BAHIA – SERGIPE – ALAGOAS: de carro pelos três Estados

28 dez

Aí você tirou férias, fez revisão no carro e agora está ansioso(a) para colocar o pé na estrada e seguir, quem sabe, de Salvador a Maceió. Pela estrada, todos os caminhos levam a dias de sol e praia pelo litoral dos três Estados (BA-SE-AL), mas escolher o melhor caminho pode agilizar bastante o seu passeio.

Se você pretende viajar de carro com a família e, para tanto, busca estradas em boas condições, com uma linda vista  e pouco tráfego, sim, isso é possível entre Bahia, Sergipe e Alagoas 😉

Lagoa do Roteiro - AL-101

Lagoa do Roteiro – AL-101

BAHIA

Enorme e cortado por inúmeras rodovias, passaríamos horas aqui tratando das possibilidades (e impossibilidades) que a malha rodoviária baiana oferece. Nesse post, vamos tratar do trecho entre Salvador e Aracaju.

– Para quem chegou na Bahia de carro pelas BR-101, 116  ou 242, por exemplo, Feira de Santana é o entroncamento onde todo mundo se encontra e também onde você escolhe, a partir daí, por qual rodovia continuar a viagem.

A partir de Feira de Santana, a BR-101 é o  caminho mais curto para quem pretende seguir para Aracaju/SE e Maceió/AL. Por outro lado, tem um tráfego intenso de carretas e também de veículos de passeio. São aproximadamente 300km entre Feira de Santana e Aracaju e a viagem, em uma velocidade média de 100 km/h, dura aproximadamente quatro horas.

– Se sua pretensão é seguir pelo litoral,  acompanhando o Litoral Norte da Bahia até a divisa com Sergipe, o ideal é continuar viagem pela Linha Verde (a antiga Estrada do Coco). Para isso, em Feira de Santana você deve seguir pela BR-324, sentido Salvador.

BR-324 – Trecho Feira de Santana/Salvador – BAHIA

– Esse trecho é duplicado e bem sinalizado, a boa notícia. Mas tem pedágios, a má notícia (dois, entre Feira e Salvador).

– A BR-324  te leva, praticamente numa linha reta, à capital baiana.

– Caso você não queira entrar na cidade e pretenda pegar logo a Linha Verde – Litoral Norte, você deve sair da BR-324 um pouco antes da entrada de Salvador, no primeiro viaduto após o posto da Polícia Rodoviária em Simões Filho –  onde as placas indicam Camaçari, Lauro de Freitas, Aeroporto. Na foto, o viaduto ao fundo, logo depois da, atualmente, Fábrica J Macedo.

Viaduto de acesso ao Aeroporto na BR-324

– Esse atalho vai te deixar no viaduto de acesso ao Aeroporto, logo após o Salvador Shopping Norte (e entre um viaduto e outro, mais pedágios). Passando pela frente do Aeroporto, basta seguir numa linha reta. Todos os detalhes da Linha Verde entre Salvador e Aracaju você encontra neste post, onde explicamos como chegar em Aracaju pela Linha Verde e Ponte Gilberto Amado.

SERGIPE

Para quem chega em Sergipe pela BR-101, após Estância/SE, a BR-101 é duplicada até Aracaju e, para entrar na capital de Sergipe  basta seguir numa linha reta.

 Para quem vem de Salvador pela Linha Verde, duas possibilidades:

Se sua pretensão é entrar em Aracaju, o ideal é, na Linha Verde, seguir pela Ponte Gilberto Amado, como explicamos nesse post. Para quem está na Linha Verde, esse é o caminho mais curto para a capital sergipana.

Se sua pretensão é seguir viagem, sentido Maceió, NÃO vá pela Ponte. Esse caminho vai te deixar no litoral sul de Aracaju e para retomar a BR-101, sentido Alagoas, você vai precisar cortar toda a cidade, correndo o risco de se perder e ainda pegar alguns engarrafamentos chatíssimos.

– No lugar disso, siga pela  Linha Verde, sentido Estância/SE, como indicado na foto abaixo:

Linha Verde

Linha Verde SERGIPE – Trevo para a Ponte Gilberto Amado.

A “Linha Verde” acaba na BR-101, em Estância. Nesse ponto,  siga pela BR-101, sentido Aracaju. Como disse, após Estância, a BR-101 foi duplicada e está em boas condições. A viagem até Aracaju é super tranquila.

