Arquivo | SERGIPE RSS feed for this section

PIRÃO e PEIXE – duas razões para você conhecer o Restaurante Chiozinho em Laranjeiras/SE

12 set

Você não precisa sair de Aracaju para comer um bom pirão de peixe. Fato.  Mas, se além do pirão, você também quiser ter uma tarde diferente e agradável, almoçando entre mangueiras, em uma casa de sítio no interior do Estado, o Restaurante Chiozinho é uma bela dica.

Restaurante Chiozinho - Laranjeiras -SERGIPE

Eu fui parar no Chiozinho porque vi na televisão. A receita – de pescada amarela com molho de camarão e pirão de peixe – não saiu da minha cabeça. Nesses casos, meu coração só me dá uma opção: se vire e ache o endereço 😛

O Chiozinho, conhecido como o Rei do Pirão, fica no Povoado Cedro, em Laranjeiras, a 16km da capital. Para chegar, saindo de Aracaju, você vai seguir pela BR-101 norte, sentido Laranjeiras/Maceió/Recife.

Seguindo pela BR-101 norte, você vai passar por três viadutos, nessa ordem: viaduto da BR-235 (acesso para Areia Branca e Itabaiana); o viaduto de acesso ao município de Nossa Senhora do Socorro e o viaduto de acesso ao município de Laranjeiras. Estes dois últimos você visualiza apenas os trevos de acesso, por isso fique atento às placas 😉

A entrada para o Povoado Cedro é a primeira à direita, logo depois do viaduto de Laranjeiras, onde uma placa indica ‘Mussuca’, imediatamente após um radar de velocidade, no Km-78 da BR-101.

A partir daí, siga direto, subindo a ladeira até o cemitério. Nesse ponto, siga pela via da esquerda, como indicado na foto:

Caminho Chiozinho - Povoado Cedro - Laranjeiras - SERGIPE

Continue seguindo (o povoado, basicamente, só tem uma rua) e quando você perceber que a rua acabou, vire à direita.

CHIOZINHO - Povoado Cedro - SERGIPE

Entrada do sítio onde fica o restaurante – Povoado Cedro – SERGIPE

Logo verá o Chiozinho, um sítio com uma casa varandada à sombra de duas mangueiras.

Restaurante Chiozinho - Laranjeiras - SERGIPE

O lugar é muito simples. E a graça é essa!

RESTAURANTE CHIOZINHO - Laranjeiras - Povoado Cedro - SERGIPE

Nesse dia, a magia bucólica de almoçar no sítio foi quebrada, em parte, pelos tapumes e estrutura de festa montada para logo mais: um show dos ‘Ciganinhos’.

Ainda assim, conseguimos uma mesa com vista para terrenos verdinhos, burrinhos pastando, coqueiros aqui e ali e uma moradora local querendo fazer amizade.

Restaurante Chiozinho - Povoado Cedro - BR101-SERGIPE

Gatinha - Povoado Cedro - Restaurante Chiozinho - SERGIPE

Em algum tempo, chega o que mais interessa: um prato de camarões suculentos ao alho e óleo…

Seguido da nossa ‘pescada’, linda e amarela ❤

Pescada amarela ao molho de camarão e pirão de peixe - Restaurante Chiozinho - Povoado Cedro - SERGIPE

Uma porção para duas pessoas, generosa, coberta com molho de camarões e aquele pirão, que eu vi na televisão e não saiu da minha cabeça, tal qual eu havia imaginado: cheiroso, gostoso e suave, preparado com leite de coco fresco, extraído dos cocos da região.

Restaurante Chiozinho - Cardápio - Povoado Cedro - BR101-SERGIPE

Como disse, você não precisaria rodar tanto para comer um bom pirão, mas se nada do que foi dito até aqui te convenceu, eu ainda tenho duas cartas na manga: o atendimento sorridente do Luizinho e a vista em alguns trechos do povoado, no caminho para o Chiozinho 😉

Vista - Povoado Cedro - Laranjeiras-SERGIPE

O restaurante abre todos os dias, para almoço, mas pagamento só em dinheiro

– Saindo da BR-101, a estrada até o sítio é calçada.

Povoado Cedro - Laranjeiras - BR101 - SERGIPE

– Para retornar para Aracaju, retome a BR-101, sentido Maceió, e siga por 2 km até retorno mais próximo, em Pedra Branca.

BR-101-Retorno para Aracaju em Pedra Branca - SERGIPE

– Mais sobre Laranjeiras no post do nosso amigo Léo Barreto aqui.

– Mais dicas de Aracaju e arredores em  Aracaju post a post.

NO INSTAGRAM – @misscheck    você vai encontrar fácil nossas dicas de Sergipe e Aracaju  através das hashtags:

#sergipenomiss

#aracajunomiss

#dicadomiss_aracaju

 

 

 

 

Pelas ruas de Laranjeiras/SE – por Leonardo Barreto

24 ago

E a gente adora quando amigos mandam textos e fotos lindas para o blog, ainda mais quando nos contam histórias de lugares que há muito nos devemos uma visita e… um post. Por sorte, ter queridos amigos jornalistas, atentos e curiosos à cultura girando a sua volta vai preenchendo nossas lacunas. E assim, hoje começamos a semana com as ruas de Laranjeiras, pelas letras e lentes do amigo jornalista Léo Barreto.

______________________________

Morar no menor estado do Brasil é também desfrutar de uma riqueza cultural grandiosa e, quando o assunto é cultura, o município sergipano de Laranjeiras é referência. Distante 24 Km da capital, o lugar respira história, através dos vários prédios da arquitetura colonial,ruas, casarões, igrejas e principalmente seu povo, que faz questão de manter viva a tradição dos grupos folclóricos que surgiram da população de escravos que chegaram na cidade durante o império, quando o município concentrava a nobreza açucareira.

No último sábado, 22/08/2015, foi comemorado o dia do folclore e para celebrar a data foram realizadas palestras, rodas de conversas e apresentações culturais durante toda a semana, mas o ponto alto ficou para o domingo, 23/08, quando aconteceu o tradicional cortejo folclórico. E foi ao som de pandeiros, timbaus e pisadas fortes com tamancos de “pau”, que as ruas de laranjeiras foram tomadas pelo colorido das Taieiras, manifestação que louvam a São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, formado basicamente por mulheres e a figura masculina representa o rei, o ministro ou o patrão.

