El Drugstore – Colônia del Sacramento.URUGUAI

29 jan

26/12/2011 – No nosso um dia em Colônia del Sacramento, tinha no meu guia de bolsa apenas uma indicação de restaurante na pequena cidade. Decidi então que não iria ficar correndo atrás da indicação do guia e iria deixar que alguma portinha me conquistasse. Foi exatamente o que aconteceu quando me deparei com aquelas mesinhas cobertas com toalhas coloridas de bolinhas, dispostas sob as copas encorpadas de duas árvores generosas. Pronto! “Vamos almoçar aqui”.

Assim que sentamos, fui buscar o nome do restaurante escolhido e aí a surpresa: era o El Drugstore, exatamente o restaurante indicado no guia… Ô! Fazer o que? Pura sintonia!

As toalhas de bolinhas, panelas ornando a fachada, a agradável sombra das árvores e almoçar de cara com a Igreja Matriz (Basílica do Santíssimo Sacramento). Esse conjunto, por si só,  já tornaria o El Drugstore um cantinho sedutor.

Basílica do Santíssimo Sacramento.

Mas além disso, o restaurante ainda chama a atenção pela decoração bem humorada do salão e pela criatividade do cardápio, tudo compondo uma atmosfera pop art.

E as surpresas continuam. Note a presença de um piano em cima dos banheiros:

Mas como beleza não põe mesa, vamos aos fatos. De cara, somos recebidos com uma entradinha (cubierto, no idioma local), toda faceira, com cara de cortesia. Pãezinhos e uma manteiga com ervas. Nada demais, mas turista tem disso, acha tudo uma delícia.

No embalo, ainda pedi uma porção de croquetas de queijo. Sequinhos e macios, básicos:

Porção de croquetas de queso – 150 pesos uruguaios.

Como prato principal, vou ser bem sincera com vocês, não pesquisei nada sobre Colônia, até porque decidimos a viagem de supetão, de uma hora para outra, já em Buenos Aires. Assim, o que acontece: sabia lá qual era o prato típico da cidade? Fui de camarão mesmo! Escolhi um camarão ao molho de limão (nº 7), acompanhado de arroz.

Camarão ao molho de limão e arroz – 290 pesos uruguaios.

 Não foi o melhor camarão da minha vida, mas estava bacana, molho legal e arroz soltinho. O Hélio pediu a tal da Cazuela de queijo parmesão, ovos e tomates frescos (nº 14). Essa realmente surpreendeu. Simples e saborosa. Recomendo.

Cazuela de queijo, ovos e tomates frescos – 116 pesos uruguaios.

Cazuela é um prato típico dos hermanos de colonização espanhola. É algo tipo um ensopado e pode ser feito à base de ave, carne bovina ou qualquer outra coisa, como acontece no El Drugstore, que mistura na panelinha queijo, ovos e tomates.

No final, já com as barriguinhas equipadas,  la cuenta:

Vamos por partes:

–  Primeiro, note que a entrada (cubierto) não é cortesia, mas é baratinha, custa 30 pesos uruguaios por pessoa.

– Segundo, tinha uma musiquinha ao vivo rolando, com um cantor engraçadíssimo, usando o mesmo corte do Evo Morales e cantando uma misturada de Roberto Carlos e Julio Iglesias. Bacana! E o pagamento, como aparece na conta, é opcional. Entendemos que seria mais elegante de nossa parte pagar.

– Lá pelo meio, mais uma informação importante para o seu orçamento: o serviço também não está incluído. Mais uma vez, #ficadica de que a atitude mais elegante e adequada é acrescentar algo em torno de 10 a 15%.

– E, no finalzinho, note que o valor total da conta vem em três, digamos, idiomas monetários: pesos uruguaios, pesos argentinos e dólares. Acredita que esqueci de perguntar se aceitam cartões?  Mas o câmbio é favorável.

Uruguai – Câmbio em dezembro de 2011

NO MAIS…

Localização: o El Drugstore fica na esquina da Calle Portugal com Calle del Gov. Vasconcellos, bem em frente a Basílica do Santíssimo Sacramento, ao lado da Plaza de Armas.

– Depois descobri que o forte do restaurante são os pratos a base de mariscos e que o filé de salmão ao molho de camarão é superindicado. Outra dica é aproveitar a oportunidade para apreciar uma das cervejas uruguaias que o restaurante oferece no cardápio.

– Para mais informações sobre restaurantes em Colônia, clique aqui.

– Todas as informações deste post, inclusive sobre o câmbio, são relativas ao período em que estivemos na cidade – 26 de dezembro de 2011.

FEIRA DE SERGIPE – Pense numa coisa boa!

26 jan

Eu confesso que não estava dando muita atenção para a Feira de Sergipe, que começou na Praça de Eventos da Orla em 17 de janeiro (2012). Seguia minha vida tranquila ATÉ me deparar com o lindo post da Carol no A gente Viaja. A última vez que estive na Feira foi há muitos anos e, na época, lembro que nada encheu meus olhos.  A partir daí, deixei de me interessar pelo evento. Mas o post da Carol atiçou meu diabinho consumista, que ficou no meu ouvido: “vai lá, menina, comprar coisas pra teu apartamento novo.” kkkkk

Resultado: o slogan oficial – pense numa coisa boa –  faz jus ao evento.Ontem à noite, lá estavámos, eu e o Hélio, passeando pela feira, já carregados com nossas sacolinhas. A Feira tem de  tudo e reúne em um só lugar o resultado do trabalho de destaque de vários municípios do Estado. Artesanato, culinária, decoração, o mais bacana que cada cidade de Sergipe tem a oferecer.

