposto ao prédio do INSS, você chegará a  Colina do Santo Antônio. Caso tenha ânimo, protetor solar e água mineral, pode esticar a caminhada até lá, onde um merecido sorvete e uma bela vista te esperam. Dica da hora: vá pela sombra. Sério mesmo 😉

MUSEU DA GENTE SERGIPANA: Museu-Loja-Café – Casadinha “Da Gente” – ARACAJU.SE

11 mar

Como fiquei devendo,  aqui vamos nós tratar do queridinho do momento em Aracaju, o Museu da Gente.

E não é pra menos. O Museu é uma joia cultural, misturando a imponência do passado –  expressa nessa belíssima construção eclética do século XIX – com a interação criativa da tecnologia para fazer o visitante viajar na história dessa gente, tão simples e tão rica.

Salão de Entrada do Museu – ARACAJU.SE

Grupo de visitantes no átrio do Museu. Visitas guiadas a cada 30 minutos.

A estética é impecável. O aparato tecnológico também, com aquele cheirinho de Cultura e História no ar.

Só a chance de conhecer o belo e valoroso prédio do antigo Colégio Atheneuzinho – totalmente restaurado para abrigar o museu –  com seus garbosos janelões abertos para a tranquila vista do Rio Sergipe, já faria valer a visita, que, de quebra, é GRATUITA.

Além disso, além de ter a chance de conhecer o museu, duas coisas  não podem faltar na sua visita:  a LOJA DA GENTE e o CAFÉ DA GENTE, igualmente imperdíveis (quase obrigatórias).

LOJA DA GENTE

Assim que atravessar a imponente porta de entrada do museu, voltando seu olhar para a direita, você vai se deparar com ela:

Um encanto de canto. Um cantinho charmoso e cativante, forrado de doçura e criatividade assinado pela artista Monica Schneider. Oowwn… Mas não pode tirar foto… Uma pena e um convite: para conhecer de perto os segredinhos da Loja da Gente… Ah-ah… Você vai ter que ir lá, conferir pessoalmente! 😉

 Aproveitando a visita, acabei comprando duas gaiolinhas customizadas, lindinhas. Note que o pessoal lá de casa curtiu rsrsrsrs

Gaiola customizada – R$ 50,00.

A LOJA DA GENTE funciona no mesmo horário do Museu (confira no final do post) . Aceita cartões, VISA e MASTER e, inclusive, o Banese Card ( o Cartão “da Gente”, sergipanos e/ou  funcionários públicos)

CAFÉ DA GENTE:

Não deixe de conhecer Café da Gente  na sua visita ao Museu. É uma delícia de lugar, tanto nos pratos como na proposta. Um ambiente elegante e cultural, com livros para folhear,  jogo americano assinado por artistas locais e cardápio criativo:

O menu mescla itens regionais com um toque de sofisticação. O resultado são pratos inventivos e inesperados, como o Petit Gateau de Macaxeira (onde, macaxeira = aipim/mandioca), recheado com charque e acompanhado por uma pequena porção de vinagrete:

Petit Gateau de Macaxeira

E os Cajuzinhos de Frango, que são na verdade coxinhas, cuja massa é feita à base de caldo de galinha e suco de caju, decorados com uma castanha  bem torradinha, que dá a forma “frutada” ao pestisco.

Além disso, pedimos um quiche de queijo coalho com tomate seco e um sanduíche simples, mas muito macio e saboroso –  Croque Vosmicê:

Quiche (queijo coalho e tomate seco)

Croque Vosmicê (queijo coalho, presunto e molho de queijo)

Todos tira-gostos, já que, como chegamos depois das 15h, já não estavam servindo os pratos executivos do almoço (servidos pontualmente até as 15h). Encerrando os trabalhos, adoçando a vida e molhando o bico, uma torta molhadinha de abacaxi com coco para mim e um chopp gelado e espumante para o Hélio:

Torta de abacaxi com coco

Chopp Heineken

Na primeira oportunidade, voltamos para experimentar o almoço executivo. Perfeito!

Almoço - Café da Gente

No formato “prato executivo“, você escolhe uma carne, um molho e dois acompanhamentos. Eu sou fã do nhoc de charque, do molho de queijo e da farofa de banana da terra, que aparece na foto acima. O molho de manga também é perfeito, combinado com frango, purê de batata doce (divino) e batata com ervas, foto abaixo.

Almoço no Museu

Por essas e outras, apenas acho que incluir o Museu também no seu roteiro calórico é uma boa pedida. Os valores dos pratos variam entre R$22,00 e R$ 32,00, depende da carne escolhida.

Antes de finalizar, só mais uma dica bem a cara de Sergipe para sua petiscada  no Museu: as coxinhas de caranguejo, com massa de macaxeira (aipim) e molho tártaro. Se o recheio te agrada, permita-se.

Coxinhas de Caranguejo

O CAFÉ DA GENTE  funciona de terça a domingo, das 10h às 20h. Almoço até as 15h. Aceitam cartões (Visa, Master e o cartão da gente – BaneseCard… que, embora “da gente”, sempre dá problemas na hora de passar na maquineta… Coisas “da gente”!). Confira a Fan Page do Café aqui.