Seguidas dos homens que formam o grupo da Chegança Almirante Tamandaré, de origem portuguesa, retratando uma história dramática, representa a luta entre marinheiros “cristãos” e “Mouros”, povos do norte do continente africano. As ruas ainda receberam a alegria do Cacumbi, também formado por homens, homenageia os negros brasileiros com danças que seguem o ritmo das pisadas fazendo de seus brincantes verdadeiros artesãos da simetria gestual.

Laranjeiras SE

E quem também exalou história pelas ruas foi  um dos ritos mais populares do folclore nordestino, o São Gonçalo do Amarante, fruto da colonização portuguesa no Brasil, conta a lenda que era um frade dominicano que gostava de dançar e tocar viola, tradição que é representada por homens de branco com adornos femininos.

Nas palavras do artista plástico, Joel Dantas, que  mora em Aracaju, mas todos os anos participa das festividades do município, “isso mostra um trabalho grandioso de preservação da memória viva do povo sergipano e a participação dessas crianças mostra que esta tradição não irá morrer aqui, mas atravessará gerações, como aconteceu até que chegasse até nós”.

Mulheres em Laranjeiras - SERGIPE

Quem visitou Laranjeiras esse domingo pode perceber que o estado de Sergipe pode ser pequeno na extensão, mas é enorme, quando se trata de diversidade cultural.

Leo Barreto em Laranjeiras-Sergipe

Só agradecer ao Léo esse post lindo e fotos cheias de encanto. E ano que vem espero o convite para irmos juntos, viu, danado? rsrsrs

– Mais sobre Sergipe em Aracaju post a post.

NO INSTAGRAM – @misscheck    você vai encontrar fácil nossas dicas de Sergipe e Aracaju  através das hashtags:

#sergipenomiss

#aracajunomiss

#dicadomiss_aracaju

BAHIA – SERGIPE – ALAGOAS: de carro pelos três Estados

28 dez

Aí você tirou férias, fez revisão no carro e agora está ansioso(a) para colocar o pé na estrada e seguir, quem sabe, de Salvador a Maceió. Pela estrada, todos os caminhos levam a dias de sol e praia pelo litoral dos três Estados (BA-SE-AL), mas escolher o melhor caminho pode agilizar bastante o seu passeio.

Se você pretende viajar de carro com a família e, para tanto, busca estradas em boas condições, com uma linda vista  e pouco tráfego, sim, isso é possível entre Bahia, Sergipe e Alagoas 😉

Lagoa do Roteiro - AL-101

Lagoa do Roteiro – AL-101

BAHIA

Enorme e cortado por inúmeras rodovias, passaríamos horas aqui tratando das possibilidades (e impossibilidades) que a malha rodoviária baiana oferece. Nesse post, vamos tratar do trecho entre Salvador e Aracaju.

– Para quem chegou na Bahia de carro pelas BR-101, 116  ou 242, por exemplo, Feira de Santana é o entroncamento onde todo mundo se encontra e também onde você escolhe, a partir daí, por qual rodovia continuar a viagem.

A partir de Feira de Santana, a BR-101 é o  caminho mais curto para quem pretende seguir para Aracaju/SE e Maceió/AL. Por outro lado, tem um tráfego intenso de carretas e também de veículos de passeio. São aproximadamente 300km entre Feira de Santana e Aracaju e a viagem, em uma velocidade média de 100 km/h, dura aproximadamente quatro horas.

– Se sua pretensão é seguir pelo litoral,  acompanhando o Litoral Norte da Bahia até a divisa com Sergipe, o ideal é continuar viagem pela Linha Verde (a antiga Estrada do Coco). Para isso, em Feira de Santana você deve seguir pela BR-324, sentido Salvador.

BR-324 – Trecho Feira de Santana/Salvador – BAHIA

– Esse trecho é duplicado e bem sinalizado, a boa notícia. Mas tem pedágios, a má notícia (dois, entre Feira e Salvador).

– A BR-324  te leva, praticamente numa linha reta, à capital baiana.

– Caso você não queira entrar na cidade e pretenda pegar logo a Linha Verde – Litoral Norte, você deve sair da BR-324 um pouco antes da entrada de Salvador, no primeiro viaduto após o posto da Polícia Rodoviária em Simões Filho –  onde as placas indicam Camaçari, Lauro de Freitas, Aeroporto. Na foto, o viaduto ao fundo, logo depois da, atualmente, Fábrica J Macedo.

Viaduto de acesso ao Aeroporto na BR-324

– Esse atalho vai te deixar no viaduto de acesso ao Aeroporto, logo após o Salvador Shopping Norte (e entre um viaduto e outro, mais pedágios). Passando pela frente do Aeroporto, basta seguir numa linha reta. Todos os detalhes da Linha Verde entre Salvador e Aracaju você encontra neste post, onde explicamos como chegar em Aracaju pela Linha Verde e Ponte Gilberto Amado.

SERGIPE

Para quem chega em Sergipe pela BR-101, após Estância/SE, a BR-101 é duplicada até Aracaju e, para entrar na capital de Sergipe  basta seguir numa linha reta.

 Para quem vem de Salvador pela Linha Verde, duas possibilidades:

Se sua pretensão é entrar em Aracaju, o ideal é, na Linha Verde, seguir pela Ponte Gilberto Amado, como explicamos nesse post. Para quem está na Linha Verde, esse é o caminho mais curto para a capital sergipana.

Se sua pretensão é seguir viagem, sentido Maceió, NÃO vá pela Ponte. Esse caminho vai te deixar no litoral sul de Aracaju e para retomar a BR-101, sentido Alagoas, você vai precisar cortar toda a cidade, correndo o risco de se perder e ainda pegar alguns engarrafamentos chatíssimos.

– No lugar disso, siga pela  Linha Verde, sentido Estância/SE, como indicado na foto abaixo:

Linha Verde

Linha Verde SERGIPE – Trevo para a Ponte Gilberto Amado.

A “Linha Verde” acaba na BR-101, em Estância. Nesse ponto,  siga pela BR-101, sentido Aracaju. Como disse, após Estância, a BR-101 foi duplicada e está em boas condições. A viagem até Aracaju é super tranquila.

