Porto Madero – Passarela do Caranguejo – ARACAJU.SE

18 maio

Estava realmente devendo uma dica da Passarela do Caranguejo.  O que posso adiantar é que a Passarela é figurinha carimbada de Aracaju e todo turista, sem exceção, é puxado como um imã para lá. Na sequência, uma filinha de bares e restaurantes, coloridos e animados, vão enchendo seus olhos. Badalados, lotados, alguns mais caros, outros nem tanto. Escolha o que mais te agradar e seja feliz. Foi assim que escolhi o Porto Madero.

Porto Madero Restaurante - Passarela do Caranguejo - Aracaju

Achei o lugar bonito e atraente e fui entrando. A referência a Buenos Aires talvez tenha me influenciado. A decoração náutica também.

Atendimento atencioso e ambiente agradável vão compensando o cardápio com preços  salgadinhos.

No nosso caso, como comemos muito pouco, as entradas ficam de bom tamanho para nosso apetite resumido. Não costumam demorar e chegam sempre reluzentes, com cara de coisa boa.

Picanha na Chapa – Entrada – R$ 39,90

Gosto muito do camarão alho e óleo e também do filezinho ao molho de mostarda dijon, o que me leva, de vez em quando, a cometer a saborosa extravagância de me deliciar no Porto Madero.

Camarão alho e óleo – Entrada – R$ 39,90

A comida é cara e as bebidas mais ainda, mas se quiser aproveitar um pouco da noite sergipana em um restaurante elegante e com cardápio variado, o Porto Madero é uma ótima dica.

Frozen – Porto Madero – R$ 16,90

Valores de Maio de 2014

Funcionam para almoço e jantar de terça a domingo. Aceitam cartões. A localização não tem errada: na Passarela do Caranguejo ( Av. Santos Dumont), ponta sul da Orla de Atalaia, ao lado do Hotel Algas Marinhas. Aproveite para passear pela Passarela, curtindo a brisa da Orla Sul da cidade.

Passarela do Caranguejo

Só não se aventure por lugares ermos e com pouca iluminação. Aracaju já começa a viver a síndrome de cidades em crescimento.  Não precisa andar assustado, mas é sempre bom estar atento 😉

ZAGREB – CROÁCIA por Marilda Uchoa

11 maio

Não esperava que assim, de repente, iria acabar abrindo a categoria ‘Croácia’ aqui no Miss. O presente veio da amiga Marilda Uchoa, que me trouxe essa delícia de lugar através do seu relato, com texto e fotos. Preciso dizer que adoooooro? Ela me prometeu uma série de textos, contando cidade a cidade sua recente passagem pela Croácia e Bósnia em abril de 2014. Aguardo ansiosa. Hoje começamos por Zagreb. Vou parando de tagarelar por aqui e agora sigam com o texto que a Marilda fez pra nós 😉

Mapa Croácia

Mapa disponível em http://pessoas.hsw.uol.com.br

Após 25 horas de viagem e uma mala desaparecida, chegamos a Zagreb, capital da Croácia. Apesar da primavera ter chegado há 3 semanas, o frio de 9°C e os ventos cortantes faziam qualquer brasileiro jurar que estávamos no inverno. Por esse motivo, é recomendável checar as condições do clima da época em que se deseja viajar. Soubemos com os locais que nos últimos dois anos nevou no mês de maio! E apesar de não termos tido o prazer de presenciar neve, a indesejada chuva se fez bastante presente.

Igreja de São Marcos - Zagreb - Croácia

Zagreb – ao fundo, Igreja de São Marcos com seu telhado particular.

                Alugamos um carro ainda no Brasil e já saímos do aeroporto com o mesmo. GPS a postos, tranquilamente chegamos ao hotel bem centralizado. As vias são novas, bem sinalizadas e o tráfego tranquilo. DICA 01: É necessário apresentar uma carteira internacional de habilitação para se locar um carro na Croácia. Além disso, o cartão de crédito a ser apresentado na locadora para caução, deve ser da própria titularidade do motorista. Há cobrança de pedágios nas estradas, mas estes não são caros.

                Apesar de já fazer parte da União Europeia, a Croácia ainda não adotou o Euro como sua moeda. Esta se chama Kuna e vale aproximadamente R$ 0,50. Com US$1,00 dólar compra-se 5,00 Kunas, o que faz com que os preços praticados com o turismo no país não sejam nada exorbitantes.

Zagreb - Croácia

                Confirmamos in loco a impressão que tivemos ao pesquisar Zagreb ainda no Brasil. Pouco a ver e fazer. Chegamos à noite e ao sair para jantar – do hotel fizemos todo o centro e pontos turísticos a pé – percebemos que o vento congelante mantinha os moradores dentro de suas casas e tornava a cidade meio fantasma.

Jardins de Zagreb - Croácia

                A Catedral, o Mercado Central e a Igreja de São Marcos – com seu telhado pitoresco nas cores da bandeira croata – são as principais atrações.

Mercado Central - Zagreb - Croácia

Mercado Central – Zagreb – Croácia

Além disso, vale caminhar por entre as ruelas próximas ao mercado com várias opções de bares e restaurantes. O que deve ser bastante agradável com sol e clima mais ameno.