No horário de funcionamento do museu, o acesso ao Café é pela entrada principal. Atravessando o átrio do prédio, você se depara com um totem de localização. Cruzando o corredor que se abre atrás do totem, o café está à sua esquerda (razão pela qual eu discordo totalmente da seta oficial):

Após 18h, quando o museu fecha, o acesso se dá por um pequeno portão que se abre para o estacionamento:

E, por falar em estacionamento, na saída ou na chegada, permita-se uma pausa para apreciar os murais de azulejos assinados por artistas da terra:

ÚTIL:

HORÁRIO DO MUSEU: de terça a sexta, das 10h às 16h/ Sábados, domingos e feriados, das 10h às 15h (horário de funcionamento atualizado em abril de 2015). A Loja da Gente segue o mesmo horário e o Café estende seu funcionamento até as 20h, também de terça a domingo.

VISITAS GRATUITAS. Não é permitido tirar fotos em alguns dos nos salões interativos. Visitas livres/individuais.

Site do Museu: http://www.museudagentesergipana.com.br

Telefone do Museu: (79) 3218-1551

Facebook do Café: http://www.facebook.com/cafedagente

Telefone do Café: (79) 3246-3186

Site da Mônica Schneider: http://monicaschneider.com.br/

Mais sobre o Museu aqui (no Miss) e ali  (no blog amigo A gente Viaja).

LOCALIZAÇÃO: Av. Ivo do Prado, nº398, Centro… Em outras palavras, ele fica na continuação da Av. Beira Mar (que, por sua vez, beira o rio e não o mar, lembre-se disso), sentido centro da cidade (dividindo esquina com o prédio da Construtora Cosil). Confira no mapa:

E pra seu passeio não morrer no Museu, confira todas nossas dicas de  Aracaju em Aracaju post a post .

O SAPATÃO DO BAIRRO INDUSTRIAL

10 mar

É! Até daria título para episódio do seriado “As Brasileiras”. E todo mundo, inevitavelmente, acaba fazendo essa brincadeira clichê e meio “dã” com o nome desse restaurante. Mas, como já deixei escapar, trata-se apenas de um restaurante, um dos mais antigos e o mais indicado na Orlinha do Bairro Industrial, Zona Norte de Aracaju.

Coladinho no Rio Sergipe, o Sapatão oferece ventinho suave e vista generosa. O rio, a ponte, o mangue, Aracaju e Barra dos Coqueiros, tudo a sua volta, na varanda do Sapatão.

 O restaurante já foi, na outrora da história,  um barraco de madeira à margem do rio. Mas isso antes, antes da prefeitura da “qualidade de vida” decidir aproveitar o potencial turístico do antigo Bairro Industrial, transformando a humilde vizinhança de pescadores em uma Orla organizada.

De quebra, pra nossa sorte, os barracos da área reformada foram substituídos por instalações apresentáveis, em alvenaria (olha só, não sei como foi, só sei que foi assim). E foi assim que o Sapatão acabou se tornando uma opção apresentável de restaurante no Bairro Industrial.

No final das contas, no embalo turístico da Orlinha, o Sapatão ganhou de virada. A clientela antiga se manteve e muitos que talvez entortassem o nariz para o antigo barraco, hoje comem lindos e pomposos nas mesinhas de sua varanda.

Até porque, a comida, independente de qualquer coisa, faz a diferença.  O tempero é daqueles caprichados, com um sabor encorpado em pratos duralex.  A galeria de itens do cardápio é variada, porém simples e eficiente.

No nosso caso, apesar de crescermos os olhos na aparência e no cheiro dos peixes alheios, que chegavam nas mesas vizinhas, preferimos uma coisa mais leve. O FRANGO A VIVALDI me pareceu estranhamente refinado. Entre peixes e camarões e dendê, o frango foge do script  com seu molho de mostarda e, no nome e na proposta, me pareceu muito “bistrô”. Decidi arriscar.

Frango a Vivaldi – R$ 25,90.

A apresentação é simples, mas o sabor diria  sofisticado e bem calculado. Muito bom  MESMO. O ARROZ CANARINHO, que acompanha o prato, também é uma pérola bem temperada. Segundo o Hélio, perfeito:

Arroz Canarinho (guarnição)

E, embora não tenha nada a ver com nada, o Hélio estava sedento pelo pirão de peixe alheio, servido na mesa ao lado. Daí a misturada. Pedimos para substituir as batatas fritas (que acompanham o frango) pelo pirão:

Pirão de Peixe (guarnição)

Não sei se a mistura daria certo para outros paladares mais exigentes, mas para o Hélio foi “O” almoço. E o pirão de peixe, segundo ele, roubou a cena no prato e levou o Oscar de melhor prato coadjuvante .

Mas, depois de encher as barriguinhas, o que roubou a cena mesmo foi a conta. O almoço, que serve bem duas pessoas “moderadas”, incluindo os refrigerantes e os 10% do serviço, nos custou surpreendentes R$ 35,53. Gostei, viu? Nunca mais tinha deixado menos de 50 reais na mesa de um restaurante.

No mais, vale mencionar o bom atendimento. Pelo menos no caso do Joseph, garçom que nos atendeu com muita simpatia. Oscar pra ele também! 🙂

– INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Ah-ah! Está tudo aí (na foto acima)! 😉  Lembrando que o Sapatão é o primeiro restaurante da Orlinha, não tem erro.