BR 101 - Trecho Estância-Aracaju

BR 101-SERGIPE – Trecho Estância-Aracaju

– Já em Aracaju, antes de entrar na cidade, fique atento, pois você vai precisar subir o viaduto de acesso à BR-101 Norte, sentido Propriá/SE, Maceió/AL.

BR-101 - Aracaju - Viaduto de acesso à BR-101 Norte

BR-101 – Aracaju – Viaduto de acesso à BR-101 Norte (Maceió/Recife). A placa indica que para ter acesso ao viaduto você deve pegar a pista lateral, à sua direita.

– Após subir a alça do viaduto, siga em um a linha reta sempre. Logo depois deste viaduto, você vai se deparar  com outro viaduto, que dá acesso à BR-235 (Itabaiana, Areia Branca). Passe direto, por baixo dele. Você já está na BR-101 Norte, rumo a Maceió.

Viaduto BR-101 Norte

A BR-101 Norte é o caminho natural para Maceió, Recife, João Pessoa. A divisa entre Sergipe e Alagoas é o Rio São Francisco e o último município de Sergipe, nessa BR, é Propriá, onde uma ponte faz a ligação entre os dois Estados. Nós, entretanto, não achamos a BR-101 o melhor caminho para Maceió.

– Uma boa opção é,  depois de Aracaju, percorrer aproximados 70 Km na BR-101 Norte até um Posto enorme da Polícia Rodoviária Federal. Em frente a esse Posto há uma entrada, à direita, para Neópolis, Japoatã, Pacatuba, Brejo Grande ( mais detalhes nesse postque ensina como chegar à Foz do Rio São Francisco).

Posto PRF - BR-101 Norte - SERGIPE

Posto PRF – BR-101 Norte – SERGIPE. Entrada para Neópolis/Brejo Grande/Pacatuba fica bem em frente ao Posto, á direita.

Vire nessa rodovia, sentido Neópolis. Em Neópolis, você atravessa o Rio São Francisco de balsa para Penedo/AL.

Penedo - Alagoas

Travessia no Rio São Francisco entre Neópolis/SE e Penedo/AL

ALAGOAS

Atravessando o Rio São Francisco e desembarcando em Penedo, siga até Piaçabuçu.

AL-101 MAPA

A partir daí, siga pela AL-101, sentido  Coruripe. A pista está ótima, recentemente recuperada, bem sinalizada e garante vistas belíssimas do litoral de Alagoas.

AL-101

AL-101

– A litorânea vai te deixar dentro de Maceió e está duplicada no trecho Marechal Deodoro/Maceió.

– Por esse caminho, são aproximadamente 280 km entre Aracaju e Maceió.

– Além disso, a AL-101 tem vários mirantes  e você pode ir parando e curtindo a vista.

Mirante da Praia do Gunga - Vista de Maceió e Barra de São Miguel - ALAGOAS

Mirante da Praia do Gunga – Vista de Maceió e Barra de São Miguel – ALAGOAS

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

– As litorâneas em Bahia-Sergipe-Alagoas são, respectivamente BA-099; SE-100 e AL-101. A BA-099 é a que chamamos de  Linha Verde. A SE-100 é a continuação da Linha Verde em Sergipe, mas a litorânea em Sergipe não está finalizada e no litoral Norte do Estado ainda não há pista 😦

– Fique atento aos radares, sobretudo na Bahia e Sergipe.

– Em Neópolis/SE há uma balsa regular para veículos. Em dezembro de 2014, a travessia para carro de passeio estava custando R$ 22,00.

Tabela Balsa Penedo/Neópolis

Tabela Balsa Penedo/Neópolis – Rio São Francisco AL/SE (valores em Dez.2014)

– Em Brejo Grande também há uma balsa que faz a travessia de veículos. Nesse caso, atravessa para Piaçabuçu, mas a balsa não é regular e comporta apenas dois carros.

– Para completar as informações desse post, não deixe de ler:

Bahia e Sergipe pela Linha Verde e Ponte Gilberto Amado

Como chegar à Foz do Rio São Francisco.

O JF Paranaguá, do Blog ‘A Arte na rua’, conferiu nossas dicas e contou a experiência dele no blog. Confira o relato e as dicas do Paranaguá  sobre pontos interessantes entre Bahia e Alagoas aqui.

Donkey Sanctuary – ARUBA

30 nov

Dois curiosos e uma motoca, soltos em Aruba. O que esperar dessa configuração? Saímos virando a ilha pelo avesso, cacto acima, cacto abaixo. Numa dessas, fomos bater lá no Donkey Sanctuary.