Bem estruturada, a Feira conta com um palco onde há programação artística todas as noites, além de praça de alimentação e stand da administração, que dá todo suporte ao evento.

O meu foco, como disse meu diabinho, era decoração, já que, em meio a loucura que é uma mudança, sempre sobra um pouquinho de nervos para pensar no cenário ideal para essa nova fase. Assim, fui de cara nos stands de móveis, caixas, quadros e outras coisitas do gênero.

Arte em madeira - Stand da Rosana.

 A primeira (e custosa) compra foi no Stand da Rosana, onde encontrei exatamente a peça que estava procurando para minha cabeceira: um elegante criadinho mudo, todo trabalhado no retrô.

Criado-mudo - R$ 350,00 (stand aceita cartões e divide em 2x)

Meu criadinho pedia algo a sua altura para compor o conjunto. Nada mais bacana que uma luminária de fuxico perfeita, que comprei no Ateliê Chuka. Carinha, mas única, vale o esforço:

Luminária de Fuxico - R$ 69,00 (Aceitam cartões)

A porta da cozinha, que fica batendo toda hora, ganhou um peso de porta na linha do ap  – balaio de gato – fazendo conjunto com os preciosos que já moram aqui ( Jean Luke e Jean Quique):

Peso de porta - R$ 10,00.

E para o banheiro, os  exóticos e cheirosos sabonetes de Canindé do São Francisco, à base de leite de cabra e essências do sertão, como palma, alecrim, camomila e canela. O de camomila e alecrim são meus preferidos.

Sabonetes de Canindé - Pequeno R$1,50/ Grande R$3,00.

A Feira de Sergipe  funciona das 17h às 23h. O acesso é gratuito e vai até o dia 29/01/2012. Mas não fiquem tristes, boa parte dos expositores tem contatos e/ou lojas onde podem ser encontrados a qualquer tempo. É o caso da Rosa, que produz os sabonetes de Canindé. Você pode ligar para o celular dela, (79) 9949-2277, e fazer sua encomenda (ela entrega em Aracaju).

A Rosana Prado, artesã responsável pelo “meu” criado-mudo, também tem contato e trabalha com encomendas (eu, inclusive, encomendei outro criado… Ô! Fazer o que, minha gente? A cama tem dois lados):

E o contato da Edlene, do Ateliê Chuka, onde comprei a luminária de fuxico:

Os preços não são suaves, fato. Mas como são objetos artesanais e exclusivos, vale a pena dar uma apertadinha no orçamento, já que, nessas situações – de peças únicas – minha filosofia é que pior que comprar caro, é não comprar ( e depois ficar se lamentando)! kkk  Filosofia consumista, eu sei, mas a gente trabalha pra que, né? 😉

ÚTIL:

– A Feira de Sergipe acontece anualmente, no mês de janeiro, e esta é sua 7ª edição;

– Está localizada na Praça de Eventos da Orla, ao lado da Delegacia de Turismo, quase em frente ao Hotel Mercure (confira as fotos no  nosso post que fala sobre o Arraiá do Povo, que acontece no mesmo local);

– Mais informações no site oficial  http://www.feiradesergipe.com.br/

– Não deixe de conferir o post da Carol sobre a Feira no A gente Viaja. Dicas, literalmente, deliciosas.

– Na saída (ou chegada, fica por sua conta), você ainda pode se fartar com uma típica torta de macaxeira (aipim/mandioca), recheada com carne de sol ou jabá, na Feirinha de comidas típicas ARATIP (bem ao lado da Feira de Sergipe, na área do estacionamento).

Estudando espanhol em Buenos Aires – por Gustavo Pelogia.

17 jan

Sabe uma coisa que eu sempre quis fazer desde a primeira vez que estive em Buenos Aires? Ah-ah! Voltar para estudar espanhol. E agora, me pergunto: “Nossa! Será que todo mundo tem esse sonho?” rs rs… Tanta gente indo pra lá fazer o mesmo. Na verdade, Buenos Aires é uma cidade apaixonante e acho que quem conhece sempre procura uma desculpa para voltar. Estudar espanhol, que também é uma língua deliciosa, parece ser a melhor delas. Numa situação de escolhas decisivas, nada melhor então que ouvir a opinião de quem já foi, já voltou e já foi de novo. É o caso do Gustavo, que nesse momento está lá, em algum lugar próximo à Casa Rosada (muita inveja nessa hora! rs), aprimorando seu espanhol e ampliando seus horizontes. Sua experiência na Expanish  pode clarear nossas ideias na hora de definir como e onde estudar. Segue o relato por Gustavo Pelogia:

Estudando espanhol em Buenos Aires

A primeira vez que fui para Buenos Aires, meu único objetivo era, pela primeira vez, sair do Brasil. Um ano e dois meses depois, joguei tudo para o alto e me mudei para cá.