– Para saber como chegar na Orlinha do Bairro Industrial, pode pescar no nosso post do Teleférico, certo?

– Fora isso, é bom salientar que nos horários de maré baixa, talvez a vista seja um pouco agoniante. O lixo jogado no rio pelos “sem noção” fica à mostra e você almoça vendo garrafas, pneus e amaldiçoados sacos plásticos disputando espaço com algumas poucas aves que tentam enfeitar a desmerecida paisagem de falta de consciência. Com a maré cheia, tudo são águas tranquilas! Mas fica o alerta e o desabafo.

Ateliê 22 – ARACAJU.SE

11 set

Ops!

Atualizando: O Ateliê 22 voltou a funcionar, mas de uma forma diferente. Confira sua nova configuração no post – Ateliê 22 – Cama&Café.

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Um estiloso bistrô escondidinho na Aruana. O lugar é tão inspirador que fala por si só. Bastaria postar as fotos que, tenho certeza, já te deixaria ansioso para ir até lá.

Ateliê 22.  Esse, certamente, é um dos endereços mais charmosos para  almoçar ou jantar em Aracaju.

Funciona em uma pequena casa na Aruana, Zona de Expansão da capital. Um pouco mais afastado e em um bairro ainda pouco explorado, o Ateliê 22 é bem discreto, fica meio que “escondidinho” e, talvez por isso, tem clientela seleta. Só vai até lá quem conhece ou quem tem amigos que conhecem.

Ao tocar a campainha e ser agradavelmente recebido pelo Alfredo Mallet, artista plástico e dono do estabelecimento, um lindo jardim se mostra à sua frente:

O salão principal fica no interior da pequena e bela casa, meio que restaurante, meio que galeria-ateliê, já que por todos os lados é possível admirar o belo trabalho do Mallet:

E o mais bacana, enquanto você almoça, ele trabalha tranquilamente em seu ateliê:

No ateliê, Mallet e sua esposa, Fátima, a grande Chef do restaurante… Gastronomia, literalmente,com Arte!

Preferimos almoçar no jardim,  embaixo do cajueiro, em uma mesinha rústica de
madeira, seguindo a temática do lugar, meio que mesa, meio que obra de arte,
com seu lindo painel artístico (mais uma das peças do Mallet que compõem o
ambiente) pintado na própria madeira:

Tudo de muito bom gosto e só a decoração já valeria a visita, não fosse a comida simplesmente EXTRAORDINÁRIA… Isso aí… Extraordinária em caixa alta. Sou bem comedida ao fazer comentários sobre comidas e pratos, já que gosto é gosto e o excelente pra mim pode ser mediano ou decepcionante pra você. Mas nesse caso vou abrir uma exceção: se não gostar da comida, procura um médico que pode ser grave… kkkkkkkkk

Seguimos as dicas do Mallet. Ele nos sugeriu uma entrada que não está no cardápio: carne seca com geléia de cebola. Juro que não esperava muito já que sequer gosto de carne seca. Ah ah! Ledo engano. Um requinte de prato com ingredientes tão rústicos. P-E-R-F-E-I-T-O!

Entrada: Carne seca com geléia de cebola – R$ 12,00.

Prato principal: Camarão à Ribalta, nada menos que camarão empanado no côco, molho de pitanga, blend (combinação) de arroz selvagem com arroz branco e batata sautée. Fica até chato, mas só pra reforçar: P-E-R-F-E-I-T-O! (rs)

Camarão à Ribalta (porção individual) – R$ 44,00.

Para sobremesa, mais uma vez seguimos a dica do Mallet. Ele nos sugeriu um petit gateau de rapadura. Primeiro Ãh?(rapadura? Como assim?) e segundo Aaargh! Entortei a boca e ainda tentei explicar que rapadura não rola mesmo pra mim… Doce demais, enjoada demais… Mas ele insistiu e garantiu que seria menos enjoativo que o de chocolate. “Então tá!”. Fomos de Petit Gateau de Rapadura:

Petit Gateau de Rapadura – R$ 14,00.

Depois de comer, entendi então uma frase que minha mãe passou a vida toda repetindo pra mim: “Anna Rosa! Nunca diga que não gosta sem experimentar!”. Até o Hélio que, a princípio, veio com aquela conversinha: “não, não, estou cheio!”, simplesmente avançou na minha sobremesa e ficamos disputando a colheradas o doce como ávidos esgrimistas… rs rs. Fica até chato, mas só pra não deixar nenhuma dúvida: P-E-R-F-E-I-T-A!

Algumas opções ainda não estão no cardápio. Mas basta perguntar ao garçom ou ao próprio Mallet e à Fátima (a super Chef ). Eles descrevem os novos pratos com todo prazer.

E a continha… Como era de se esperar, na medida da qualidade do serviço (comida, atendimento, ambiente… Tudo faz valer a pena):

INFORMAÇÕES BÁSICAS:

– Endereço: Rua Sargento José Valença Santos Leite, nº 22, Aruana.

– Telefone para reservas: (79) 8102-9392.

– Não aceitam cartões.

– Aberto: de quinta a sábado a partir das 19h e aos domingos
para almoço.