Para quem é apaixonado por animais (nosso caso) e também para crianças (que costumam vibrar com tudo que envolva bicho), conhecer o santuário é uma experiência incrível. Vale se aventurar no meio do nada, por dentro da ilha, atravessando sua vegetação árida, sem um pé de gente por perto.

Quando você chega, ninguém para receber. Ninguém, tipo, gente, porque o mais empolgante para nós foi a recepção dos próprios burrinhos. Foram se aproximando  com olhinhos de “olá!” e carinhas de quem diz “entra aí!”.

Donkey Sanctuary - ARUBA

Ficaram rodando e olhando para nós, até que um me ensinou como abrir o portão.

Donkey Sanctuary - ARUBA

Donkey Sanctuary - ARUBA

Entramos. Mas, atravessando essa etapa, não pense que a recepção para por aí. Eles seguem te acompanhando até a casinha preparada para receber as visitas.

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Entrando na propriedade, é burrinho pra todo lado. Um mais simpático que o outro (e eu sempre querendo fazer amizade, puxar assunto, tal e tal).

Para dar um upgrade na interação – e no orçamento do projeto – eles vendem pacotinhos de ração.

Donkey Sanctuary - ARUBA

 Na sequência, uma fila de burrinhos se forma esperando ansiosamente pela sua generosidade. Não faça desfeita, eles contam com isso durante a sua visita 😉 Uns queridos!

Além, claro, da vasta área destinada aos animais, há uma casinha varandada, onde funcionam a lojinha de souvenires e uma pequena lanchonete.

O mais importante mesmo, fazendo valer a pena o deslocamento até lá, é,  de alguma forma, contribuir com a permanência desse trabalho. A entrada é gratuita, mas é possível ajudar comprando lembrancinhas ou deixando uma doação.

Donkey Sanctuary - ARUBA

Até sabonetes feitos a base de leite de “burrinha” encontramos. Segundo eles, são ótimos para a pele. Não vou mentir que eu usei com receio, mas aprovei. Na próxima, compro mais.

O santuário nasceu como uma resposta ao abandono dos burrinhos pela ilha. Eles chegaram lá para servir como transporte e ajudar nas tarefas das propriedades. Com o tempo,  foram sendo substituídos pelos automotores. Sem serventia, foram abandonados, passando a vagar sozinhos, sem comida nem abrigo. Próprio do ser humano, ser desumano. Lamentável. O Donkey Sanctuary passou a acolher e cuidar desses bichinhos, que só querem comida, um cantinho pra descansar e um gesto de carinho, sempre que possível.

Donkey Sanctuary - ARUBA

NEGRITA (Donkey Sanctuary – Aruba)

No dia seguinte, voltamos. Queríamos comprar mais coisinhas e, fato, rever o pessoal. Dessa vez uma surpresa: ninguém para nos receber. Nenhuma carinha meiga no portão. Nenhum rabinho balançando com a nossa chegada. Ficamos desapontados, mas entramos, sozinhos e cabisbaixos. A resposta veio logo. Era hora do café da manhã. Todos estavam concentrados na refeição. Perdoados.

Não é fácil chegar sozinho, porque fica pelo meio da ilha, passando por locais totalmente ermos. A paisagem é árida e o sol severo. Mas vale muito a visita. Para chegar, o jeito mesmo é valer-se de um bom mapa ou GPS. Nós pegamos o mapinha resumido no próprio panfleto deles:

Mapa - DonkeySanctuary

Na verdade, esqueça o mapa. A instrução, acima dele, é que realmente nos permitiu chegar. Saindo de Palm Beach, siga pela Route 4A, sentido Piedra Plat/Paradera. Siga nesta via e, rode, rode e rode até encontrar a Pizza Hut, em Piedra Plat:

Pizza Hut em Pidra Plat – Aruba. Para o Donkey Sanctuary, vire na primeira pista à esquerda, quase em frente à pizzaria.

Vire na via à esquerda, quase em frente à Pizza Hut. A partir daí, siga à risca as instruções (acima) do mapinha. O trecho que segue depois da Pizza Hut tem várias placas do Donkey Sanctuary, que são as únicas responsáveis por você não passar direto e acabar saindo lá no México.

Caminho para o Donkey Sanctuary

 Se você não curte se arriscar tanto, algumas empresas de turismo incluem a ida até o Donkey Sanctuary em seus passeios. Informe-se no seu hotel.

Funcionamento - DonkeySanctuary

Confira todas as informações no site arubandonkey.org e na Fanpage Donkey Sanctuary.