Viajei sozinho e a primeira coisa que pensei foi em fazer aulas de espanhol, para aprender um pouco da língua e aproveitar para praticar com as pessoas na cidade. Dei um Google e entre várias escolas, escolhi a Expanish (www.expanish.com). O preço de todas é bem parecido, mas o site deles era o mais confiável, me atenderam muito bem e a escola fica no microcentro (perto da Casa Rosada, 9 de Julho, Florida e outros lugares turísticos básicos). Fui trocando e-mails em português e inglês com o staff e me senti seguro. Conto minha história abaixo pela experiência que tive com eles, mas estes conselhos servem para quem vai estudar ou morar aqui, seja aonde for 🙂

Iria ficar só uma semana em Buenos e também contratei a hospedagem pela escola. Se você quer ficar algumas semanas por aqui (até um mês, por exemplo), é uma boa opção, mais barata que hotel e mais segura que hostel. Você tem seu quarto, fica em um bairro bonito (o meu foi a Recoleta, entre a Rua Junin e Av. Santa Fé), conhece mais pessoas da escola e minha host era uma argentina gente boníssima. Se quiser ficar muito tempo, vale a pena buscar um ape mesmo, dividindo com outras pessoas que já morem aqui. Janeiro é um mês bom para conseguir um emprego, já que turista para todo lado, principalmente brasileiros (você pode encontrar boas opções no Craigslist http://buenosaires.craigslist.org/).

Também da para ficar em casa de família e ter refeições inclusas, mas ai você entra no horário deles, precisa avisar caso não vá. Eu não queria ter horário para nada, então optei só pela residência compartida. No meu ape, tinha uma brasileira de São Paulo e uma menina dos EUA. Mas o que mais tem aqui na escola são suíços (14%), brasileiros (19%), reino unido (11%) e americanos (10%).

Não sabia nada de espanhol, então entrei no nível A1(vai até o C2) e tinha 4 horas de aula por dia, das 9h às 13h. Conselho: em uma semana dá para aprender bastante, mas se você já tiver algum nível de espanhol, é melhor ficar mais tempo (ao menos duas!). Só aconselho ficar pouco tempo se você não souber nada, ou pode acabar tendo aulas sobre coisas que já sabe (o programa de aulas aqui é baseado no modelo do Instituto Cervantes, da Espanha).

As aulas começam todas as segundas, então sempre tem alguém novo na classe. E é muito fácil fazer amigos de todo o lado. Já que é todo mundo é gringo e estão em uma cidade nova, só fica sozinho quem quer. A galera se encontra nos intervalos e no final da aula e explora a cidade, vai pra balada, sai pra jantar, etc.

Minha semana chegou ao fim rapidinho, eu voltei para São Paulo, mas não tirei da cabeça a ideia de retornar. Segui a vida e as coisas foram mudando: meu namoro acabou, todos que moravam comigo resolveram se mudar e eu não estava feliz no meu emprego. Tudo aconteceu meio que ao mesmo tempo e decidi que era hora de realizar meu sonho. Entre 2010 e 2011, segui estudando espanhol no Brasil e estava apaixonado pela língua, então fiz as malas, planejei tudo em dois meses e vim. Voltei para a Expanish em novembro, fiz mais um mês de aulas e conheci mais um montão de pessoas de vários países. Os suíços (as) são os que mais gostam da cidade. Tem três que chegaram mais ou menos comigo e, assim como eu, também não tem data para ir embora!

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 Um #ficaadica direto de Buenos Aires. Adorei! 🙂

ÚTIL:

O site da Expanish é http://www.expanish.com/;

– Para conferir os preços de cursos e serviços oferecidos pela escola, clique aqui;

– Para tirar dúvidas com o Gustavo, encontre-o no Face e no Twitter, clicando aqui e aqui.

– Como falou o Gustavo, a localização é bem bacana. A escola fica na Tte. Gral Juan Domingo Perón, 698, no quarteirão entre as Ruas  Maipu e Florida. Perto de tudo. Confira no mapa (A= Expanish):

Colina do Santo Antônio – ARACAJU.SE

16 jan

Era uma vez um povoado, que virou cidade, que virou capital. Eu acho que ainda não disse isso aqui, mas, não tenho dúvida que, por essas e outras, um dos lugares mais emblemáticos de Aracaju é a Colina do Santo Antônio.

Colina do Santo Antonio – Av. João Ribeiro – Jan.2012.

Com sua singela igreja cravada no alto da colina, cercada por casinhas simples, coloridas e despretensiosas, o que encanta não é nenhum aparato turístico estrategicamente montado para atrair a turistada. Pelo contrário, o mais bacana é a simplicidade do lugar, envolto em uma atmosfera de cidadezinha de interior, vivendo em um ritmo próprio, em passos tranquilos, no coração da capital.

Mas, voltando ao Povoado, vamos esclarecer que o hoje Bairro Santo Antônio, na verdade, nasceu Povoado Santo Antônio do Aracaju, na dita Barra do Contiguiba, às margens do Rio Sergipe. O povoadinho humilde seguia sua vida tranquila, em volta da modesta igreja de taipa (hoje a bonitinha Igreja de Santo Antônio),  quando, pela união de interesses  políticos e comerciais, foi “promovido” a cidade, para, de cara, tornar-se capital do Estado, em 17 de março de 1855. Assim nasceu Aracaju, na Colina do Santo Antônio.

O ponto alto do passeio é a Igreja e, claro, o pátio da Igreja  – Praça Siqueira de Menezes –  com direito a uma das vistas mais bacanas da cidade:

Av. João Ribeiro - 1920 (imagem disponível em aracajuantigga.blogspot.com.br)

Av. João Ribeiro – 1920 (imagem disponível em aracajuantigga.blogspot.com.br)

Mas não se engane, concentrando toda sua energia desbravadora  no topo. Toda a colina vale a pena e garante imagens peculiares da capital, em recortes visuais que mais parecem tirados da João Ribeiro de 1920 (acima).