ZAGREB - Post Croácia

Rua Tkalciceva, cheia de bares e restaurantes – Zagreb.Croácia

Zagreb é uma cidade muito ampla e arborizada e o que lhe falta em pontos turísticos sobra em lindos e amplos jardins que nos convidam para passeios a pé, leituras em seus bancos ou pic-nics. Todavia, ficamos apenas um dia inteiro e acreditamos ter sido o suficiente.

Igreja de São Marcos

Lindo 😉

Para continuar passeando pela Croácia, leia também o relato da Marilda sobre DUBROVNIK.

 

 

Reciclaria e D’adiv Restaurante – ARACAJU

4 maio

Foi em busca da mesa ideal que me deparei com a Reciclaria. Na verdade, já conhecia por fotos e por ouvir dizer, mas foi a mesa dos meus sonhos que me fez bater nessa porta.

Reciclaria-Bairro Aeroporto-Aracaju

A Reciclaria é uma oficina de móveis. Basicamente, eles reciclam móveis antigos, transformando peças velhas, esquecidas e mal tratadas, em objetos charmosos e joviais, atendendo à perspectiva decorativa do momento,  que eu, particularmente, chamo de ‘neo-retrô’  – o paradoxo da modernidade – rsrs.

RECICLARIA.ARACAJU

Para quem curte esse tipo de projeto, vai achar o lugar incrível. Quem não curte, ou é indiferente, vai, pelo menos, ficar intrigado com o estilo esquisitice atraente daquele amontoado de móveis, misturados a cores pelas paredes e telhados, objetos antigos e árvores frondosas.

Reciclaria.Aracaju

Certo. Mas se você não está em busca da mesa ideal, nem tem um motivo relevante para esticar suas perninhas até a Reciclaria, agora vem a segunda a dica. No mesmo espaço, com a mesma atmosfera rústica e alternativa, funciona o D’adiv Restaurante.

D'adiv Comida Natural - Aracaju

Cozinha natural de bom gosto bem em frente ao Aeroporto de Aracaju. Me pareceu uma opção bem interessante. Comida vegetariana servida diariamente (de segunda a sábado) no formato ‘prato do dia’.O prato servido é meio que surpresa e, se for o caso, ligue antes para saber o que está saindo.

D'adiv Comida Natural - Aeroporto - Aracaju

No nosso dia, a opção era panqueca de palmito. O prato executivo veio com duas panquecas, salada de alface, salada de grão de bico, arroz integral, pepinos e tomates, além de uma porção de feijão em caldo e porção extra de molho de tomate.

Prato Executivo D'adiv

Para beber, pedimos dois sucos: laranja com hortelã e laranja com beterraba.

Sucos de Laranja - D'adiv - Aracaju

Tudo fresquinho e saboroso. Nós aprovamos e achamos que é uma dica bem alternativa para quem busca uma comida mais saudável, com um tempero que, tal qual a “Seara”, vai te surpreender.

E por falar em surpresa, posteriormente, em outras oportunidades, experimentamos outros pratos do D’adiv, que só confirmaram nossa primeira opinião. Mas a surpresa mesmo ficou por conta do CARURU e VATAPÁ,  acompanhado de bolinhos de feijão e macaxeira (aipim/mandioca), arroz integral e salada. A dádiva de comer, se lambuzar e não se sentir culpado… Não tem preço! rsrs

Vatapá do D'adiv - Reciclaria - Aracaju

LOCALIZAÇÃO

Como disse, a Reciclaria e o D’adiv funcionam no mesmo espaço: um terreno arborizado, rodeado por um muro em  alaranjado discreto, bem em frente ao estacionamento do Aeroporto de Aracaju. Confira no mapa:

Mapa Google - Reciclaria.D'adiv

HORÁRIO de FUNCIONAMENTO

– A Reciclaria funciona de segunda a sábado em horário comercial.

– O D’adiv funciona de segunda a sábado, das 11h30 às 14h30, e também trabalham com entrega de marmitas.

RECICLARIA - ARACAJU

CONTATOS

– Fanpage Reciclaria www.facebook.com/pages/Reciclaria-Casa-de-Artes

– Fanpage do D’adiv –  www.facebook.com/dadiveg

– Telefones D’adiv – (79) 8864-0146/ (79) 9658-5361.

– Os valores do restaurante, em maio de 2014: Prato Executivo R$ 15,50/ Copo de Suco R$ 3,00.

NÃO ACEITAM CARTÕES

Gatinho - Reciclaria  Na Foto| ladrilho hidráulico  e beijo no ombro do bichano! 😉

CAJU BIKE – seu passeio de bicicleta em Aracaju

13 abr

Agora sim! Ter ‘n’ quilômetros de ciclovia e, praticamente, nenhuma opção prática e eficiente de acesso (ainda que pago) a bicicletas, resolvia muito pouco, sobretudo para o turista que, no geral, não tem como trazer sua bicicleta na mala.