DonkeySanctuary

Mais dicas de Aruba? Leia também

Aruba-Bonaire-Curaçao – Dicas úteis;

Mill Resort & Suites – nossa dica de hospedagem na ilha 😉

Valle Nevado sem neve: a Cordilheira em dias de Sol – CHILE

20 out

A aproximados 3.200 metros do nível do mar, Valle  Nevado  é uma estação de esqui chilena cravada na Cordilheira dos Andes. Partindo de Santiago, em uma hora – de subida em curvas sinuosas –  chega-se ao topo do passeio, o  Valle Nevado Ski Resort, com seus 40 quilômetros de pistas nevadas, que lhe garantem o título de maior estação de esqui da América do Sul.

Valle Nevado Ski Resort - CHILE

Isto posto, na contramão do que seria essa dica imperdível de passeio de inverno, esse post  não se dedica a um roteiro de neve. Até porque, nem só de neve vive o Valle. Aí vem a boa notícia: se você programou sua viagem ao Chile na primavera ou verão, não precisa tirar o Valle Nevado do seu roteiro.

Valle Nevado - CHILE

Ao decidir subir a Cordilheira nas estações de sol, você vai apenas redirecionar os motivos para chegar até o Valle. No lugar de neve, flores, e no lugar de esqui, caminhadas ensolaradas pela emblemática Cordilheira dos Andes, certamente uma das paisagens mais imponentes  do Sul da América.

Cordilheira dos Andes - CHILE

Na primavera, a montanha fica forrada de florzinhas amarelas que nosso guia, com mímicas e num “embolês” de idiomas, nos levou a crer que são chamadas de ‘dedos de ouro’  pelos locais.

Flores - Cordilheira - CHILE

A subida conta com um trecho de 32 quilômetros de curvas numeradas. A soma de pista estreita com curvas fechadas, no inverno, quando o fluxo é  intenso, faz com que o tráfego aos finais de semana seja divido em turnos: de 08h às 14h para subir e das 14h às 20h para descer.

Curvas Numeradas - Cordilheira dos Andes - CHILE

Para enfrentar a neve na pista no inverno, corrente nos pneus é obrigatório. Tudo isso você vai aprendendo enquanto sobe a montanha. No calor, sem neve no asfalto, resta observar a paisagem cheia de vida que o sol traz ao vale.

Curvas da Cordilheira dos Andes - CHILE

Valle Nevado - CHILE

No caminho, uma parada na curiosa casa na pedra, à margem da pista, pouco antes da chegada a estação.

Casa na Pedra - CORDILHEIRA - CHILE

Chegando a Valle Nevado, a vista exuberante da Cordilheira é, sem dúvida, o ponto alto do passeio.

Valle Nevado - Chile

Cercada pelos picos nevados, a sensação é de estar no topo do mundo. Pelo menos eu me senti assim, como criança curiosa, querendo ver tudo.

Vista Cordilheira - VALLE NEVADO - CHILE

A estação, no entanto, de fato fica morta neste período. Não havia quase ninguém no dia em que estivemos lá, no início de dezembro. Sem movimento, só conhecemos a loja do Resort, com preços que acompanham a altitude da montanha. Ainda assim, vale a visita (confira o tour virtual aqui).

Valle Nevado - CHILE

Valle Nevado Store - CHILE

O complexo, além dos hotéis e apartamentos, conta com bares e restaurantes. Nós não chegamos a comer por lá. Na verdade, nesse passeio nossa intenção era conhecer a Cordilheira de perto, curva a curva. Nos dedicamos pouco, ou quase nada, à estação de esqui. Ficamos, como disse, como criança em um dia na fazenda… Correndo pelos campos! rsrsrs

CORDILHEIRA - CHILE

No início de dezembro ainda havia um restinho  de neve aqui e ali pra ninguém  perder a chance de fazer um selfie nevado.

Valle Nevado - Chile

Mesmo nesse período, foi preciso alugar calçados próprios para o passeio no topo da montanha. Sem neve, o terreno úmido vai formando superfícies de lama que os calçados alugados enfrentam sem contratempo.

Aluguel de calçados para esqui - Santiago - CHILE

Alugamos ainda em Santiago, pois sai bem mais barato  que lá em cima. Dica do nosso guia 😉

Rental Ski - Santiago - CHILE

E depois de curtir a paisagem e a conversa interessante com nosso guia chileno, Diogo, fizemos o caminho de volta para Santiago. Na ida, como curiosidade, o Diogo pediu que comprássemos um pacote de salgadinhos que foi inflando conforme avançávamos cordilheira acima (mais uma brincadeirinha inocente de criança).