Casinhas, casarões,  uma igrejinha no meio da praça…  Permita-se fugir da correria da cidade (ou dos irritantes 10 minutos das excursões turísticas) para apenas sentar em um dos bancos da praça e deixar o tempo passar sem compromisso.

Nesse embalo, complete seu passeio com uma passadinha na Sorveteria Santo Antonio, bem ao lado da Igreja:

A dica calórica é o sorvete de mangaba (um dos mais procurados), mas eu, que não sou tão fã da fruta, já fui de morango, brigadeiro e até sonho de valsa, todos igualmente saborosos. Uma bola, na casquinha, R$ 3,00/ No copinho, R$ 2,50:

Atualização em 18 de março de 2012 – experimente também os novos sabores: jabuticaba  e jaca,  indicados, respectivamente, pela Ana Paula e pelo César, leitores do blog.

Se você tiver sorte,  enquanto se lambuza com seu sorvete (que derrete na velocidade da luz em razão do calor escaldante), ainda pode ter a chance de ouvir a Professora Olívia tocar divinamente seu piano. O instrumento  fica próximo à janela e os mais curiosos (me inclua nesse bolo! rs… Adoro piano) costumam encostar  nas grades brancas de sua casa para apreciar sua música.

À tarde, ainda tem o mungunzá ou os biscoitos amanteigados da Dona Passinha, uma figura de pessoa. Entre um biscoito e dois dedos de prosa, ainda conhecemos Dona Emília, moradora da colina há mais de 30 anos.

Dona Passinha (dentro da barraca), Dona Emília (sentada) e o mungunzá. Coisas da Colina!

Biscoitinho amanteigado da Dona Passinha – o potinho, R$3,00.

No mais, vale tomar nota que, de segunda a sexta, das 10h às 16h, funciona o posto de informações turísticas:

Ele fica na praça, atrás da Igreja, bem em frente à barraca da Dona Passinha. A utilidade mesmo é pegar, grátis, o mapa turístico  mais coerente –

de Aracaju:

Detalhe: O posto “turístico” não funciona finais de semana e feriados, ou seja, nos dias de maior fluxo turístico… #fail total.  E o mapa, como você pode ver, é patrocinado pela Caixa, então não estranhe a indicação insistente de lotéricas e agências desse banco, mais até que pontos turísticos. Mas, vamos relevar, o mapa é coerente e satisfatoriamente informativo e ajuda, inclusive, aos correntistas da Caixa, que saberão onde sacar dinheiro em Aracaju. De tudo se tira proveito 😉

Bela vista, sorvetinho, biscoito e boa gente. Desconfio ser esta a receita de sucesso da Colina.

COMO CHEGAR:

– Tomando como referência a Av. Beira Mar, prossiga nesta avenida, sentido centro da cidade. Siga direto sempre, passando pela Praça Fausto Cardoso e, na sequência, pela Praça dos Mercados. Após os Mercados, prossiga no sentido do fluxo, fazendo a volta no terminal de ônibus. No semáforo com a Av. Antônio Cabral, vire à esquerda (único sentido permitido) e, em seguida, à direita, na  esquina da 19º Circunscrição do Exército, na Av. Simeão Sobral, como aparece na foto:

Prossiga na Av. Simeão Sobral. Você irá passar, à direita,  pela esquina do  LOJÃO FASOUTO, acesso para ponte Aracaju-Barra. Para chegar na Colina, não vire, continue seguindo direto:

 Passando o Lojão,  vire na próxima esquina à direita,  onde há um semáforo. Pronto, ao  virar à direita, você já está na avenida que leva à Colina, Av. João Ribeiro. Siga direto e logo verá a Igreja surgir no topo da  ladeira. Confira o percurso no mapa (onde A= Av. Beira Mar e B = Colina do Santo Antônio, na Praça Siqueira de Menezes), Clique na imagem para ampliar:

Lembrando que: Av. Beira Mar beira o Rio (Sergipe) e não o mar. Depois do Iate Clube ela passa a ser chamada de Av. Ivo do Prado e no  centro da cidade, na região dos Mercados, ela segue como Av. Rio Branco. Ocorre que, nessa área, ninguém a conhece como Av. Rio Branco e sim como Rua da Frente. Lembre-se disso caso precise pedir informações, ok?

Confeitaria Las Violetas – BUENOS AIRES

8 jan

28/12/2011 – Tentado fugir do cardápio básico turístico de Buenos Aires (não que não valha a pena, mas uma fugidinha pode render descobertas interessantes),  fomos parar do outro lado da Av. Rivadavia, quadras e quadras depois da 9 de Julho, no caminho para o afastado Bairro Flores.

Nosso destino:  esquina da Rivadavia com Medrano. Ali  fomos buscar nosso café da manhã requintado, nessa elegante e histórica  confeitaria,  Las Violetas.  O lugar fica tão afastado que não aparecia em nenhum dos mapas turísticos que eu trazia na bolsa. Mas de táxi chegamos rapidinho e, 20 pesos depois (saindo do nosso hotel, na esquina da Rivadavia com a Av. 9 de julho), estávamos na Confeitaria.

Ao cruzar a porta de vidro, nossos olhinhos curiosos eram puro deslumbre. Um salão amplo, ornado com vitrais franceses e mármore italiano. Decoração do século XIX, nos moldes do que esperávamos de uma confeitaria de mais de 125 anos.

E, por falar em confeitaria, as vitrines de doces, bolos, chocolates e por aí vai, dificultam bastante a tomada de uma decisão simples: definir algo para abrir com chave de ouro o nosso desjejum.