COMO CHEGAR:

Para quem não conhece muito ou nada de Aracaju, acho que o caminho mais simples é pela praia. Siga a avenida da Orla direto (sentido litoral sul), passando pela passarela do Caranguejo:

Após a passarela do Caranguejo, a pista dupla acaba, bem na esquina do Hotel Parque dos Coqueiros:

Prossiga na avenida e vá beirando o mar, tranqüilo, sentido litoral sul. Atente para o único prédio que há nesta região:

Você irá entrar (à direita) na rua do prédio, logo depois de uma lombada:

A partir daí, siga direto e vire na 8ª rua à direita,  a Rua Sgt. José Valença Santos Leite:

Esta é a rua do Ateliê 22, trafegue por ela e logo ele aparecerá à sua esquerda:

Simples assim!

Por e-mail, sempre recebo atualizações do cardápio do Ateliê 22. Olhar, por enquanto (até o Globo Repórter decidir diferente), não engorda:

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Em 17/09/2011 – Só pra variar, esse final de semana meus pais estavam aqui e eu, claro, arrastei todo mundo para almoçar no Ateliê 22. Almoçamos no salão. Boa música, decoração elegante, ambiente aconchegante… Só faltou minha câmera… Tive que ir de celular mesmo (então não reparem nas fotos).

De entrada, novidade no cardápio. A Fátima nos apresentou um delicioso tempurá de camarão e vagens, acompanhado de mostarda dijon com melaço:

E para prato principal, além de repetirmos o precioso “Camarão à Ribalta” (adoro aquele coquinho misturado com a pitanga), pedimos também o Camarão à Zé Cláudio (molho de laranja com açafrão, arroz branco e purê de batata com ameixa):

Camarão à Zé Cláudio – R$44,00.

Só para não perder o costume… P-E-R-F-E-I-T-O!

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Quer mais?

– Para saber um pouco mais sobre o artista plástico Alfredo Mallet, clique aqui.

– Para conhecer todas as dicas calóricas (e deliciosas, vamos combinar!rs) de Aracaju, visite a categoria Aracaju.Onde comer .

Café da Praça – Centro. ARACAJU

7 ago

INFELIZMENTE, O CAFÉ DA PRAÇA FECHOU. MAS AS DICAS SOBRE O CENTRO CONTINUAM VALENDO, OK? 

Esse post, que há muito estou devendo, é dedicado aos amigos Lopes e Denilde, da bela Fortaleza/CE. Ao passarem por Aracaju, em junho deste ano (2011), não só apareceram pelo blog para comentar, como também para compartilhar suas descobertas turísticas na capital sergipana. Nessa troca, inicialmente de informações e hoje de amizade, eles… Do Ceará… Me  apresentaram o CAFÉ DA PRAÇA… de Aracaju/SE:

Na última terça (02/08/2011), fui lá conhecer. Da melhor qualidade… Simplicidade aconchegante de interior em pleno centro da capital. Muito bacana!

 COMO CHEGAR:

O Café fica no nº 703 da Praça Olímpio Campos, Travessa Benjamin Constant (continuação da Rua Propriá), Centro de Aracaju. Confira no mapa (onde A = Catedral Metropolitana):

Ele fica na lateral da Catedral Metropolitana:

E coladinho no Centro de Turismo (esse prédio amarelo antigo, “ex” Rua 24 horas):

Não tem errada!

#ficaadica no MAPA:  1. É possível que, ao perguntar pela Praça Almirante Barroso, não saibam informar, pois, por aqui, todo mundo chama aquela área também de Praça Fausto Cardoso/2. A Av. Ivo do Prado, também chamada de “rua da frente” pelos aracajuanos, é a continuação da Av. Beira Mar que, por sua vez, beira o rio e NÃO o mar.

O AMBIENTE :

O lugar é uma gracinha… Todo arrumadinho e muito limpo:

E o atendimento é perfeito. Na mesma linha de cidade pequena… Atenciosos e super prestativos. O Lopes e a Denilde elogiaram muito Dona Selma, dona do estabelecimento, mas no dia que estivemos lá (02/08/2011) ela não estava. Tive a oportunidade de encontrá-la em uma das tentativas de conhecer o Café no sábado. Ela, uma simpatia de pessoa, nos explicou que o forte do Café, apesar do nome, é o almoço e, por isso, não abre aos finais de semana, acompanhando o ritmo do centro. Mas valeu muito conhecê-la. Sua forma receptiva e atenciosa de tratar as pessoas já vale a visita!

CARDÁPIO e FUNCIONAMENTO:

O café funciona de segunda a sexta, das 07:30h às 17:00h.

Como Dona Selma havia explicado, o forte de lá é almoço e o carro chefe da casa são os “pratos do dia”:

O de terça era filé a parmegiana:

Às 09h não deu mesmo para experimentar. Vou ficar devendo (volto depois para o almoço). Mas, em compensação, tomamos um cafezinho da manhã do bom!

Super tranqüilo… Vendo o movimento do centro que, aos poucos, começava a se agitar para mais um dia de trabalho…

O Hélio pediu um café com leite:

Café com leite (médio) – R$ 2,50.

E eu fui de chocolate quente… Cremoso e encorpado:

Chocolate quente – R$ 3,50.