CajuBike - Aracaju

O CAJU BIKE, recentemente implantado em Aracaju, traz uma opção bacana e inteligente de compartilhamento de bicicletas, nos moldes do que já vem sendo praticado em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro.

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Há estações interligando a Orla de Atalaia ao Centro da Cidade. Confirma o mapa das Estações aqui.

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Estação 01 – Av. Rotary (que é o finalzinho da Av. Beira Mar)

Com a ampliação do número de estação ( no início eram apenas 05, todas localizadas na Orla),  já é possível esticar o passeio da Orla até o Centro, passando por pontos como o Parque da Sementeira, na Av. Beira Mar, e o Mirante do Calçadão da 13 de Julho, na mesma avenida.

COMO USAR

Primeiro – você vai precisar de TELEFONE CELULAR e CARTÃO DE CRÉDITO. Para ter acesso às bicicletas, é preciso comprar um passe diário (5 reais) ou mensal (10 reais).

Segundo – baixe o aplicativo Caju Bike no seu celular (android ou IOS). Saiba como aqui.

Terceiro – após baixar o aplicativo, cadastra-se. É fácil e rápido o cadastro <até a internet ridícula do meu celular fez o cadastro rapidinho>

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Você só retira a bicicleta se comprar (via cartão de crédito) um dos passes, diário ou mensal. Então…

Quarto – uma vez na estação, para retirar a bicicleta você vai precisar adquirir o passe, o que pode ser feito tanto pelo próprio aplicativo ou ligando para 4003-9891.

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 Eu adquiri dois passes diários, 5 reais cada um, no mesmo celular, pelo meu cadastro. Comprei um pelo aplicativo e o outro pelo número de telefone indicado. Nas duas opções você precisa digitar os dados do seu cartão de crédito para que eles façam a cobrança. Assim que a transação é autorizada, o passe aparece disponível no seu aplicativo:

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Na sequência, é só clicar na setinha verde que aparece ao lado direito do passe. Clicando aí, já aparece a tela pedindo para você informar a estação onde está e pretende retirar a bicicleta.

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Cada estação tem um número, identificado nos totens de informação de cada uma delas.

Estação 02 - Orla de Atalaia

Quinto – Digite o número da estação e, na tela seguinte, já vai solicitar que você escolha sua bicicleta.

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Prontinho. Escolhendo a bicicleta, o aplicativo informa que uma luz verde sinaliza que a bicicleta está pronta para ser retirada. Puxe a bike, com força,  e seja feliz… Por 60 minutos.

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OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

– Independente do passe que comprar, você deve devolver a bicicleta à uma das estações a cada 60 minutos. Caso não faça isso, passará a ser descontado 5 reais, a cada meia hora, no cartão de crédito que você cadastrou.

– O sistema então é o seguinte: no passe diário, por exemplo, você pode rodar por 24 horas, desde que devolva a bike a uma estação a cada 60 minutos. Após um intervalo de 15 minutos, você já pode, com o mesmo passe, pegar outra bicicleta e rodar mais 60 minutos. E assim segue, até expirar seu prazo.

– Ou seja, qualquer dos passes, não te dá acesso ininterrupto à bicicleta. Você vai sempre precisar devolver a cada 60 minutos e retomar o passeio 15 minutos depois. Isso tem que ficar claro, para que você não se assuste com a cobrança de cada meia hora após os 60 minutos.

DEVOLVENDO A BICICLETA

– Para devolver, não precisa fazer nada no aplicativo, nem ligar para aquele telefone. Basta encaixar a bicicleta com força no quadradinho, até notar que ela travou. Mas empurre com força mesmo, de outra forma não encaixa. Confira na foto:

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– E você pode devolver em qualquer das estações. Basta ter vaga disponível 😉

– Assim que você trava a bicicleta, seu passe no aplicativo muda da situação “em uso” para “disponível”.

NO MAIS

– Tanto no aplicativo, como no site http://www.cajubike.com.br/, você pode conferir a localização e a disponibilidade de bicicletas em cada estação.

– Como disse inicialmente, o sistema me pareceu bem eficiente. Comigo foi tudo rápido e bem prático, tanto via ligação telefônica, como através do aplicativo (que é leve e roda bem no celular). Via ligação ( no número 4003-9891), você pode se virar sozinho, na opção “1”. Mas se precisar falar com o atendente, digite “2”. Solicitei o atendente pela tarde (no domingo) e fui atendida no ato. À noite, solicitei novamente e aí já demorou um pouquinho (um minuto e pouco).

– Lembre que Aracaju é uma cidade bem quente e o sol costuma, nordestinamente falando, arder no couro. Isso pode tornar o passeio de bicicleta sofrido. Para evitar sofrimento, fuja dos horários críticos.

– Evite também se aventurar em horários de pouco movimento na Orla. Você pode se deparar com umas figuras bem suspeitas, interessadas nos seus pertences (sim. Temos problemas de segurança nessa região. Não precisa ficar assustado, mas é bom estar atento).