BR 101 - Trecho Estância-Aracaju

BR 101-SERGIPE – Trecho Estância-Aracaju

– Já em Aracaju, antes de entrar na cidade, fique atento, pois você vai precisar subir o viaduto de acesso à BR-101 Norte, sentido Propriá/SE, Maceió/AL.

BR-101 - Aracaju - Viaduto de acesso à BR-101 Norte

BR-101 – Aracaju – Viaduto de acesso à BR-101 Norte (Maceió/Recife). A placa indica que para ter acesso ao viaduto você deve pegar a pista lateral, à sua direita.

– Após subir a alça do viaduto, siga em um a linha reta sempre. Logo depois deste viaduto, você vai se deparar  com outro viaduto, que dá acesso à BR-235 (Itabaiana, Areia Branca). Passe direto, por baixo dele. Você já está na BR-101 Norte, rumo a Maceió.

Viaduto BR-101 Norte

A BR-101 Norte é o caminho natural para Maceió, Recife, João Pessoa. A divisa entre Sergipe e Alagoas é o Rio São Francisco e o último município de Sergipe, nessa BR, é Propriá, onde uma ponte faz a ligação entre os dois Estados. Nós, entretanto, não achamos a BR-101 o melhor caminho para Maceió.

– Uma boa opção é,  depois de Aracaju, percorrer aproximados 70 Km na BR-101 Norte até um Posto enorme da Polícia Rodoviária Federal. Em frente a esse Posto há uma entrada, à direita, para Neópolis, Japoatã, Pacatuba, Brejo Grande ( mais detalhes nesse postque ensina como chegar à Foz do Rio São Francisco).

Posto PRF - BR-101 Norte - SERGIPE

Posto PRF – BR-101 Norte – SERGIPE. Entrada para Neópolis/Brejo Grande/Pacatuba fica bem em frente ao Posto, á direita.

Vire nessa rodovia, sentido Neópolis. Em Neópolis, você atravessa o Rio São Francisco de balsa para Penedo/AL.

Penedo - Alagoas

Travessia no Rio São Francisco entre Neópolis/SE e Penedo/AL

ALAGOAS

Atravessando o Rio São Francisco e desembarcando em Penedo, siga até Piaçabuçu.

AL-101 MAPA

A partir daí, siga pela AL-101, sentido  Coruripe. A pista está ótima, recentemente recuperada, bem sinalizada e garante vistas belíssimas do litoral de Alagoas.

AL-101

AL-101

– A litorânea vai te deixar dentro de Maceió e está duplicada no trecho Marechal Deodoro/Maceió.

– Por esse caminho, são aproximadamente 280 km entre Aracaju e Maceió.

– Além disso, a AL-101 tem vários mirantes  e você pode ir parando e curtindo a vista.

Mirante da Praia do Gunga - Vista de Maceió e Barra de São Miguel - ALAGOAS

Mirante da Praia do Gunga – Vista de Maceió e Barra de São Miguel – ALAGOAS

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

– As litorâneas em Bahia-Sergipe-Alagoas são, respectivamente BA-099; SE-100 e AL-101. A BA-099 é a que chamamos de  Linha Verde. A SE-100 é a continuação da Linha Verde em Sergipe, mas a litorânea em Sergipe não está finalizada e no litoral Norte do Estado ainda não há pista 😦

– Fique atento aos radares, sobretudo na Bahia e Sergipe.

– Em Neópolis/SE há uma balsa regular para veículos. Em dezembro de 2014, a travessia para carro de passeio estava custando R$ 22,00.

Tabela Balsa Penedo/Neópolis

Tabela Balsa Penedo/Neópolis – Rio São Francisco AL/SE (valores em Dez.2014)

– Em Brejo Grande também há uma balsa que faz a travessia de veículos. Nesse caso, atravessa para Piaçabuçu, mas a balsa não é regular e comporta apenas dois carros.

– Para completar as informações desse post, não deixe de ler:

Bahia e Sergipe pela Linha Verde e Ponte Gilberto Amado

Como chegar à Foz do Rio São Francisco.

O JF Paranaguá, do Blog ‘A Arte na rua’, conferiu nossas dicas e contou a experiência dele no blog. Confira o relato e as dicas do Paranaguá  sobre pontos interessantes entre Bahia e Alagoas aqui.

Ponte Gilberto Amado – o atalho da Costa Sergipe/Bahia.

29 jan

No final de janeiro de 2013 foi inaugurada a Ponte Gilberto Amado, que encurta a distância entre Aracaju e Salvador, permitindo toda travessia pela via costeira, sem deslocamentos até a BR-101.

Ponte Gilberto Amado sobre o Rio Piauí, entre os municípios de Indiaroba e Estância – Litoral Sul de Sergipe.

Vindo de Salvador, agora é possível chegar a Aracaju cruzando as Praias do Saco e Abaís, em Estância, e  a Praia da Caueira, já no município de Itaporanga D’Ajuda, onde, por fim, a Ponte Joel Silveira faz a ligação entre este município e Aracaju, separados pelas águas da foz do Rio Vaza Barris.

Parece fácil. E é mesmo. O novo trajeto é simples e intuitivo. Além disso, com a inauguração da ponte, o Governo de Sergipe sinalizou todos os trevos da via costeira. Pista nova e bem sinalizada, não tem como errar.

 Para as distâncias indicadas a seguir, tomamos como referência o Aeroporto de Salvador.

Aeroporto/Estrada do Coco - Salvador.BA

Se você desembarcou ali e alugou um carro para curtir o litoral norte da Bahia e as praias de Sergipe, saindo do Aeroporto, siga pelo  corredor de bambuzais da Av. Octavio Mangabeira que te levará direto à Estrada do Coco – Rodovia BA-099. Nota: para o Google, o “c” do Octavio faz toda diferença, já que, sem ele, o maps te direciona para a Av. Otávio Mangabeira, na Pituba, direção totalmente oposta ao Aeroporto.

Bambuzal da Av. Octavio Mangabeira - Salvador.BA

Via de acesso ao Aeroporto de Salvador.BA

A partir daí, você vai virar à direita, no sentido do fluxo e, pronto, seguirá nessa linha reta sempre, até Sergipe  (confira acima, no mapa).