Para acompanhar, um pastelzinho de forno de frango… “Delicinha”:

Para iniciar o dia, ainda havia opções de bolos e sanduíches naturais… Tudo com uma cara muito boa!

Nossa conta deu R$ 7,00. Bom, bem servido e barato!

AS IMEDIAÇÕES:

Não bastasse a qualidade do lugar, sua localização o torna uma dica super bacana para quem estiver dando uma volta pelo centro de Aracaju.

Atravessando a rua é possível passear pelas barracas de artesanato da Praça Olímpio Campos e admirar a arquitetura “rendada” da Catedral Metropolitana (sempre me lembro de rendas quando olho para a Catedral… rs… Linda!):

Seguindo em direção ao rio, é possível caminhar pela Praça Almirante Barroso (lateral do Palácio-museu Olímpio Campos)…

 E seguir a até a primeira das três praças, a Fausto Cardoso, com seu coreto de interior e sua brisa suave vinda do rio:

 Nesta praça está o mais novo ponto de turístico e cultural da capital, o recém restaurado  Palácio Museu Olímpio Campos:

Vale muito a visita. A entrada é gratuita. Confira os horários e o circuito de visitação no site do Palácio.

Como disse no início, o Café da Praça fica ao lado do Centro de Turismo. Estando tão próximo, não deixe de visitar.

O lugar é a antiga Rua 24 horas e hoje abriga lojinhas de artesanato:

Além de lanchonetes e banheiros arrumadinhos:

E, após o corredor de lojas da galeria, chega-se ao famoso calçadão da Rua Laranjeiras:

Casadinha Café + Passeio no Centro… Um #ficaadica de Aracaju vindo direto de Fortaleza 🙂 Dica “danada” de boa dos Leitores e Amigos Lopes e Denilde.

Só pra finalizar… Como disse no início, a troca de informações acabou virando amizade! Assim, na sexta-feira (06/08/11), recebi um material turístico maravilhoso de Fortaleza  enviado por eles:

Meu novo xodozinho!!! Adorei, viu? Agora fiquei na vontade de voltar a Fortaleza… “Êta” cidade gostosa! rs rs.

( em 07/08/2011 – Ah…  Estou negociando autorização para postar uma foto deles aqui!! Só faltou isso no post, não foi não? rs rs… Em 10/08/2011- Consegui… he he… Ficaram ótimas logo no incío do post… Valeu Denilde e Lopes. Forte Abraço!)

Doce Caseiro da BR-235 – SERGIPE

29 jul

Na categoria escalas saborosas on the road, pausa para uma paradinha calórica na BR-235, no que chamamos de “casarão” do Doce Caseiro:

O casarão sempre chamou minha atenção, mas foi o Hélio que, na primeira viagem que fizemos juntos por essa rodovia, me apresentou os prazeres das compotas caseiras. Anexo ao casarão, fica o antigo comércio de doces:

 Parada obrigatória pra nós… Tanto pela folia de comer doce caseiro com “qualidade  de vó”  na beira da estrada, como pela oportunidade de levar algumas dessas delícias pra casa:

Compota de todo tipo… Maçã, kiwi, caqui, carambola, pera:

DOCE DE CARAMBOLA

DOCE DE PERA

Os doces básicos da tarde de domingo na casa da “vovó” rs rs… Doce de leite (ambrosia), doce de goiaba, de banana e as famosas bolinhas de queijo:

Doce de leite e bolinhas de queijo.

E os biscoitos… De nata, leite condensado, casadinho, tapioca,cebola, camarão:

Aproveitando nossa estada na Boa Luz, esticamos até lá. O casarão, para quem trafega no sentido Aracaju-Itabaiana, fica alguns quilômetros depois de  Areia Branca, no Km-40 da BR-235. Da Boa Luz até lá são 24 Km:

A tacinha de qualquer doce custa R$ 2,50. Para viagem, tem  “potinho” de R$ 5,00, R$ 10,00 e R$ 15,00. Já os biscoitos, quatro unidades por R$ 1,00.

Doce de mamão – embalagem de R$ 5,00.

Levamos o doce de mamão para o Hotel… Totalmente aprovado pela “macacada” local… rs rs:

– Todos os detalhes de como chegar no Casarão no  Fotoguia da BR-235.

– Preços informados no post referem-se aos valores praticados em agosto de 2011.

– Para encorpar sua viagem a Sergipe, confira nossa coletânea de dicas em Aracaju – post a post.

 

Restaurante CAÇAROLA – Mercado Antonio Franco/Aracaju.SE

29 jun

Post com atualizações. 😉

Esse post saiu meio que furtado do Viaje na Viagem.

Havia acabado de chegar no trabalho e, para relaxar, abro o Viaje na Viagem e me deparo com um post do Ricardo Freire tratando de “um almoço no mercado”, narrando deliciosamente seu almoço no Caçarola. Não deu outra! Ao encerrar o expediente, enfiei os problemas na gaveta e  fui direto pra lá.

O Restaurante CAÇAROLA fica no terraço do Mercado Antonio Franco (o do relógio), na Praça dos Mercados.