– O passe diário é válido por 24h e não por dia. Um passe comprado às 14h do dia 13/04/2014 expira às 14h do dia 14/04/2014 ( e não às 00h do dia 13/04)

As estações operam das 06h às 22h. E reforçando, o telefone, que funciona no mesmo horário, é o 4003-9891. E o site  www.cajubike.com

MOULIN ROUGE – A experiência da Rafaella :)

31 mar

30/03/2014| Hoje – que legal – a dica vem direto da Espanha, da leitora e agora web-amiga Rafaella Pinto. E pra começar, um clássico, o relato da Rafa sobre sua recente experiência no icônico Moulin Rouge  em Montmartre, Paris. Vamos lá?

Olá gente, me chamo Rafaella, casada, paraense, com casa em São Paulo e atualmente morando em Madrid. Conheci a Anna através do blog, trocamos umas ideias e hoje vim dar minha opinião sobre o Moulin Rouge, um dos passeios que fiz em Paris no último final de semana. 

Moulin Rouge

Bem, eu já tinha uma certa vontade de ir nesse lugar, pois assisti o filme Moulin Rouge (2001, com Nicole Kidman e Ewan McGregor) e me encantei. Pra quem não sabe, a casa é um famoso cabaret parisiense que abriu as portas em 1889, e nos remete à boemia parisiense do período da Belle Époque.

Moulin Rouge - Montmartre

Se não me engano, tem espetáculo todos os dias. Porém, aconselho que comprem o ingresso pela internet (http://www.moulinrouge.fr/reservations/index.html), pois fui segunda-feira passada, período de baixa temporada, e ainda assim estava lotado!

Moulin Rouge - Paris

Dica número 1: Cheguem um pouco cedo, os assentos não são enumerados e se chegarem em cima da hora vão colocá-los no pior lugar. Como eu fui cedo, sentei colada no palco, o que me possibilitou ver melhor o espetáculo (ainda que meu marido tenha olhado mais de perto ainda os seios das dançarinas que ficam no palco).

Dica número 2: Bem, pra quem tem muito piti ciúme e não aguenta a ideia do seu namorado/marido olhar o peito de outra mulher mesmo que seja num espetáculo, lá com certeza não é o seu lugar. As dançarinas ficam de seios expostos a maior parte do tempo (e elas não são feias!).

Dica número 3: Se você é o tipo de turista que tem muito dinheiro sobrando, o espetáculo dá a você a opção de ingressos com jantar, sem jantar ou com champagne/drinks (meia garrafa). O preço de todos é salgadíssimo: o mais barato é 99 euros (só entrada no espetáculo), e o mais caro 210 euros (jantar) (pasmem). É melhor não converter nem o mais barato… (valores de Março de 2014).

Dica número 4: Não ouse tirar fotos do espetáculo, é explicitamente proibido.

 

Como chegar lá? Bem, eu estava hospedada um pouco perto do Moulin Rouge e dei uma caminhada pra chegar lá, mas você tem a opção de ir de táxi ou metrô (a estação Blanche fica bem na frente). Só fique atento ao horário, pois o último espetáculo acaba mais de 1h da manhã, esse horário o metrô já está fechado. Também fui embora caminhando, pois não é sempre que podemos nos dar esse luxo de caminhar tranquilamente pela rua de madrugada, né? Outro agravante é que só fui caminhando porque não estava sozinha, estava com o meu marido.

Mapa Moulin Rouge - Paris

E no final das contas, valeu a pena? A resposta é SIM! Eu adorei o atendimento da casa, o espetáculo, tudo… é o tipo de programação noturna imperdível quando se está em Paris. Recomendadíssimo!!! Só não vou contar os detalhes do show pra não estragar a surpresa de vocês, né? 

Espero que eu tenha esclarecido algumas dúvidas e ajudado vocês!

 Beeeeeeijo!!!

Rafaella Pinto (texto e fotos)

– Continue passeando por Montmartre, região onde fica o Moulin Rouge, no  post Montmartre a pé.

– Para aprender a usar o metrô de Paris, leia também Paris de metrô.

– Site do Moulin Rouge www.moulinrouge.fr

– Site da loja oficial do Moulin Rouge www.moulinrougestore.com

Desde abril de 2015 somos parceiros do TicketBar. Você pode agilizar sua viagem e driblar filas através desse serviço em Paris e outras cidades pelo mundo. Por lá você vai encontrar:

SHOW E JANTAR NO MOULIN ROUGE

JANTAR MUSICAL EM MONTMARTRE

CRAZY HORSE SHOW

NOITE REAL EM VERSAILLES

City Tour + Cruzeiro + Almoço na Torre Eiffel

– Todos os serviços e passeios oferecidos em Paris aqui.

Bar Pantanal em Matapuã – boa comida e banho de rio em Aracaju

10 mar

Bares e restaurantes famosos e badalados, figurinhas carimbadas da noite iluminada de capitais turísticas como Aracaju, estes você certamente vai dar de cara, assim que colocar o pé fora do hotel. Mas o tom pitoresco da cidade sempre está intocado naqueles cantinhos escondidos, totalmente fora do circuito.