No cardápio, graciosamente decorado com uma das imagens dos vitrais do salão, mais uma avalanche de opções, mas, diante da euforia da gula, nossa decisão foi manter o foco e pedir o que havíamos planejado desde o nosso quarto, aqui em casa, quando decidimos ir a confeitaria: um chá da tarde, refeição mais famosa do Las Violetas.

Valores de Dezembro de 2011

Pedimos um  MARIA CALA, opção intermediária entre o mais simples e o mais completo, que o garçom garantiu que servia tranquilamente duas pessoas. Não vou mentir que os 100 pesos de café da manhã assustaram um pouco, mas em uma conversão superficial, decidimos que 50 reais valia o esforço de ter um café da manhã de burguês.

Cerca de vinte minutos depois,  lá vem o garçom com um banquete na bandeja. Sinceramente, acho que servia umas oito pessoas (rs). Tentando fugir da gula, acabamos afogados em um mundo de pãezinhos, bolinhos, docinhos, tortinhas, geleias. Tudo lindo e saboroso, mas comida demaaaaais  para duas barriguinhas rasas como as nossas.

Chá Maria Cala – 100 pesos.

Mas, corajosamente, encaramos.  A opção seria a ideal se tivéssemos mais apetite ou mais companhia. Em meio a tantas guloseimas, acabei me afeiçoando à uma das simples, o bolo de nozes. que cativou pela simplicidade caseira.

O chá incluía  um suco E um café OU um chocolate quente. Para nós dois, pedimos um café e um suco a mais, o que aumentou em 18 pesos nossa já dilatada continha:

Apesar do desperdício,  nosso investimento matinal valeu. Nossa experiência foi a melhor possível. O ambiente é muito agradável, o atendimento é satisfatório e a comida é ótima. A propina (gorjeta, que não vem incluída na conta, mas que é recomendável que você ofereça entre 10 e 15% do valor total) garante ainda um largo sorriso e a chance de tirar fotos de tudo (até das receitas, a depender do valor ofertado:  tese do Hélio). Assim, pedimos para tirar fotos do chiquérrimo salão dos vitrais, ao fundo da confeitaria.

Puro requinte. Como já disse, vitrais franceses, minuciosamente restaurados em 2001, quando da reabertura da confeitaria.

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

– Endereço:  Av. Rivadavia (esquina com Calle  Medrano), nº 3899 (sentido oposto à Plaza de Mayo).

Como chegar: Táxi e metrô são as melhores opções. A pé, renderá uma longa, porém possível, caminhada pela Av. Rivadavia, sentido Bairro Flores.  De metrô, basta descer na estação CASTRO BARROS (linha A), localizada a poucos passos da Confeitaria.

– Além de café da manhã, também oferecem almoço e jantar. Leia tudo sobre a confeitaria em seu site www.lasvioletas.com (c0m versão em português).

– Mais sobre a história da Las Violetas aqui.

– Apesar de estar mais afastada do circuito turístico de Buenos Aires, Las Violetas é famosa e já começa a ser bastante procurada por turistas, inclusive brasileiros. Ainda assim, o lugar continua sendo um tradicional ponto de encontro de argentinos.

#ficaadica 😉

Librería del Colegio – Buenos Aires.ARGENTINA

6 jan

27/12/2011 – De mapa na mão, câmera atenta, o corpo cansado e os pés arruinados (pedindo misericórdia, pelo amor de Deus! rs) pelas ruas de Buenos Aires, de repente nos deparamos com esta esquina (Calle Bolivar com Alsina):

Ah não! Livraria eu não resisto. Um olhar mais curioso logo nos fez perceber que estávamos diante de um lugar valoroso.  Com a ajuda das placas que ornam a entrada, matamos a dúvida.

Estávamos, nada menos, que na mais antiga livraria da Argentina. E mais, também o mais antigo comércio de Buenos Aires, funcionando nesta esquina desde 1725, inicialmente como La Botica, o mais antigo comércio portenho de livros, localizado na esquina das ruas Potosí e Santísima Trindad, hoje  Adolfo Alsina e Bolívar. Em 1830, instala-se no local a então Librería del Colégio.

Do outro lado da rua, está a Igreja San Ignácio, que por sua vez fica ao lado do  Colégio Nacional de Buenos Aires, daí porque Librería del Colégio.

Hoje, oficialmente, leva o nome de Librería de Avila, mas mantém  a tradição e acervo histórico, inclusive preservando todas as referências da antiga Librería del Colégio. Um lugar imperdível para os amantes de livros (particularmente, acredito que nem Jobs, nem Mac, nem i-isso ou i-aquilo, nada superará a delícia de deslizar os dedos no papel e folhear um bom livro).

No subsolo, uma viagem no tempo, embalada pelo cheiro de livros antigos. Coleções antigas, livros raros e edições históricas… Isso é o que te espera após a elegante  escadaria de mármore e madeira escura.

Passaríamos uma tarde inteira por ali, bisbilhotando esse tesouro histórico e literário, não fosse meu espírito agoniado, que tinha que sair correndo em busca das outras atrações que havia planejado (buscávamos o quarteirão da Manzana de las Luces, do qual, descobrimos logo depois, fazem parte a Igreja San Ignacio e o Colégio Nacional, de cara com a livraria).