Para quem vem do centro da cidade, é o primeiro mercado da praça e, entrando nele pela “Rua da Frente” (a avenida do rio), a escada que dá acesso ao Caçarola está à esquerda:

Ao subir, você já se depara com o pequeno corredor onde é servido o buffet self service e atravessando este corredor chega-se ao terraço onde ficam as mesas:

Muito agradável. A brisa suave do rio e o clima animado do cotidiano do mercado. Sentado à mesa, ainda dava para ouvir um trio pé de serra tocando um forrozinho lá embaixo.

No Caçarola, o esquema é o seguinte: dias de semana eles funcionam com buffet self service e apenas aos sábados é que saem os pratos a la carte. MAS, o garçom nos informou que o “camarão de cueca” dá pra sair nos dias de semana… Então, fomos de CAMARÃO DE CUECA, que sai em três tamanhos, P/M/G:

Camarão de cueca (pequeno) – R$ 18,00.

Delícia, viu? Com aquele gosto macio do camarão preparado com leite de coco. O prato ainda vem acompanhado de arroz, vinagrete e pirão de dendê. Tudo muito bem preparado.

E, caso queira, você ainda pode se servir no buffet self service, que conta também com vários pratos típicos  e estava com uma cara ótima:

De sobremesa, a disputada  “moça virgem”. O Hélio se assanhou logo: “traz uma moça virgem!”

Moça Virgem (sorvete de tapioca c/ banana flambada) – R$ 4,00.

Até eu, que não morro de amores por sorvete, gostei da moça, que é feita de sorvete de tapioca e banana flambada. Pra você, que entortou o bico, deixa eu te dizer: sorvete de tapioca é uma delícia, viu? Vá por mim.

E o antigo cardápio do restaurante, uma gracinha à parte no formatinho de panela, “caçarola” no sergipanês (o cardápio 2012 foi modificado. Confira a atualização no final do post ou clicando aqui):

E ainda reserva uma surpresa em uma notinha, bem no canto:

Se alguém fizer sua própria Caçarola, passa aqui pra contar!!! 🙂

FUNCIONAMENTO:

– De segunda a sábado, das 11h às 18h (não funcionam aos domingos).

– Buffet self service durante a semana e, aos sábados, a La Carte (alguns pratos mais simples podem sair nos dias de buffet. Consulte o garçom).

– Aceitam cartões de crédito.

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02/07/2011 – Independência da Bahia, feriado por lá… Dia de família e comilança por aqui. Levei minhas visitas baianas ao Caçarola, claro!

Se fartaram com a “galinha de mulher parida“:

Galinha de mulher parida (prato médio)

E a carne do sol… Delícia!  Com banana da terra, macaxeira frita e queijo gratinado:

Acompanhada de feijão verde, farofa, vinagrete, arroz e do precioso pirão de leite:

Carne de sol (pequena)

De sobremesa, pudim de leite. Perfeitinho!

Pudim de leite – R$ 4,00.

E eu, na falta da “moça virgem”, fui de VELHA FOGOSA:

VELHA FOGOSA
Sorvete de tapioca, calda de frutas, doce de maçã e tapioca por baixo de tudo 😉

Na minha modesta opinião,  a “velha fogosa” é ainda mais gostosa que a “moça virgem”. Feita também com sorvete de tapioca, o segredo está em um pequeno beiju de tapioca que vem na base do doce. Misturado com maçã e  calda caseira de frutas vermelhas (mas ainda não está no cardápio. Vi passando e perguntei o que era).

No mais, como de costume, curtirmos a brisa gostosinha que vem do Rio Sergipe, soprando as bandeirolas remanescentes do Forró Caju.

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03/09/2011 – Dessa vez, embarquei no Camarão da Barra, que é o seguinte, tem dias que está divino, já em outros, vem meio sem gosto.

Camarão da Barra pequeno – R$ 17,00.

Refinado. O prato principal leva camarão grelhado, castanhas, queijo coalho, abacaxi, banana, manga, legumes e uma erva que conheci hoje, manjogome, bem parecido com o majeiricão, mas um pouco mais suave. A mistura de tudo ficou perfeita:

E “close” na geléia de abacaxi que acompanha o prato, com um suave toque apimentado… Divina!

Fechando o almoço, uma sobremesa tão perfeita quanto o nome – Amor Perfeito, nada mais que sorvete de tapioca, calda de morango e raspas e calda de chocolate meio amargo:

Taça de Amor Perfeito – R$ 4,00.

Mas não está no cardápio. Anota pra lembrar o nome.

Fora a comida 100%, todo sábado ainda rola uma mesa de drinks, onde a Priscila prepara sua batida na hora, é só escolher a fruta:

Já com as barriguinas cheias e felizes, na hora de ir embora não deixe de apreciar a decoração da escada. Xilogravuras que acompanham os degraus:

Tudo a ver com proposta popular e regional do restaurante. Muito bonitinho!

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24 de fevereiro de 2012 – Quanto mais vou ao Caçarola, mas tenho a certeza de que ele é uma caixinha, ou melhor, uma caçarola de supresas. Sempre que vamos tem alguma coisa mudada e a novidade vai da decoração aos pratos.