A partir do Aeroporto, seguem as seguintes distâncias e pontos de referência:

16,5 Km –  Pedágio da Estrada do Coco. Reserve mais de R$ 6,00 para liberar a cancela.

Pedágio da Estrado do Coco - Lauro de Freitas.BA

Pedágio da Estrado do Coco – Lauro de Freitas.BA (imagem do Google Images)

95 Km –  Posto de Gasolina de Massarandupió. O posto é parada obrigatória para a maioria dos viajantes que seguem pela Linha Verde.

Posto de Gasolina de Massarandupió - Linha Verde.BAHIA

Posto de Gasolina, Lanchonete e Restaurante – Massarandupió – Linha Verde.BAHIA

Na lanchonete, os mais procurados são o famoso pastel e a banana real de metro. Eu amo a “vendinha” de frutas. Também tem restaurante a quilo e banheiros apresentáveis.

Frutaria - Posto de Massarandupió - Linha Verde.BAHIA

Frutaria – Posto de Massarandupió – Linha Verde.BAHIA

COMBUSTÍVEL: Para quem segue para Sergipe, esse é o último posto de gasolina à margem da rodovia baiana. A partir daí, são 102 km sem nenhum ponto de apoio na pista. O próximo posto fica no município de Indiaroba, em Sergipe. Mas postos de gasolina podem ser encontrados entrando em alguns dos vilarejos do trajeto. É o caso do Conde, no Km 153 da rodovia, e do Baixio, no Km 121. 

191 Km – Divisa Bahia-Sergipe (note que a placa antiga determina as distâncias levando  em consideração o  trajeto via Estância – BR 101):

Divisa Bahia/Sergipe - Linha Verde

Divisa Bahia/Sergipe – Linha Verde

204 Km –  Aqui está o ponto tão esperado.  Algum tempo depois do município de Indiaroba, você irá se deparar com o trevo que dá acesso ao Povoado Terra Caída, onde fica a Ponte Gilberto Amado.

Acesso ao Povoado Terra Caída.SERGIPE

Acesso ao Povoado Terra Caída.SERGIPE

Para chegar à ponte,  basta virar à direita, como indica a sinalização.

À direita, acesso à Ponte Gilberto Amado - Povoado Terra Caída.SERGIPE

À direita, acesso à Ponte Gilberto Amado – Povoado Terra Caída.SERGIPE

216 Km –   12 km após o trevo na Linha Verde, você chegará à cabeceira da Ponte Gilberto Amado.

Ponte Gilberto Amado - SERGIPE

Ponte Gilberto Amado – SERGIPE

Se tiver tempo e vontade, dê uma pausa no acelerador para apreciar a bela vista do Rio Piauí, que separa os municípios de Indiaroba e Estância.

Rio Piauí - Ponte Gilberto Amado - SERGIPE

Rio Piauí – Ponte Gilberto Amado – SERGIPE

226 Km – Surge o primeiro trevo após a ponte, que dá acesso à praia do Saco. Para Aracaju, vire à esquerda.

Trevo da Praia do Saco - SERGIPE

Trevo da Praia do Saco – SERGIPE

235 Km – Segundo trevo,  dá acesso à Praia do Abaís. Para Aracaju, vire novamente à esquerda.

Trevo da Praia do Abaís – SERGIPE

242,5 Km – Último trevo, onde há um posto da Polícia Militar. Vire à direita, sentido Praia da Caueira e Aracaju (à esquerda, leva à Estância – BR-101).

Trevo da Praia da Caueira - SERGIPE

Trevo da Praia da Caueira – SERGIPE

A partir daí, siga numa linha reta sempre. Mais a frente irão surgir a entrada da Caueira, à direita, e, na sequência, outro acesso para a BR-101, à esquerda. Passe direto nos dois, mantendo sua linha reta, sentido Ponte Joel Silveira/Aracaju.

266 Km após o Aeroporto de Salvador, você finalmente chegará na Ponte Joel Silveira. Atravessando a ponte, você já está em Aracaju.

Ponte Joel Silveira

Ponte Joel Silveira – Rio Vaza Barris

Simples assim! 😉

CONSIDERAÇÕES:

– O passeio é bacana e pelo trajeto há várias praias, estradinhas e algumas portinhas de restaurantes que merecem uma visita. Caso seu interesse seja curtir o caminho, a Linha Verde cai como uma luva.

– Para quem vem de Feira de Santana e conexões, a BR-101, sobretudo agora, com o trecho Estância-Aracaju duplicado, continua sendo o caminho mais curto para a capital sergipana. Por essa mesma razão, também é bem mais movimentado, com um fluxo puxado de carretas. Mais sobre a BR-101 e caminhos para Salvador, Aracaju e Maceió aqui.

– Para facilitar ainda mais sua viagem, confira todas nossas dicas em Aracaju post a post.

Para continuar passeando pela Linha Verde, leia também:

Praia do Baixio – Km 121

Diogo – Km 68

E para esticar a viagem até Maceió, confira:

BAHIA-SERGIPE-ALAGOAS: de carro pelos três Estados.

CORDA DO CARANGUEJO – um caranguejo, uma corda e um plano perfeito.

14 jun

Depois de dias de sol e trabalho e trabalho duro embaixo de sol… De dias de caranguejo no banheiro do meu ap e de dois gatos em transe com a inesperada visita estilo caranguejada, tinha que compartilhar com vocês o resultado do nosso trabalho de faculdade.

Clique e confira a aventura de Erick, o caranguejo, em CORDA DE CARANGUEJO.

Na sequência, o making off  da curta-produção

Só pra constar, todos os “Ericks” que participaram das filmagens foram libertados após as gravações. Preciso confessar que não curto comer caranguejo e agora criei um afeto especial pelos bichinhos.

Curta o Erick no Face http://www.facebook.com/cordadocaranguejo

E @sigacaranguejo  no Twitter 😉

DELTA DO VELHO e QUERIDO CHICO – SERGIPE

31 mar

Já fizemos ‘foto-guia’ e  post musical. Agora chegou o grande momento de falarmos sobre o passeio em si pelo Delta do Rio São Francisco.