O Bar Pantanal  é exatamente um desses ‘cantos’. No fim de tudo, depois da curva… Se você quer experimentar um banho de rio acompanhado de  boa comida com tempero caseiro, vale a pena encarar a distância e ir bater lá em Matapuã, povoado de propriedades imponentes à beira do Rio Vaza Barris, pouco antes do acesso à Orla do Pôr do Sol, onde, entre mangueiras e jaqueiras, está a nossa dica.

Pantanal do Aristoteles

Tudo é muito muito simples. O atendimento é lento e a comida demora. Mas esse não é bem o tipo de lugar que você chega com pressa para pedir uma comida que saia rapidamente e vai embora logo após comer.

Bar Pantanal - Vaza Barris

Casa Principal - Bar Pantanal - Aracaju

Desacelere. O ideal é ir sem se preocupar com o tempo – o que também implica dizer “sem estar morrendo de fome”. Curta a brisa, procure uma jaca madura lá nos fundos da propriedade, refresque-se nas águas tranquilas do rio e aguarde seu pedido sem aquela agonia paulista de “tudo pra já” (com essa filosofia você não sofre).

Vaza Barris - Pantanal

Quando a comida chega  faz valer a espera. O tempero simples e caseiro, em porções generosas, não decepciona e o preço também é amigável.

Peixe Frito - Bar Pantanal - Aracaju

Peixe Frito (vermelha) – Bar Pantanal

Depois do almoço, é só retomar a paisagem e observar – com leve espanto –  a coragem equilibrada dos adeptos do Stand Up Paddle que, vira em mexe, aparecem por lá.

Matapuã

Segundo uma das mais simpáticas das atendentes, eles abrem de terça a domingo, apenas para almoço, das 11h às 17h. Mas, para não dar viagem perdida e pegar a cozinha já fora de operação, tente chegar sempre antes das 15h. 

Para chegar também é muito fácil. Vindo da Orla de Atalaia, pegue a Av. Melícia Machado, sentido Orla Pôr do Sol/Ponte Joel Silveira. Siga numa linha reta sempre. Mais à frente, a pista dupla acaba e a avenida torna-se Rodovia dos Náufragos. Permaneça na linha reta até visualizar, à sua direita, o Mercado Costa Azul (antigo Gostosão), destacado em vermelho na foto abaixo, do Google Street View:

Mapa Rodovia dos Náufragos

Supermercado Costa Azul - Rodovia dos Náufragos - ARACAJU

Mercado Costa Azul (antigo Gostosão) – Foto atualizada em Janeiro de 2016

Pronto. Após Mercado Costa Azul, vire na primeira entrada à direita. É uma rua asfaltada. Siga acompanhando o asfalto até o final, quando então você vai se deparar com a placa que indica a localização do Pantanal:

Estrada para o Bar Pantanal

Virando à esquerda, ele logo surgirá no final da rua, que acaba no rio. Simples assim 😉

– O Pantanal fica na mesma região do Ateliê 22 e da Oficina de Ladrilhos.

– Mais sobre Aracaju e outras dicas de “onde comer” em Aracaju post a post.

Como chegar à Foz do Rio São Francisco partindo de Aracaju/SE

27 jan

Partindo de Sergipe, a melhor forma de chegar à Foz do Rio São Francisco é seguir até o município do Brejo Grande para, de lá, seguir de barco até o Delta.

Várias empresas de turismo oferecem passeios –  incluindo o translado de Aracaju até Brejo Grande e o catamarã até a foz –  mas se você quiser fazer o passeio por sua conta, pode acabar sendo mais proveitoso e até mais barato.

Foz do Rio São Francisco

Em Brejo Grande, vários barqueiros ficam aguardando turistas para oferecer a travessia até o delta, o que pode garantir um barco exclusivo para você, no seu tempo e no seu roteiro, sem precisar ficar preso aos horários e itinerários de excursão.

Para tanto, o primeiro passo é saber como chegar a Brejo Grande, no região do Baixo São Francisco, no extremo norte de Sergipe.

Imagem disponível em http://www.codise.se.gov.br

Partindo de Aracaju, o que seria a rodovia litorânea norte (com acesso logo após o município de Pirambu) não está concluída e, até aqui, é uma estrada de terra penosa. Em razão disso, o melhor caminho é a BR-101. Por esta BR, são 131 Km de estrada, totalmente asfaltada, até Brejo Grande.

Saindo de Aracaju, você deverá seguir sentido Maceió, virando à direta na alça de acesso à BR-101 NORTE, no viaduto da saída da cidade, logo após o Posto da PRF (e do radar de ’40 km’)

A partir daí você já está na BR-101 NORTE  e deverá seguir em uma linha reta, na direção  Propriá/Maceió. Após percorrer 70 Km, você chegará ao Posto da Polícia Rodoviária, que vai aparecer a sua esquerda. Em frente ao Posto está  a entrada para Neópolis, Pacatuba e Brejo Grande.

Foto atualizada do Posto da PRF, em frente ao acesso para Neópolis, Pacatuba e Brejo Grande – SERGIPE (Foto de Fevereiro de 2014)

Neste ponto, você irá sair da BR-101, virando à direita, na estrada de acesso a Brejo Grande:

Mais uma linha reta e, 19 Km após sair da BR, você irá se deparar com a entrada para o Povoado Tatu. Neste ponto, você vai ter que confiar em mim… Ah-ah… Já que placa está meio confusa.