Hoje, sentei lá e fiquei aguardando o bom e velho cardápio panelinha. E aí vai a primeira mudança, o cardápio foi alterado e o novo não veio no formato de panela… Aaaaaaaah. Os preços sofreram pequenas alterações, não dá para assustar, mas a panelinha… Realmente deixou saudade. Confira os preços atualizados (clique na imagem para ampliar):

Obs.: Note que alguns itens, como as sobremesas “Velha Fogosa” e “Amor Perfeito” e as batidas de frutas, continuam sem aparecer no cardápio. Já falei, anota o nome para lembrar na hora pedir ao garçom. 😉

De entrada, molhamos o bico com uma “roska” de acerola, docinha e gelada, preparada no capricho pela Priscila:

Pra fazer diferente, como era sexta-feira, o Hélio foi de self service… E não se arrependeu. Achou tudo uma delícia:

Além disso, o preço super em conta. Esse prato generoso custou pouco mais doze reais (vou ficar devendo o preço do quilo… esqueci de anotar… dã!):

Eu, como sempre, sou bem repetitiva mesmo. Pedi um camarão da barra que, pra minha supresa, veio todo diferente. Dessa vez, no lugar do queijo coalho e castanhas, vieram cebolinhas, tomates cereja e ovos de codorna:

Camarão da Barra – Pequeno – R$ 18,00.

E minha adorada geléia apimentada de abacaxi, não tinha 😦  Mas eles me trouxeram um geléia apimentada de caju que, vou te contar, não deixou nada a desejar:

Geléia apimentada de caju. Delícia 🙂

E, claro, não é nenhuma novidade que de sobremesa eu pedi uma Velha Fogosa. Acontece que eu sou previsível, já o Caçarola… kkkkk… Gente, não tinha nada igual. Tudo mudado, inclusive a “Véia”. No lugar do doce de maçã, localizado deliciosamente abaixo do sorvete de tapioca, veio um doce de caju que, só pra variar, não deixou nada a desejar mesmo. Acho até que gostei mais desta nova versão 🙂

Velha Fogosa com doce de caju – R$ 4,00.

É ou não é uma deliciosa caçarola de surpresas? 😉

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E #ficaadica… Depois do apetitoso almoço, você ainda pode curtir um pouquinho do artesanato colorido do Mercado Antonio Franco:

E antes de ir embora, não custa nada uma pausa para apreciar a vista do Rio Sergipe 😉

Quer mais? Leia também:

Praça dos Mercados e Guloseimas do Mercado.

E quer saber tin-tin por tin-tin sobre Aracaju? Confira nosso post: DICAS de ARACAJU – POST a POST

Guloseimas do Mercado – ARACAJU.SE

12 jun

Continuando nosso passeio pela  Praça dos Mercados… Na nossa ida até lá ontem (11/06/2011), o foco mesmo eram as guloseimas regionais… rs rs rs… Aquelas com formatos, às vezes, esquisitos e nomes engraçados.

No Mercado Thales Ferraz há um box onde se concentram as, digamos, “beijuzeiras”… rs rs rs… Mulheres simples e simpáticas que metem, literalmente, a mão na massa para preparar aqueles  “qualquer coisa” de puba ou tapioca 🙂 🙂 

É o ESPAÇO DO BEIJU!! E lá você pode esquecer sua dieta, por que vai tudo “macaxeira abaixo” kkkkkkkkkkkkkk (Vamos combinar que viagem e dieta não combinam! Não tem jeito!)

E, por falar em macaxeira, mais uma vez vamos esclarecer que a mocinha é conhecida como “macaxeira” por aqui, mas é aipim em alguns cantos (Bahia e Rio, por exemplo) e mandioca em outros. A tapioca e a puba são massas extraídas da macaxeira e servem de base para várias receitinhas tipicamente nordestinas.

Eu, que não sou bem do time “experimenta!!”, nessas ocasiões de muita variedade: beiju, macaxeira, puba, tapioca e tralálá… Pra não errar, sempre peço a mesma coisa: a básica “TAPIOCA”… A famosinha nordestina, que sai quentinha e recheada com manteiga ou, num descuido calórico, com bastaaaaaaaaaaante leite condensado e coco ralado… Ui!! Entre outros tantos e  não sei quantos recheios… rs rs:

Foto disponível em culturanordestina.blogspot.com

Voltando ao Espaço do Beiju, por lá se  acha de (quase) tudo (macaxeiramente falando) para todos os gostos… 

Cesto de pamonhas e pé-de-moleques no Espaço do Beiju.

Mas, neste ponto… Alô, atenção!… Mesmo sendo baiana (vizinha!), já paguei muito mico por desconhecer o dicionário gulosemeiro local. Inclusive lá mesmo, no Espaço do Beiju, onde sai beiju, mas não sai tapioca 😦   … E qual a diferença? rs rs rs… Vamos aos fatos:

Uma vez no trabalho perguntaram se eu gostava de pé-de-moleque e eu, super empolgada, respondi: claaaaaaaaaaaro!

O pé-de-moleque que desenhei na minha cabeça... rs rs.

Já estava com o gostinho do amendoin caramelado na boca, quando… Minutos depois… Hum… Meu colega chega todo feliz com uma coisa comprida, enrolada numa folha de bananeira…. Qüen qüen qüen qüen… Cara de tacho total a minha diante daquele “lanchinho” desconhecido:

O pé-de-moleque que me trouxeram... kkkkkkkk.