Mas o encontro com a livraria, por mais breve que seja, faz valer a visita. E  só para não perder o costume, no dia seguinte retornei para garantir meu momento “souvenir”, comprando um livreto lindo sobre o Fileteado Porteño, algo que sempre me encantou e agora faz parte da minha estante… ehehe:

Fileteado Porteño (capa dura) - 79 pesos

No hora de receber a notinha, nada de máquina registradora, com seus números mecânicos e acinzentados. Tudo escrito à mão, como nos velhos tempos das casas comerciais de antigamente:

E aí, #ficaadica: na Libreria del Colegio, o livro em questão custou 79 pesos, sendo que eu havia acabado de me deparar com o mesmo livro no Caminito por  104 pesos de pura cara de pau. Lugar turístico tem dessas coisas.

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Funcionam de segunda a sexta, das 8:30h às 20:00h. Aos sábados, das 10h às 14h e das 15h às 17h.

– Para localizar a livraria, tomando como referência o Cabildo (na Plaza de Mayo), basta seguir uma quadra na Rua Bolívar e logo a encontrará, na esquina com a Rua Alsina,  próxima esquina após a Praça de Maio. Confira no mapa (onde A = Plaza de Mayo, esquina com o Cabildo, e B = Libreria del Colegio): 

 

– Para chegar de metrô, desça na Estação Bolívar. Na superfície, localize o Cabildo e a Praça de Maio e faça o mesmo percurso mostrado no mapa.

– Fileteado é uma arte popular de pintura, característica marcante da cultura portenha. Mais informações em www.fileteado.com.ar :

Itinerário do Forró em pleno verão – ARACAJU.SE

6 jan

Eles estão de volta! Em pleno verão deste comecinho de 2012, a MARINETE e o BARCO DO FORRÓ –  opções do São João aracajuano – voltaram para animar em tom nordestino as férias dos turistas que já lotam a cidade.

Então, fique atento para não perder 0 “bonde”:

MARINETE estará rodando até 29 de janeiro. Quintas e Sextas, a partir  das 14h, com roteiro City Tour (pontos turísticos da capital). Sábados e Domingos, sai às 15h, com roteiro Litoral Sul e Orla do Pôr-do-sol. Saída em frente ao Hotel da Costa, na ponta norte da Orla de Atalaia. GRATUITO.

BARCO DO FORRÓ sai às 15h, quintas, sextas e sábados, até 29 de janeiro. O embarque continua no mesmo local do período junino, o Píer do Crase, ao lado do Restaurante Renatão, que, por sua vez, está coladinho com o Iate Clube, logo depois da curva da Av.Beira Mar, sentido 13 de Julho-Centro. Você pode fechar o passeio na recepção do seu hotel ou direto com a Nozes Tour. Passeio: R$ 40,00 por pessoa ou R$ 55,00, incluindo o transfer hotel-píer.

As informações detalhadas sobre os dois animados transportes forrozeiros estão no nosso primeiro post sobre eles. Confira aqui.

Um mergulho de boas vindas – RIBEIRA.SERGIPE

1 jan

Primeiro post do ano, no primeiro dia do ano, merecia uma viagem especial a um lugar especial.  E lá fomos nós, em busca do primeiro mergulho do ano em meio a um santuário natural, cravado numa fenda rochosa  desenhada pelo encontro de um relevo pontiagudo com corredeiras de água escura (mas limpa).

 Isso é a Ribeira. O nome é emprestado do minúsculo povoado onde está localizado o pequeno paraíso das pedras. O povoado, por sua vez, está localizado a 20 km da entrada da cidade de Areia Branca, na BR-235, dos quais,  10 km de asfalto e 10 km de estrada de terra. Saindo da BR (nos exatos 9,8 Km após Areia Branca), tudo é poeira, cercas e pedrinhas e mais pedrinhas espalhadas pelo chão. O carro samba, reclama, mas insiste, de cara feia vai seguindo, meio descrente se vai dar pra chegar.

Chegando ao  povoado, as casinhas coloridas, típicas de interior, parecem dar as boas vindas.

Poucas casas espalhadas em torno de duas praças resumem a vida tranquila de um lugar perdido no meio de serras e estradas pedregosas de terra vermelha.

A partir daí começam os aproximados 2 Km de puro off road. Depois do povoado, é preciso seguir na estrada de terra, agora bem mais estreita e infinitamente mais arisca. Mas a paisagem continua valendo a pena, embora, fique claro, qualquer descuido pode custar um pneu ( ou dois, ou três… tem pedra pra todo mundo).

Algumas arranhadas no cárter, galhos deslizando nas portas e riachinhos depois, lá está ela… A Fenda “do Biquini”:

Olhando de longe, o vão que se abre entre os morros parece não ter nada a oferecer. Mas um olhar mais próximo vai te esclarecendo as ideias:

A Ribeira é um lugar de poucas palavras. Apenas um mergulho nas águas mornas entre os paredões rochosos vai te dar a exata dimensão daquela paisagem árida, adoçada por águas tranquilas.

Ribeira - Itabaiana -Sergipe

Escalar o paredão, pedra a pedra, passo a passo, não é tarefa fácil e requer toda cautela, para não transformar o passeio em uma queda de mau jeito. Mas todo esforço vale a pena e a  paisagem recompensa.

Ribeira - Itabaiana - Sergipe

Um cantinho escondido no meio do nada para se desligar de tudo e, enfim,  dar um mergulho merecido, abençoado por um céu azul e o canto da natureza no sopro do vento, que corta bravio os corredores de rocha.

Esse, definitivamente, era o único lugar onde eu queria estar no primeiro dia do ano. Deixando a água levar todas as agruras que se foram e retomando as energias para encarar com fôlego o ano que se inicia. “Life is priceless” (como bem lembrou a Gina).