Como explicamos no “fotoguia”, o passeio pelo Delta, partindo de Sergipe, começa pelo município de Brejo Grande, na região do Baixo São Francisco (para conferir o Fotoguia, com todas as informações de como chegar a Brejo Grande, clique aqui).

Duas opções viáveis te esperam para realizar este passeio:

– Uma delas, mais confortável, é agendar o passeio com uma das inúmeras agências de turismo que operam em Aracaju, como a NOZES TOUR, a IMPACTO ou a TOP TOUR.  Nesta opção, por R$ 120,00 por pessoa, você tem transfer, ida e volta,  da porta da sua casa (ou hotel) até Brejo Grande e Catamarã até o Delta.

– A outra opção, mais aventureira, é seguir por sua conta até Brejo Grande e lá pegar um barquinho para a Foz. São pouco mais de 130 Km de estrada até o município e mais 50 minutos de viagem pelo Rio até o seu encontro com o mar. Os barqueiros costumam cobrar entre  R$ 100,00 e R$ 150,00 pelo barco –  e não por pessoa –  e o bacana é que você tem um barco e um barqueiro exclusivo para você, fazendo tudo no seu tempo.

Nosso pitoresco e divertido transporte até o Delta – Cais de Brejo Grande.SERGIPE

Nas duas vezes em que estivemos na Foz, fomos por nossa conta e é essa experiência que vamos relatar aqui. Mas, se você quiser conhecer a experiência de quem foi por empresa turística, não deixe de ler o excelente post do @rod_rocha no A gente Viaja, clicando aqui.

O PASSEIO

Primeira coisa você deve saber de cara quando optar pelo Delta: não busque comparações com o Cânion do São Francisco. São passeios diferentes com paisagens diferentes. Certamente, você não vai encontrar a exuberância do Cânion no Delta, mas, por outro lado, você não vai encontrar  no Cânion a simplicidade cativante e calorosa do encontro do rio com o mar e o intenso contato com o Rio, na sua despedida do leito. O Cânion é o Cânion. O Delta é o Delta.

Segunda coisa, notadamente para quem fugiu das aulas de geografia: “denomina-se DELTA a foz de um rio formada por vários canais ou braços do leito do rio. Devido a pequena declividade e, consequentemente, pequena capacidade de descarga de água, favorecendo o acúmulo de areia e aluviões na foz do rio” (Glossário de Geografia).

Imagem disponível em geologiamarinha.blogspot.com.br

Isto explica a paisagem que te espera… Várias pequenas ilhas formando esquinas e labirintos ao longo do leito do rio e um imenso banco de areia, dunas e piscininhas no exato encontro do rio com o mar.

Isto posto, além do rio e do Delta, vale dizer que, de quebra, você tem a chance de conhecer duas pequenas cidades ribeirinhas, cheias dos pormenores de cidadezinhas de interior,  agraciadas pelo encontro com rio, que enche de vida e movimento o cotidiano dos moradores locais: BREJO GRANDE, em Sergipe, e PIAÇABUÇU, em Alagoas.

BREJO GRANDE – SERGIPE

PIAÇABUÇU – ALAGOAS

Prepare-se apenas para enfrentar o sol escaldante, pois, o Delta em si nada mais é que um imenso banco de areia cravado em meio à brisa do rio e a maresia do mar. Salvo um ou outro oásis de piscininhas naturais e escassos coqueiros, diante de tanta areia e sob o sol implacável do Nordeste, a sensação térmica, sem exagero, é algo tipo estar no deserto.

No mais, curta muito o caminho…  Os  50 minutos pelo leito do rio até a Foz garantem  imagens  de “wallpaper” rs rs… Inesquecíveis e apaixonantes:

Margem alagoana da Foz do Rio São Francisco

 BREJO GRANDE

Essa cidadezinha, com pouco mais de 7000 habitantes,  reserva as peculiaridades básicas de cidade de interior. Vida tranquila, casinhas coloridas e uma praça com uma Igreja:

Como disse no “fotoguia”, pausa para a Igreja da praça, Igreja de Nossa Senhora da Conceição, com seus traços rendados em branco e cor de rosa. Uma graça!

Só não espere – como seria de se esperar – uma cidade totalmente banhada e integrada com o Rio. Sergipe tem esse mistério: as cidades NÃO crescem na “beira da água” e, diferente de outras cidades “franciscanas”, como Piaçabuçu, Piranhas, Penedo  e outras tantas, em Brejo Grande o Rio São Francisco fica meio que de escanteio, só com um estreito cais que, por sua vez, fica fora do centro da cidade, onde tudo acontece. Vai entender.

Pequeno cais de Brejo Grande-SE

Mas nada que desabone a cidade. O município ainda oferece preciosidades culturais como o Povoado Saramém, localizado à beira do rio, onde concentra-se uma pequena população de pescadores, e o Povoado Brejão dos Negros, reconhecido como Comunidade Quilombola.

POVOADO SARAMÉM (imagem disponível em tribunadapraiaonline.com)

 O DELTA

Esse, como já foi dito, na prática resume-se a um  imenso banco de areia e dunas  estacionado entre o rio e o mar.

O primordial é que você não compreenda o Delta como a única razão do passeio e sim como parte indispensável dele. Nós, em especial, curtimos muito o passeio de barco pelo rio até a foz e a parada, no retorno, em Piaçabuçu, fazendo com que o Delta em si fosse apenas uma das peças chaves da viagem.

Como fomos por nossa conta e risco, saímos depois do almoço, para evitar pegar o ápice do passeio no ápice do sol. Chegamos  no Delta por volta das 15h e, vou te contar, o Sol continuava “ardendo no couro” a todo vapor.  Nossa única reação, após uma curta tentativa de caminhar pelas dunas, foi  ancorar o corpo em uma piscina natural.

Aí a grande surpresa. Apesar de estarmos de cara com o mar, a piscina era de água doce, tranquila e deliciosa, um oásis de verdade embaixo dos quase 40° de céu limpo que iluminava o dia.

Nesse horário, já não havia barracas de vendedores nas dunas e aí vai uma dica: melhor chegar cedo em Brejo Grande, pela manhã, para aproveitar ao máximo tudo o que a região tem a oferecer (evitando sempre os horários de sol intenso, claro).  A feirinha de comidinhas e artesanato dos moradores locais é mais um belo atrativo das areias da foz 😉

Artesanato da Foz do Velho Chico - SERGIPE.ALAGOAS

Tanto na ida como na volta, fomos curtindo nosso barquinho exclusivo, e seu “tróóóó” suave cortando o rio pouco a pouco, em seu ritmo desacelerado.