PÉ-DE-MOLEQUE, minha gente!!! Aqui é isso aí… Uma massa meio molhada  que leva um pouco de amendoim, PUBA  e leite de côco  (o outro pé-de-moleque, do meu “fantástico mundo de Bob”… rs rs… Aqui é “cocada de amendoin”!!):

Até a  TAPIOCA, que na Bahia é BEIJU, já me garantiu um mico regional… kkkkkk… Beiju aqui é outra coisa, quase a mesma coisa, mas um pouco diferente, entÊnde?? Nem eu, mas é diferente sim. Beiju aqui é BEIJÚ MOLHADO e a massa é mais macia e mais doce que a da TAPIOCA:

E ainda rolam mais umas coisinhas básicas à base de tapioca, como os MAL-CASADOS (“mácasados”) ou SAROLHOS (“sarôios”):

O saquinho é “2 real” !! 😀 😀

E, para completar nosso dicionário “gulosemeiro” nordestino, os BÁSICOS JUNINOS:

PAMONHA, enroladinha na “casca” (palha) do milho:

E “descascadinha”:

O MUNGUNZÁ, tipo mingau de milho de canjica:

E CANJICA… A nordestina, que já tem cara, gosto e cheiro de São João 🙂 🙂

Mamãe, que é paulista, ao ler o post me ligou para avisar que, em São Paulo, MUNGUNZÁ é CANJICA e CANJICA é CURAU!!!  Diz aí? Enquanto não unificam o idioma das comidas típicas… kkkkkk… É bom viajar ligado nas diferenças pra não errar no pedido! 🙂

Saí catando as receitas na net e, clicando nos “rosinhas”, você será direcionado para elas… rs rs… Quem quiser se aventurar na culinária nordestina… #ficaadica!!! 🙂 🙂

 Mais receitas juninas  nordestinas, aqui.

Eu… Vou passar meu São João na base do licor mesmo… É menos calórico e mais animado… kkkkkkkkkk… Brincadeira ! O post acabou me deixando com água na boca por uma “tapioca” (não erro mais! Claro… rs rs)… Vou lá na Orla buscar a minha!!! rs rs rs.

Quer continuar pelo mercado? Leia também:

Praça dos Mercados e Restaurante Caçarola no Mercado Antonio Franco.

E, para se inteirar do cardápio, dê uma pescada no post: entendendo o cardápio.

Confraria do Cajueiro – ARACAJU

26 mar

Tem coisa mais “Aracaju” que almoçar à beira do rio, sob a sombra de um cajueiro??? Eu acho que não… rs rs… Por isso levo todo mundo que vem me visitar aqui em Aracaju na Confraria do Cajueiro, no Conjunto Inácio Barbosa.

O lugar é simples e a comida também, mas os pratos são variados e saborosos, sempre com o toque do tempero regional.

A disposição do estabelecimento é muito bacana, com seu enorme cajueiro no meio da varanda, passando por entre as telhas e dando vida a uma vasta cobertura natural sobre as mesas. Além disso, ele fica coladinho no Rio Poxim, com direito a um pequeno mirante para apreciar a vista após o almoço… Vida difícil essa, viu??? rs rs.

Como já falei, os pratos são simples, mas muito bons e em boa quantidade. Têm sempre duas opções de porção: meia e inteira. O ARRUMADINHO, carro chefe do restaurante, sai igual à pizza:  Mini (R$ 16), Pequeno (R$ 28), Médio (R$ 35) e Grande (R$ 40).

Meus “comparsas” de viagem, que já haviam “beliscado” o dia todo, pediram meia RABADA:

Rabada - meia porção - R$ 21 (inteira: R$35)

E eu pedi um pastel de camarão… Delícia!!!!

Pastel de camarão - R$ 4,00.

Minha irmã, como sempre, pediu sua caipirosca básica e, embora esta não tenha o glam da caipirosca do New Hakata,  ela garante que as duas são, igualmente, “show das praias”!!!!

Caipirosca - R$ 6,50.

 

Endereço: Rua Cecília Meireles, nº 11, Conjunto Inácio Barbosa.

Telefones: (79) 3249-2873/ 8113-2484 / 8129-0029 / 8125-0988.

Minha irmã e eu no mirante - Rio Poxim.

Como chegar:

Trafegando pela Av. Tancredo Neves, sentido Viaduto do DIA – Av. Beira Mar, após o semáforo da Contorno Veículos (Chevrolet), cruzamento com a Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral (que leva ao Shopping Jardins), continue seguindo na Av. Tancredo Neves, acompanhando a defensa metálica, à direita da pista. Você vai passar por algumas entradas à direita, naõ entre, continue seguindo a defensa. No ponto exato onde a defensa metálica acaba, pouco antes de uns galpões, vire à direita,  pegando a rua que acompanha o mangue, margem do Rio Poxim. Siga direto nesta rua até encontrar uma quadra de esportes, à direita. Pronto!! Logo em frente à quadra, ao lado do rio, está o “Cajueiro”.

No sentido oposto (Beira Mar – DIA), vindo pela Av. Beira Mar, ao entrar na Av. Tancredo Neves, faça o primeiro retorno à esquerda e, em seguida, faça como o explicado acima, acompanhe a defensa metálica à direita da pista e vire à direita, no ponto exato onde a defensa termina. Simples assim!!!