PAZ  SAÚDE FÉ  e SABEDORIA para todos nós! Feliz 2012!

Em um próximo post, explico com detalhes como chegar até esse cantinho escondidinho, certo? 😉

Blogagem coletiva: meus 7 (+1) links.

25 dez

Uma semana dessas abro o Twitter e sou surpreendida por esse convite: uma blogagem coletiva, com gostinho de confraternização e restrospectiva 2011, com os 7 links mais importantes da família tripblogs. Adorei ser convidada e agora brindo a oportunidade com os 8 links mais bacanas do Miss… Sim… Ehehe… Tomei a liberdade de acrescentar um, pois 7 não é um bom número para mim e, como não gosto de dar sorte para o azar… Vou de oito! rs rs.

Mas antes de começar, agradeço aos web-amigos  @LuTesch (perrengueiros.blogspot), Luciano @viagsemfrescura (viagemsemfrescura.blogspot) e @diademochileiro (diariodemochileiro.com.br) pelo convite. Muito bom fazer parte dessa comunidade! 😉

1º – O post mais bonito: Montmartre a pé.

Esse com certeza é um dos posts mais bonitos do blog. Não só pelas imagens de cartão postal  da encantadora colina da Sacré Coeur, em Paris, mas pelo espírito envolvente e pitoresco de Montmartre, o bairro que adotamos na cidade luz e que se tornou nosso cantinho preferido. O post nasceu, inclusive, dessa necessidade de mostrar a outras pessoas que, ao contrário do que se prega, Montmartre ainda vale muito a pena e reserva gratas surpresas para aqueles que se permitem explorá-lo.

2º – O post mais popular:  Boa Luz Zoo Parque.SERGIPE .

Quando meu amigo (e personal designer) João insistiu para que eu falasse sobre a Fazenda Boa Luz, eu ainda não imaginava o quanto este post seria procurado. Sempre gostei do lugar e não foi difícil um belo dia fugir da rotina e tirar dois dias de folga por lá. O resultado do passeio foi um SD carregado de belas fotos e a certeza de que a visita realmente vale a pena. O post  acabou se tornando um dois mais acessados  e praticamente toda semana desponta entre os mais lidos.

3º e 4º – estas posições seriam ocupadas, respectivamente, pelo post que gerou mais discussão e o que ajudou mais gente. Acabou que, diante dos últimos acontecimentos, com nosso infortúnio venezuelano , um post agregou as duas características: Perdendo as malas em Caracas – Alerta aos turistas.

Apesar da angústia e revolta de viver uma situação de violência e descaso em outro país, o relato da péssima experiência  e a discussão gerada em torno dele acabaram realmente servindo de alerta e ajudando a informar outros turistas sobre os cuidados necessários para ficar a salvo em  Caracas. Males que vêm para o bem (mas, realmente, preferiria que não viessem).

O post cujo sucesso surpreendeu: Serra do Machado.SERGIPE

Nunca imaginei que um post sobre um pequeno povoado do interior de Sergipe seria tão procurado, até porque o lugar tem pouquíssimo apelo turístico. A ideia de falar de Serra do Machado nasceu quando conheci, em Aracaju, o trabalho da cooperativa de Artesanato do lugar. Associamos a isto a vontade de estar sempre por aí, atrás de lugares novos para encher os olhos e a alma. Acabou que o post foi mais longe do que imaginávamos, chegando a ser citado na #Viajosfera do Viaje na Viagem. No meio de dicas sobre Europa, Ásia, América do Norte, lá estava ele… Realmente uma surpresa!

6º – O post que não recebeu a atenção que deveria: Igreja Nossa Senhora do Rosário – TIRADENTES.MG.

Fiquei encantada com a riqueza cultural da pequena e histórica  igreja dos negros em Tiradentes.  Entendi  obrigatório dedicar um post inteiro a ela, com todos os seus detalhes e contradições, acreditando que, através do post, outras pessoas, como eu, ficariam inebriadas com todo o contexto. Estava enganada. O post nunca teve a procura que pensei. Uma pena.

7º – O post de que mais me orgulho: Fim de tarde em Waterfort Arches – CURAÇAO

Não pelo post em si (que é uma gracinha), mas pelo o que ele representa para nós. Após perdermos tudo em Caracas, inclusive as lembranças (souvenires) e fotos de Curaçao, conseguimos juntar os caquinhos, erguer a cabeça e olhar para frente, certos de que a vida é boa e o mundo (ainda) vale a pena. Esse post provou a nós mesmos que ninguém tira de nós o que temos de melhor: a nossa essência… Nossa alegria de viver e as lembranças de momentos inesquecíveis.

8º – O post que me deu mais trabalho: Fotoguia da BR-235.

Como já havia avisado, acrescentei  mais um link só para driblar uma numerologia particularmente desfavorável… rs rs. Assim, tinha que falar desse post, que me fez parecer uma louca na beira da estrada, parando o carro diante de toda placa para tirar foto. Saímos trafegando pela BR e escolhendo os pontos principais, que pudessem servir como referência. No sol escaldante de Sergipe, tudo fica ainda mais difícil, mas, no final, valeu a pena. O post ficou exatamente como havíamos planejado.