Diminuição da pressão atmosférica - Cordilheira - CHILE

À medida que se avança na altitude, a pressão atmosférica diminui e as moléculas do ar passam a ficar mais afastadas umas das outras. (fonte Revista Superinteressante – confira a matéria sobre o tema aqui)

Com ou sem neve, o passeio ao Valle Nevado tornará ainda mais rica e interessante sua viagem ao Chile, viu? 😉

NO MAIS, VALE SABER QUE:

– Nós não alugamos carro no Chile. Para o Valle Nevado, fechamos com um guia local e fizemos o passeio no carro dele, apenas eu e o Hélio, o que nos deixou muito a vontade para fazermos tudo no nosso tempo. ( Nas mudanças de apartamento, acabei perdendo o contato do guia, mas informe-se no seu hotel, eles podem ter boas indicações de guias locais).

– Para você, que pretende alugar um carro e ir por conta própria, indico o post detalhado do  Diego no www.meusroteirosdeviagem.com.

– A temporada de esqui, em regra, vai de junho a outubro.

– Informações sobre a prática de esqui, hospedagem e estrutura do Valle Nevado no site oficial do Resort: www.vallenevado.com/pt/

– Empresas especializadas também fazem esse passeio, confira nos links:

SkiTour

SkiVan

– Mais sobre o Chile? Leia também:

San Alfonso del Mar

Algarrobo

SPLIT – CROÁCIA por Marilda Uchôa

6 ago

Vamos continuar nossa viagem pela Croácia em mais um texto delicioso e informativo da Marilda. A cidade de hoje é Split, mais uma dica cheia de encanto e História 😉

map_of_croatia - Split

Mapa disponível em www.lonelyplanet.com

Quando chegamos a Split pensamos: “Meu Deus, que lugar delicioso!”. Delicioso é mesmo o adjetivo mais apropriado. Andar por seu calçadão à beira mar, compara-se ao prazer gastronômico de saborear “aquele” prato surpreendente, com a perfeita combinação de ingredientes. Mas vamos por partes.

Split - Croácia

Calçadão e o Palácio de Diocleciano ao fundo – Split.Croácia

Split é a segunda maior cidade da Croácia – menor apenas que a capital Zabreb – e a maior da região da Dalmácia. Todavia, com seus 200.000 habitantes, está longe de ter cara de cidade grande. E fora de sua zona turística na costa, a cidade é bem espalhada.

O percurso de Dubrovnik para Split foi super tranquilo pela recém-descoberta A1. Cerca de 220 km. Lembrando que o trajeto pode ser feito pela autopista – mais rápido – ou pela costa – mais bonito e lento, porém com bastante curvas.

Split é conhecida por sua tradição em formar boas equipes de polo aquático (informação esta que foi confirmada por meu esposo, amante dos esportes). Por isso, é comum encontrar na cidade um número expressivo de parques aquáticos. Estes, porém, estão fora da zona turística.

Por este motivo também, nosso hotel de 3 estrelas bem simples, tinha mais cara de uma hospedagem do SESC. Quando abrimos as cortinas do quarto, demos de cara com duas mega piscinas olímpicas, bandeirolas e arquibancadas de ambos os lados! Sentimo-nos no camarote da imprensa.

Mas chega de desmerecer o hotel. Foi só uma brincadeirinha. Apesar de realmente simples, sem luxo, era bastante limpo, silencioso, boa cama, bons lençóis e banheiro, estacionamento próprio, um lindo e amplo parque em frente e muito próximo do calçadão. Íamos andando.

Ah sim… “O” calçadão! Com um “quê” que nos fez lembrar o igualmente maravilhoso “Passeio das Delícias” em Sevilha, na Espanha, o calçadão à beira do Adriático “inebria e entontece”. Branco, largo, com pássaros a cantar e sobrevoá-lo e pessoas em suas mesas ao ar livre, degustando um café, fazendo um lanche ou apenas embriagando-se com “l’ambiance”.

Split - Croácia

Vista do calçadão à beira do Adriátrico – Split/Croácia

Em Split, a atração principal é indubitavelmente o Palácio de Diocleciano, construído no início do século IV para ser a última residência do imperador após sua renúncia por motivo de doença.

O palácio hoje em dia já não conserva sua fachada original. A população veio paulatinamente incorporando suas dependências à cidade, construindo e aproveitando suas áreas úteis. Todavia, muito do seu interior continua intacto!