Para Pacatuba e, na sequência, Brejo Grande, você deve virar à direita, e retomar à esquerda, seguindo pela  estrada asfaltada,paralela à pista onde você estava.  A partir daí, seguirá em outra linha reta:

Após percorrer 16 Km, surgirá a entrada para Pacatuba:

Não entre, continue seguindo na sua linha reta e, 26 Km após a entrada de Pacatuba, você irá dar de cara com a rua “principal” de Brejo Grande:

Na rua “principal”, siga, de novo, em uma linha reta. No caminho, você irá passar pela praça principal da cidade, onde fica a Igreja de Nossa Senhora da Conceição:

Neste ponto, fique à vontade para fazer uma pausa e apreciar essa  igrejinha cor de rosa de traços rendados. Em dezembro, uma grande festa movimenta a cidade, encerrando os festejos em 08 de dezembro, com a grande procissão de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do município. Voltando da pausa, volte a sua linha reta na rua “principal” até a esquina do Bar Mestre Chico:

Nesta esquina, vire à esquerda, na Rua da Lotérica:

E depois vire na primeira à esquerda de novo. Você irá  chegar nessa rua de canteiro amarelo:

Pronto! No final da rua, onde aparecem aqueles ônibus estacionados, fica o pequeno cais onde vários barquinhos aguardam os interessados em seguir até o Delta:

Na nossa primeira vez, nosso barco foi o Especial, conduzido pelo Agenor, que nos cobrou R$ 100,00 (valor em julho de 2012) pelo passeio, mas em compensação ficou com a gente a tarde  toda e ainda nos levou para almoçar em Piaçabuçu/AL. Contato: (82) 3552-1634 – Agenor do Barco.

Posteriormente, refizemos esse passeio com outros  barqueiros. Ótimos também, por isso deixamos os contatos:

Passeio Foz - Barqueiro Vadinho

Passeio Foz - Barqueiro Manuel

No início de 2016, o Rodriggo, da Rodriggo Tur, mandou os contatos dele para nós. Os serviços foram bem recomendados por leitores do blog 😉 Mais uma opção! Whatsapp:(79)9-9919-0992/Facebook: Rodriggo TUR/email: rodriggo.msts@gmail.com

DICA EXTRA

Ao lado do cais, de onde partem os barcos em Brejo Grande,  há uma marina  onde é possível estacionar o carro (serviço pago) e almoçar ou lanchar apreciando as águas do Rio São Francisco. A comida é a boa e as instalações também < um banheiro limpo após uma viagem dessa  nunca é demais >

Só por precaução, vale lembrar que a maior parte do percurso corta zonas rurais, o que implica dizer que vira e mexe você se depara com  animais na pista. No nosso caso, nos deparamos com uma boiada inteira e tivemos que ficar estacionados, silenciosos e serenos, esperando o rebanho passar. Por isso, cautela e serenidade ao volante. Torcemos sempre por finais felizes 😉

PARA COMPLETAR SEU ROTEIRO PELA FOZ DO VELHO CHICO, LEIA TAMBÉM:

– Delta do Velho e Querido Chico

Piaçabuçu – Alagoas.

– Memórias de Barquinho #NossoCarnaval (fotos)

UMA VEZ EM SERGIPE, APROVEITE PARA CONHECER O CÂNION DO SÃO FRANCISCO, CENÁRIO DA NOVELAS VELHO CHICO E CORDEL ENCANTADO 😉

Xingó: passeio partindo de Canindé do São Francisco/SE.

Conhecer o cânion partindo de Olho d’Água do Casado/AL.

MAIS SOBRE ARACAJU em  Aracaju post a post.

– CONHEÇA NOSSO INSTAGRAM – @misscheck     você vai encontrar fácil nossas dicas de Aracaju e Sergipe nas hashtags:

#aracajunomiss

#sergipenomiss

KADÔ – Cozinha Oriental em Aracaju.SE

19 jan

Seria difícil falar de comida oriental. Não sou sofisticada, não curto tanto assim comida japonesa, tampouco ouso me alimentar com palitinhos (hashi, o nome eu sei). Além disso, em razão do item anterior, você deve ter formulado rapidamente que não sou uma expert no tema e, como Aracaju tem opções bem bacanas nessa linha gastronômica, talvez minha opinião pareça inconsistente. Mas, posso garantir que de uma coisa eu sei: o que tem gosto bom e gosto ruim. E a comida do KADÔ, nesse aspecto, agrada de verdade. Agrada até aqueles que, como eu, nem costumavam frequentar restaurante oriental.

Hoje sou cliente assídua e há tempos estava devendo esse post por aqui. Uma opção para comer bem, num ambiente jovial e de fácil acesso.

Funciona na praça de alimentação do Posto Petrox da Av. Beira Mar (que beira o rio), próximo ao Parque dos Cajueiros, no Bairro Farolândia.