Esses foram meus  7 (+1) links. E eu convido mais sete amigos para participarem dessa corrente blogueira. Espero que aceitem o desafio:

– Rod Rocha e Kadydja –  http://www.agenteviaja.com/

– Morgana – http://www.ticketdeviagem.com/

-Gina  – http://ginapsi.wordpress.com/

– Cintia – http://felicidadecomsimplicidade.blogspot.com/

– Enderson Rafael – http://endersonrafael.blogspot.com/

– Renata Araújo – http://youmustgo.com.br

– Flavia Mariano – http://www.juntospelomundo.com/

Havia pensado em várias coisinhas para o Natal do Miss, mas, enfim, saí meio de órbita e … Resumindo, desejo a todos um Feliz Natal e um novo ano cheio de realizações, felicidade, amizade, sinceridade, saúde, segurança e paz. Desejo continuar  junto com vocês através do blog e que nossos laços se fortaleçam, pois, depois de tantas histórias e momentos compartilhados, acabo tendo em vocês uma nova família! Obrigada por todo carinho. 😉

Fim de tarde em Waterfort Arches – CURAÇAO.

22 dez

Como eu sempre digo, “a melhor vingança é ser feliz!”. Então, vamos que vamos, porque Caracas – depois de tudo – só merece uma coisa: ficar para trás. Voltando ao que realmente interessa, dentre as fotos que conseguimos salvar, estão as do nosso agradável e dourado fim de tarde em Warterfort.

Waterfort Arches, os antigos arcos do Forte Amsterdam, estão localizados na entrada da Baía de Santa Anna, em Punda. Hoje, no local, funciona um complexo de restaurantes que, além de oferecerem as mais variadas cozinhas, da italiana à cubana, ainda garantem uma linda vista para o mar – sinta a pressão – caribenho:

Para encurtar conversa, diante dessa primeira descrição, não sobra muito pra dizer, a não ser que todo mundo merece um fim de tarde assim:

Dentro dos Arcos, todos os restaurantes oferecem varandas voltadas para o mar. E todos também têm horário particular de funcionamento, mas, no geral, boa parte deles começa a funcionar a partir das 17:30h. No dia em que estivemos lá (14/12/2011), uma quarta-feira, chegamos às 17h e o único que estava abrindo o bar era o Dal Toro.

Ficamos por lá mesmo. Mas, embora o cardápio avisasse que abriam às 17h, fomos informados que a cozinha só começaria a funcionar em meia hora e, como –  não vou mentir pra vocês –  meu foco era uma suculenta pizza margherita, fomos avisados que pizza apenas entre 40 e 50 minutos.

Mas como diz o Hélio, ninguém tinha panela no fogo – Ah! Pra que pressa? Enquanto isso, sentamos e tomamos um licor (experimentar o licor de Curaçao é algo obrigatório), admirando o céu dourar nas as últimas cores do sol, que, tranquilo e exuberante, ia se pondo no horizonte do mar caribenho. Perfecte!

Nesse meio tempo, fomos agraciados com uma simples, mas revigorante entrada, com um molhinho de ervas e azeite que tornou a espera ainda mais afável:

Molho de azeite e ervas - Dal Toro - Waterfort.CURAÇAO

Depois da entrada, a pizza ainda demorou um pouquinho e, quando chegou, embora tivesse uma cara excelente, no garfo não foi das nossas melhores pizzas, mas valeu pelo conjunto. A massa estava um pouco torrada (o que não me agrada). Talvez uns minutinhos a menos no forno a deixaria no ponto:

Pizza Margherita (média) - 18,00 Nafl.

No fim, a continha razoável. Note: 1- a entrada foi cortesia e 2 – os valores vêm em Nafl (florim das Antilhas Holandesas) e também em dólar. Você decide em que moeda pagar. Duro mesmo é quando você paga em uma moeda e o troco vem em outra. Já não sei fazer conta em uma moeda só, imagine em duas? O erro.

SOBRE WATERFORT ARCHES:

– Como falei inicialmente, há várias opções de restaurantes em Waterfort. A escolha fica a seu critério. Pelo o que vimos, em quase todos os dias em que estivemos lá, o Perla Del Mar (ao lado do Dal Toro) parece ser um dos mais badalados e sempre estava lotado para o jantar.

Restaurante Perla del Mar - Waterfort - CURAÇAO.

– Uma coisa é preciso aprender logo de cara em Curaçao: os horários de funcionamento nunca são cumpridos à risca. Tanto lojas como restaurantes, embora os guias ou os próprios letreiros indiquem tal horário, eles sempre acabam abrindo meia hora depois.

Varanda do Scampi's Restaurant - Waterfort Arches - CURAÇAO

– Alguns dos restaurantes de Waterfort abrem para o almoço, dentre eles o Dal Toro. Não estivemos por lá nesse horário, mas tudo indica que o complexo é mais freqüentado para jantar. Ainda assim, acho um desperdício chegar por lá apenas à noite, já que o mais bacana que Waterfort oferece é a vista para o mar e o belíssimo pôr-do-sol.

LOCALIZAÇÃO:


Os Arcos de Waterfort ficam em Waterfortstraat – no meu total desconhecimento do idioma local, acabei aprendendo por osmose que straat é algo tipo street e que eles costumam juntar as palavras formando uma coisa só! rs rs – confira no mapa (clique na imagem para ampliar):

Waterfortsraat, por sua vez, se inicia na entrada do Plaza Hotel Curaçao, o único prédio alto que há na paisagem, bem na entrada da baía de Santa Anna, no que seria a “esquina” entre o mar e a baía, em Punda:

– Tão logo você passa pelo hotel, seguindo por uma rua estreita, imediatamente à sua esquerda, logo se deparará com os arcos e, no centro deles, está a entrada para os restaurantes:

Simples assim! 🙂