De barquinho, fomos curtindo o rio de pertinho, sentindo a água do imponente Rio São Francisco, mansinha, batendo nos dedos.

E, para aliviar o cansaço de uma semana inteira, a dica do nosso barqueiro, Agenor, foi navegar na rede, literalmente. Uma delícia, para quem, claro, não enjoa nem tem labirintite.

E… Ver a noite cair sobre as águas do Rio São Francisco… Ah-ah… Não acontece toda dia. Fomos aproveitando cada segundo da nossa viagem com aquela sensação involuntária de agradecimento à natureza e cheios de orgulhos de nós mesmos por estarmos ali, anoitecendo na imensidão do Velho e Querido Chico.

Ficou faltando a ida até a região do antigo povoado Cabeço, onde há o farol alagado. No horário que saímos, a maré não permitia que nosso pequeno barco chegasse até lá. Mais um #ficaadica também, reforçando que ideal mesmo é sair cedo de casa para não perder nada que o Delta tem a oferecer. O Cabeço vai ficar pra próxima.

Povoado Cabeço - Foz do Rio São Francisco - SERGIPE

 INFORMAÇÕES IMPORTANTES

– Como foi dito, há vários barquinhos no cais de Brejo Grande aguardando turistas, mas caso queira agendar, você pode ligar para o Agenor, que fez nosso passeio na primeira vez, ou para o Almeida, que fez nosso passeio na segunda vez:

AGENOR – (82) 3552-1634

JOSÉ ALMEIDA – (79) 9607-2985/ (82) 9314-7698 – pfs@hotmail.c0m

– No cais de Brejo Grande, é possível ligar para uma pequena balsa, com capacidade  para dois carros, que faz a  travessia para Piaçabuçu/AL. Ocorre que, no cais, só há sinal da VIVO, então a dica é você anotar o telefone e já chegar em Brejo Grande com a travessia agendada. A balsa sai de um pequeno porto a alguns quilômetros do cais principal.

– Acredite! É possível chegar até o Delta de carro, pela margem de Alagoas, partindo de Piaçabuçu. Acontece que, como nos informou o Agenor, a depender do local onde você, desavisado e incauto, estacionar o veículo, pode encontrá-lo boiando na maré ao retornar. Melhor mesmo ir de barco. Em Brejo Grande, você pode estacionar seu carro na Marina, ao lado cais. O estacionamento custa R$ 3,00 por turno.

– Para saber como chegar a Brejo Grande pela BR-101, clique aqui. E, para conhecer nosso Post Musical sobre o Delta, clique aqui.

– Nossa parada e almoço em Piaçabuçu acabou merecendo um post à parte.

– Todas as informações deste post  referem-se aos meses de fevereiro e março de 2012, quando estivemos no Delta.

Memórias de barquinho #PostMusical #NossoCarnaval – Delta do São Francisco.SE/AL

22 fev

21/02/2012 – Ontem, terça de carnaval,  fomos pela primeira vez ao Delta do São Francisco.

Poderia dizer mil coisas, escrever várias linhas, descrever cada detalhe, mas nada seria  tão fiel à nossa experiência quanto o vigor da voz da Maysa interpretando o lindo texto do Bôscoli. Apenas um barquinho, o encontro do Rio com o Mar e nós… Nosso relato de Carnaval… Em um post musical (Ei! Só vale ler o post ouvindo a música, viu? O link para o áudio está logo aí embaixo).

O BARQUINHO (Bôscoli e Menescal)

ÁUDIO – O BARQUINHO por Maysa

Dia de luz
Festa de sol

Um barquinho a deslizar
No macio azul do mar

Tudo é verão
Amor se faz

Num barquinho pelo mar
Que divisa sem parar

Sem intenção
Nossa canção
Vai saindo desse mar


E o sol
Vejo o barco e luz

Dias tão azuis

Volta do mar
Desmaia o sol

E o barquinho a deslizar
E a vontade de cantar

Céu tão azul
Ilhas do sul
E o barquinho coração
Divisando na canção

Tudo isso é paz
Tudo isso traz
Uma calma de verão

E então

O barquinho vai
A tardinha cai

Lindo assim!

Tudo sobre o Delta do Rio São Francisco – COMO, ONDE e QUANTO – em breve, em um post detalhado. 😉

Um mergulho de boas vindas – RIBEIRA.SERGIPE

1 jan

Primeiro post do ano, no primeiro dia do ano, merecia uma viagem especial a um lugar especial.  E lá fomos nós, em busca do primeiro mergulho do ano em meio a um santuário natural, cravado numa fenda rochosa  desenhada pelo encontro de um relevo pontiagudo com corredeiras de água escura (mas limpa).

 Isso é a Ribeira. O nome é emprestado do minúsculo povoado onde está localizado o pequeno paraíso das pedras. O povoado, por sua vez, está localizado a 20 km da entrada da cidade de Areia Branca, na BR-235, dos quais,  10 km de asfalto e 10 km de estrada de terra. Saindo da BR (nos exatos 9,8 Km após Areia Branca), tudo é poeira, cercas e pedrinhas e mais pedrinhas espalhadas pelo chão. O carro samba, reclama, mas insiste, de cara feia vai seguindo, meio descrente se vai dar pra chegar.

Chegando ao  povoado, as casinhas coloridas, típicas de interior, parecem dar as boas vindas.

Poucas casas espalhadas em torno de duas praças resumem a vida tranquila de um lugar perdido no meio de serras e estradas pedregosas de terra vermelha.

A partir daí começam os aproximados 2 Km de puro off road. Depois do povoado, é preciso seguir na estrada de terra, agora bem mais estreita e infinitamente mais arisca. Mas a paisagem continua valendo a pena, embora, fique claro, qualquer descuido pode custar um pneu ( ou dois, ou três… tem pedra pra todo mundo).