O Posto fica bem na avenida e divide esquina com outro restaurante, o Parmegianno:

Aberto de terça a domingo, para almoço e jantar.

Além da cozinha japonesa, com sushis e temakis, eles também oferecem comida chinesa. Nosso preferido é o yakissoba e as entradinhas deliciosas (caras, mas deliciosas) como o Ebi Kadô e o Hot Holl. Confira o cardápio aqui.

Não é barato. Mas o conjunto da obra: sabor, variedade e ambiente, valem uma visita, viu?

Se você estiver hospedado no Hotel Del Canto ou no Atalaia Apart Hotel,  é possível chegar caminhando pela Av. Beira Mar.

Kadô- Mapa Hotéis

– Site: kadocozinhaoriental.com

– Telefone/Delivery – (79) 3243-2226

– Mais sobre Aracaju em Aracaju- post a post.

Pousada Too Cool – Diogo.Bahia

6 jan

Já tratamos do DIOGO, a intrigante placa do Km 68 na Linha Verde, Litoral Norte da Bahia. Confira o post completo aqui. O lugarejo reserva boas surpresas, desde que você saiba aproveitar o melhor dele.

Também já falamos que apenas um dia é pouco para entender a magia do Diogo. Por outro lado, se for pernoitar por lá, a escolha da Pousada é decisiva para garantir o sucesso do seu passeio. Isto porque, como o povoado tem pouca estrutura, sua opção de hospedagem pode compensar essa deficiência e tornar sua estada incrível.

POUSADA TOO COOL

Nós queríamos isso mesmo. Um lugar afastado, meio esquecido e que nos colocasse no meio do mato. A escolha da Pousada Too Cool, onde nos hospedamos, também se deu em razão disso, já que a pousada é um canto tranquilo, com alguns chalés espalhados entre as árvores.

Duas redes na varanda e um cochilo no final da tarde ao som dos passarinhos. Atingimos nosso objetivo.

As instalações são objetivas. O quarto conta apenas com frigobar e ventilador de teto. Nada de televisão (em lugar nenhum da pousada) e, como o nosso era um dos mais simples, também não tinha ar-condicionado.

O que me ganhou de verdade foi o caminho vietnamita sobre o pântano que se estende entre a pousada e o Rio Imbassaí.

De primeira, você olha para o rio desconfiado. Com aquela água escura, enferrujada, não transmite muita confiança. Mas, encare o desafio, pois o banho é revigorante. Tornou-se nosso lugar preferido, sobretudo, em razão do calor escaldante, próprio do nosso verão.

Rio Imbassaí

Resumindo, gostamos da Pousada. O contato com a natureza é perfeito, o café da manhã é satisfatório e o valor da diária – R$ 145 em dezembro de 2013 – garante um bom custo/benefício (valores de dezembro de 2013).

O que não indicamos, de forma alguma, é ir sem repelente. Na verdade, diante do calor e dos mosquitos, que incomodam de verdade, o melhor mesmo é gastar um pouco mais e pegar um chalé com ar-condicionado, imprescindível para garantir a qualidade da sua estada.

IMPORTANTE

– A pousada tem wifi disponível nos quartos.

– Tomadas 110v e todas no modelo antigo, ou seja, apenas dois pinos redondos. Se seus aparatos eletrônicos têm plugs no novo modelo, vai precisar de um adaptador, viu?

– É possível pagar com cartão de crédito. No nosso caso, como fizemos a reserva pelo Booking, metade da diária foi cobrada no ato da reserva.

– Outro ponto a favor da Too Cool é que, através dela, o caminho para a praia é um pouco mais curto. Ainda assim é puxado pra caramba, pois o problema não é a caminhada nem a distância. O problema é a caminhada e a distância somadas a um sol escaldante e sobre a areia quente que torra seu pé como um grill. Pelo caminho do povoado, some a tudo isso o fato de precisar subir e descer as dunas. Pela Too Cool, você, pelo menos, dribla essa subida.

– Mais sobre o Diogo aqui

– Mais sobre a Linha Verde e como esticar até Aracaju aqui também.

– Site Oficial da Pousada http://www.toocoolnabahia.com.br/

DIOGO, BAHIA – Km 68 da Linha Verde

23 dez

DIOGO. Será que você já ficou intrigado com essa placa, pouco comentada, no meio da Linha Verde, litoral Norte da Bahia?

Particularmente, sempre ficava divagando, no meu fantástico mundo das paisagens, o que teria por trás daquela plaquinha. E aí, um belo dia, empacotamos de mala e cuia para esse ‘mistério’.

O lugar fica no Km 68 da Linha Verde – BA 099 – Litoral Norte da Bahia. Está localizado no trecho entre Sauípe e a Praia do Forte, na região de Imbassaí, banhada pelo rio de mesmo nome.

Mapa da Linha Verde – Bahia (disponível em guiadolitoral.uol.com.br)

Entrando na tão intrigante placa, você vai ver que o Diogo não tem nada demais. É um pequeno povoado sem grandes atrativos. Nada de vilinha encantadora e cheia de charme, como na Praia do Forte. Tampouco mega resorts all inclusive, como na vizinha Sauípe.

Diogo – Linha Verde – BAHIA

É um reduto de casinhas simplórias e vida simples e isso, por si só,  já faz dele um canto interessante para se refugiar do aperto e das filas comuns aos lugares da moda.

Por esse conjunto, acho que o Diogo é mais interessante para pernoitar do que para passar o dia, por dois motivos:

Primeiro –  a grande graça do lugar é ficar longe de tudo e curtir seus cantinhos de mata virgem beirando o rio. Em apenas um dia, certamente, você só vai se dedicar à praia.

Segundo – como o povoado não tem muito a oferecer e chegar na praia requer uma longa caminhada pelo ‘Saara’, a escolha de uma boa pousada vai fazer toda diferença e pode tornar o Diogo seu refúgio preferido. Confira nossa opção de hospedagem no Diogo aqui.

MAS E A PRAIA?

 É importante deixar claro que a praia fica no Reino tão tão Distante, depois do rio e das dunas. Pelo Diogo, não é possível chegar de carro. É preciso caminhar um quilômetro pelo sol escaldante, escalando dunas e areia quente. Acredite, não é legal.

Está vendo aqueles coqueiros na linha do horizonte? Então! Pra chegar à praia você vai ter que caminhar tudo isso. Fora o que já caminhou para chegar neste ponto, onde a foto foi tirada. Com o Sol e areia quente fica ainda mais fácil 😦

 

Mas sei, mesmo sabendo disso, você continua querendo saber sobre o praia, claro! A praia com certa estrutura mais próxima é a de Santo Antônio. E é uma graça, sobretudo por sua atmosfera de vila de pescador no meio do nada. É tranquila e, por não ser de fácil acesso, é pouco frequentada.

Aos finais de semana, barracas de palha atendem aos banhistas, servindo bebidas e comidinhas de praia, basicamente peixes e frutos do mar (durante a semana, encontrar barracas funcionando já é mais difícil),

Na praia, praticamente deserta no trecho sem barracas, nos aninhamos numa palhoça e curtimos o mar, quase com status de praia particular.

Mas apesar de toda beleza, acho que ir a pé é um sofrimento desnecessário. A caminhada é longa e o Sol e as dunas não ajudam.

Se você não é do tipo turista radical, nem está participando do ‘Medida Certa’, vá de carro. O acesso fica a três quilômetros do Diogo, seguindo pela Linha Verde, sentido Sauípe/Sergipe (norte):

Entrando na placa ‘Santo Antônio’, são mais três quilômetros até a praia. Mas esse trecho também não é fácil. O carro sofre na estrada de areia e é preciso ter cuidado para não atolar.

Para chegar à praia é preciso estacionar o carro e ainda subir uma pequena duna, mas nada que assuste. Colocaram até uma rampa de madeira para ajudar na subida.

O caso é que, se é difícil de carro, imagine a pé?  Por isso, indico estar motorizado. Se for um 4×4, melhor ainda.

ONDE COMER

Em Salvador, corre longe a fama do Sombra da Mangueira, o mais badalado restaurante do Diogo e da Linha Verde.

Assim que entrar no acesso do Povoado, na Linha Verde, em uma linha reta logo se chega ao Sombra da Mangueira. O movimento de carros na porta não vai deixar dúvidas e a graça, claro,  fica por conta da sombra da mangueira, uma senhora árvore  sombreando as mesas rústicas de madeira.

E, por mais que se queira inovar, não dá pra resistir ao prato mais famoso da casa, uma moqueca de camarão que leva o nome do restaurante:

Moqueca de Camarão Sombra da Mangueira – Diogo.Bahia

A novidade fica por conta do queijo adicionado à moqueca. Inusitado, mas o queijo dá uma amaciada especial no sabor que faz toda a diferença.

Mas boa comida no Diogo não se resume ao Sombra da Mangueira. Seguindo povoado adentro, você vai se deparar  com o  Restaurante Caminho do Rio.

Ele fica bem ao lado do acesso – a pé – à praia de Santo Antônio:

É um restaurante  bonitinho, com decoração divertida  e ótima comida.

Pra variar bastante, pedimos uma moqueca de camarão que, por sua vez, chegou divina, acompanhada por guarnições cuidadosamente decoradas com frutas do pomar do restaurante. Uma delícia e, além disso, mais barata que o ‘Sombra da Mangueira’.

Os dois restaurantes funcionam para almoço, de domingo a domingo.

Não perguntei se aceitam cartões, mas, em todo caso, no Diogo é sempre bom estar com dinheiro na carteira, pois muitos lugares não aceitam cartões e no povoado não há nenhum lugar para sacar dinheiro. Você vai precisar ir até a Praia do Forte para resolver esse problema 😉

–  O Diogo fica no litoral norte da Bahia, na Linha Verde. Partindo de Salvador, essa rodovia é o caminho mais curto para chegar a Aracaju. Para saber detalhes desse trajeto, confira nosso post sobre a Linha Verde e a Ponte Gilberto Amado.

– Para conhecer a pousada onde nos hospedamos, confira nosso post sobre a Pousada Too Cool.