Algumas arranhadas no cárter, galhos deslizando nas portas e riachinhos depois, lá está ela… A Fenda “do Biquini”:

Olhando de longe, o vão que se abre entre os morros parece não ter nada a oferecer. Mas um olhar mais próximo vai te esclarecendo as ideias:

A Ribeira é um lugar de poucas palavras. Apenas um mergulho nas águas mornas entre os paredões rochosos vai te dar a exata dimensão daquela paisagem árida, adoçada por águas tranquilas.

Ribeira - Itabaiana -Sergipe

Escalar o paredão, pedra a pedra, passo a passo, não é tarefa fácil e requer toda cautela, para não transformar o passeio em uma queda de mau jeito. Mas todo esforço vale a pena e a  paisagem recompensa.

Ribeira - Itabaiana - Sergipe

Um cantinho escondido no meio do nada para se desligar de tudo e, enfim,  dar um mergulho merecido, abençoado por um céu azul e o canto da natureza no sopro do vento, que corta bravio os corredores de rocha.

Esse, definitivamente, era o único lugar onde eu queria estar no primeiro dia do ano. Deixando a água levar todas as agruras que se foram e retomando as energias para encarar com fôlego o ano que se inicia. “Life is priceless” (como bem lembrou a Gina).

PAZ  SAÚDE FÉ  e SABEDORIA para todos nós! Feliz 2012!

Em um próximo post, explico com detalhes como chegar até esse cantinho escondidinho, certo? 😉

BOA LUZ ZOO PARQUE – SERGIPE

1 ago

Quando decidimos nos hospedar no complexo Boa Luz, a ideia era descansar, até porque, já conhecíamos o Parque. Mas não tem jeito… Ninguém resiste a bater perna  pela fazenda para ver ou rever seus belos animais, se aventurar nos tobogãs do parque aquático ou simplesmente caminhar sob a sombra tranquila de suas árvores. Acabou que, retomar nossa infância curtindo o parque igual criança, colocou de lado o esperado descanso.

INFORMAÇÕES BÁSICAS

– Para quem não está hospedado no Hotel,  o acesso ao parque é pago e  inclui apenas o day use. Confira o valor atualizado aqui.  Alimentação e atividades são cobradas à parte.

–  KIT BÁSICO (endereço, telefone e site): Km 16 da BR- 235, município de Laranjeiras (a 15 Km da saída de Aracaju); tel.: (79) 3281-4848; http://www.hotelboaluz.com.br/

– Detalhes de como chegar no  Fotoguia da BR-235.

– Informações sobre o hotel no post  Hotel Fazenda Boa Luz.

O ZOO

Como disse no post sobre o hotel, o clima é de fazenda mesmo. Mas, além dos animais comuns do ambiente rural, a Boa Luz te encanta com belas espécies, espalhadas pelo parque:

A linda TIGRESA. Há dois meses  a bichana vive sozinha. Seu companheiro faleceu, vítima de câncer 😦 Conheci os dois, lindos! Lamentável essa perda, mas ela, pelo menos, continua lá, imponente e estressada, como boa fêmea que é… rs rs:

Ao lado dela está a LEOA, mas esta, também como boa fêmea que é. Estava tão mal humorada que sequer deu as caras para sair na foto!  As duas meninas ficam  ao lado dos  pedalinhos (nº04), na margem oposta ao Restaurante Racho Fundo.

A caminho do Haras (nº 20), próximo ao Pesque Pague (nº 24), nos deparamos com uma criatura hilária… A LHAMA. Que animal hilário! A cara dela já é engraçada. Ela estava correndo pelo seu cercadinho, mas quando viu nossa câmera, veio posar para foto… Hilária:

Seguimos em busca das ZEBRAS, mas, no meio do caminho, quem passa por nós, galopantes e faceiras?

As próprias! De quebra acompanhadas por um BÚFALO, enorme e desengonçado:

Lindas demais. Acho que um dos animais mais bonitos que já vi. São como cavalos pintados a mão, com todo capricho, por um fanático torcedor vascaíno. Perfeitas! <um lacinho vermelho e elas dariam lindas são paulinas>

Ah ah! Claro que eu não iria perder essa chance… No início da manhã, elas seguem para o haras, onde são seladas para montaria… Olha nós aí:

Só para foto mesmo, porque para cavalgar… No no… não conte com elas. São empacadas e teimosas. Mas tirar foto já vale tudo! Enquanto isso, o búfalo tomava o seu “banhiiinho”, super tranquilo:

Próximo ao nosso chalé, ficavam os AVESTRUZES… Hilários também. Enormes, mas permaneciam o tempo todo com a cabeça baixa, bicando tudo que encontravam pela frente:

Tem COBRA também. Nos finais de semana, super dócil, ela pode ser enrolada no seu pescoço e ficar “coleguinha”. Dessa vez não me bati com a velha amiga , mas tenho foto do nosso último encontro… Radical! < e o macaco ao fundo… o melhor rsrs>

E tem muito mais no Zoológico (nº 16), à margem do último lago, mas, não vou mentir, não tivemos ânimo para ir até lá. Na próxima levamos bicicletas clandestinas.

O PARQUE

Só pra reforçar, o Parque é enorme. Logo na entrada, está um dos restaurantes que atende a fazenda durante os finais de semana e feriados, o RANCHO FUNDO (nº 02):

Pra ser bem sincera, minhas duas experiências gastronômicas nele não foram proveitosas. Nas duas me decepcionei com a comida. Dessa vez, como estava no hotel, me limitei à excelente comida do Jardim das Laranjeiras. (Rancho Fundo – Buffet R$ 34,00 por pessoa – em janeiro de 2012)

No primeiro lago, na margem oposta ao Rancho Fundo, estão os PEDALINHOS –  R$ 5,00 (20 minutos):

 

E, no segundo lago, funciona o PESQUE E PAGUE (nº  24)… Agradável e relaxante:

À margem do segundo lago, ao lado do Pesque e Pague, está a CASA DA CACHAÇA e TILÁPIA:

Nesse dia (17/07/2011),  eles exibiram  o jogo Brasil X Paraguai na Copa América… Triste fim para quem foi até lá torcer por nossa seleção. Sem comentários. O bom é que tinha cachaça por todos os lados… Na falta de gol, tome gole…rs rs:

Mais adiante, logo depois de ser recebido por Lampião e Maria Bonita…

Está o animado PARQUE AQUÁTICO (nº 10):

E o Restaurante RANCHO ALEGRE (nº 09), que nos finais de semana e feriados serve churrasco:

Ao lado do  Rancho Alegre, o parquinho para a meninada:

É tanta coisa ( e nem vimos tudo) que cansa só de contar. Mas vale cada passo!

Fim de tarde na Boa Luz.

O HARAS:

Tudo tem clima de fazenda, já falei, mas o HARAS, sem dúvida, é o lugar mais country do complexo… E o que mais gostamos… O ritmo dos funcionários, levando e trazendo capim, o cheirinho do curral, a “barulhada” dos animais, numa conversaria só… Tudo faz você realmente se sentir na “roça”:

É possível passear a cavalo, de charrete e até de carro de bois:

 Mas tudo pago à parte:

As crianças podem passear de  pônei e eu, com meu tamanho reduzido, até quis me aventurar em um dos pequeninos, mas o Hélio me convenceu que sou, literalmente, grandinha demais pra isso… hehehe.

No Haras, você ainda pode conhecer várias espécies de aves no Recanto das Aves (nº 22). Entre elas, LAURA. Na verdade LAURO, um “araro” super amigável:

Ah, gente! Amei! Eu e o Hélio adoramos animais. O contato com eles é sempre revigorante!

Mas… Tem mais.O Parque ainda oferece passeios de trenzinho para alguns pontos da fazenda, para a cidade histórica de Laranjeiras e para a Gruta da Pedra Furada ( de R$ 10,00 a R$ 15,00 por pessoa):

A Boa Luz é um programão, independente da idade. Em dezembro de 2007, toda minha família veio comemorar  reveillon em Aracaju e aproveitamos para passar um dia inteiro na Fazenda.  Dos meus avós à  minha priminha de um ano, todos, sem exceção, se divertiram!

– As informações constantes no post, inclusive valores, referem-se a agosto de 2011. Informações  recentes sobre a Boa Luz estão no Relato da Luana , de novembro de 2012.

Quer mais? Para saber tin-tin por tin-tin sobre Aracaju, confira nosso post: DICAS de ARACAJU – POST a POST

ARACAJU por Marcos Panichi!

30 jul

Segue o relato do Marcos sobre sua estada em Aracaju.

ARACAJU – Simplicidade e Calma

Estive em Aracaju no período de 20 a 26 de Julho.   Minha intenção inicial era me hospedar em um resort (Dioro) mas ele estava fechado no período.   Tenho dois filhos, de 11 e 14 anos, aluguei um carro no aeroporto e fiquei no Radisson Hotel na praia de Atalaia.

 O hotel é ótimo, excelente padrão, bom atendimento, ótimos serviços e boa localização.   Vale a pena.    Pela minha pesquisa as melhores opções seriam o Radisson ou o Mecure, mas este não tinha um quarto que acomodasse nos 4 e o Radisson tinha, ficando mais em conta.   Ambos são bem proximos.

VISTA DO HOTEL

A praia de Atalaia é o point para os turistas… o Radisson fica em frente ao Oceanário, do projeto Tamar, parada sempre obrigatória e melhor no fim do dia (ente 16 e 17 horas) quando eles alimentam os peixes, tartarugas e tubarões.   Na praia existem vários bons restaurantes e bares, casas de tapioca, diversas opções… das que eu frequentei as duas  melhores foram a churrascaria Sal e Brasa e o restaurante República dos Camarões.   Este é excelente…  ótimos preços, boa comida, excelente ambiente.   Se você quer comer camarões ou frutos do mar, é a opção mais em conta e melhor da praia de Atalaia.   Pode ir sem medo!

As praias para banho e diversão estão ao Sul.    Começando em Atalaia até Mosqueiro, todas são parecidas.    Mar com ondas, um pouco barrento, muito vento.   Eu fiquei em duas barracas de praia, a Parati e a Com Amor Beach Bar.   Ambas tem restaurante, bar, infraestrutura… Preferimos a Com Amor Beach Bar.   Porque?   Apenas porque o serviço foi melhor e a barraca possui mesas fixas, dando mais espaço entre os frequentadores, mais liberdade…e a seleção musical é muito melhor para nós que não gostamos muito da combinação samba-pagode…

LITORAL SUL - MOSQUEIRO

Depois de Mosqueiro tem uma ponte e mais praias ao Sul.   Não ache que vai encontrar uma praia muito diferente … ou você vai até a divisa com a Bahia ou todas serão do mesmo padrão.

Uma opção interessante, caso a maré permita, é o passeio de barco e visita a praia do Goré, na foz do Rio Vaza Barris.

Na cidade fomos ao Mercado, mirante, cruzamos a ponte para visitar a Ilha dos Coqueiros e Atalaia Nova…  vale a visita mas não é obrigatorio.   Não fomos ao passeio no Rio São Francisco porque choveu no dia escolhido…  Acabamos indo aos dois shoppings da cidade, o RioMar e o Jardins…  Ambos tem tudo que voce precisa… Se estiver em Atalaia, o RioMar é melhor.  Menor, não fica tão cheio, atende perfeitamente uma tarde chuvosa.

O ponto alto do passeio, sem duvida, foi o parque dos falcões.    Veja no  Miss Check-in como chegar ou feche um pacote com um taxista.   VALE A PENA.   Gente como o Jose Percilio, que criou e cuida do parque, é o que faz a diferença nesse pais… se tivéssemos mais brasileiros como ele, seriamos um pais melhor.    Voce agenda, leva 40-45 minutos para chegar de carro, e ele te recebe e fica com voce por 2 horas ou mais.   Voce conhece diversos falcões/corujas/aves, pode tocá-las, bater fotos, ve-las voar…  Uma experiência única, diferente e show.

ZÉ PERCÍLIO E O FALCÃO

Espero ajudar quem quiser conhecer Aracaju…  fomos muito bem recebidos.   Não são as melhores praias do Nordeste, mas a cidade é simples, limpa, bonita, eficiente e todos te recebem muito bem.   Se quer desligar e conhecer uma cidade diferente, pode ir sem medo.    Come-se bem, barato… e não deixe de visitar o parque dos Falcões e o Canyon (apesar de não ter ido, pelas fotos, é o melhor passeio da cidade).