Split-Croácia

Muros do fundo do palácio. Estes ainda são originais.

Como pontos imperdíveis tem-se, primeiramente, a Catedral de São Domnus, construída para ser o mausoléu do imperador e considerada a menor do mundo! Uma fofa! Também não se deve deixar de passar por aquela que é considerada pelos croatas como “a rua mais estreita do país”, a “Deixa-me passar”!

Se for supersticioso e quiser voltar, não deixe de dar uma boa alisada no dedão do pé do Bispo de Split. É o que dizem os locais. Uma enorme e linda estátua de bronze localizada na saída da rua principal do palácio – este tem um formato quadrado e possui duas ruas largas e principais que se cruzam, além de outras inúmeras vielas. As vezes formam-se filas para acariciar o famigerado hálux.

Split-Croácia

Estátua do grande Bispo ao fundo

Na magnífica praça central onde as ruas principais se cruzam há restaurantes, lojinhas, agências de turismo, entre outros. Lá também pode se observar ruínas originais da obra e as impressionantes esfinges trazidas do Egito que datam de 1.500 a.C.!

Split - Croácia

A lindíssima praça no centro do palácio onde as duas ruas principais se encontram. À esquerda está a entrada para a pequena catedral.

Nesta mesma praça encontram-se guias turísticos que fazem passeios de meia, uma ou duas horas pelos arredores do palácio, a depender do gosto e interesse do cliente. Nós fizemos e recomendamos! Eles mostram detalhes que, sem orientação, passar-nos-ia despercebidos.

O Palácio de Diocleciano – onde hoje em dia, inclusive, muitos moradores de Split têm suas residências – é uma caixinha de surpresas. Vale caminhar por suas ruelas observando calma e cuidadosamente seus detalhes.

Numa de suas praças, por exemplo, pode-se verificar diversos estilos arquitetônicos de diferentes épocas num só lugar! O Templo de Júpiter, também original da construção do século III, também merece a visita. E esperamos que vocês possam contar com a presença super carismática do “vovozinho” que guarda sua entrada.

Split - Croácia

Dentro do palácio, tem-se nessa praça, prédios com quatro estilos arquitetônicos diferentes, de diferentes épocas.

À noite, além é claro do convidativo calçadão – fico aqui imaginando o romantismo daquele local para os casais enamorados em uma noite de luar – vários bares e restaurantes permeiam os arredores do palácio. Os hotéis dão boas indicações.

LAGOA DO MAMUCABO – Praia do Baixio – Bahia

20 jul

 Uma lagoa serena entre o azul do mar e o verde da vegetação nativa de uma área de restinga e coqueirais. Falando parece pouco, mas vendo… É uma paisagem daquelas que nos pegam de surpresa pelo somatório simples e impecável das cores da natureza.

Assim, para ir direto ao ponto, vamos repetir que a Lagoa do Mamucabo é algo que não pode faltar na sua passagem pela Praia do Baixio.

Dito isto, agora confie na opinião de quem é tirado a fazer tudo no modo “by myself”. Até planejamos ir ao Mamucabo por nossa conta, mas fomos orientados que seria uma árdua tarefa. É longe para ir a pé e carros sem tração não dão conta do desafio de atravessar o areal e alagados do caminho.

Para não perder a chance de conhecer, fechamos o passeio com o pessoal da BahiAventura e, no horário marcado, eles chegaram poderosos em um Defender que, de cara, já amoleceu meu coração (o veículo da minha vida ♥).

O passeio começa na frente da Pousada Angá, onde estávamos hospedados [ o acesso à propriedade onde fica na lagoa fica no que seria a continuação da rua da pousada]. Seguimos atentos ouvindo as informações sobre o lugar e sobre a política de ecoturismo sustentável passadas pelo Humberto, nosso piloto até o paraíso.

Passando a cancela da propriedade, que pertence à Prima Empreendimentos,  são aproximados vinte minutos até o Mamucabo. Mas entenda, isso em um carro que corta a areia fofa como se fosse asfalto e enfrenta os terrenos alagados com a força implacável de sua tração off-road (Sei! Vocês estão achando que eu puxo o saco do Defender. Sim, eu puxo. Ponto)

A primeira vista da Lagoa já enche os olhos e a câmera de satisfação.

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Mas esse ainda não é o ângulo do destino final. Para ter acesso à lagoa é preciso dar a volta e chegar até a areia, entre a lagoa e o mar. E aí sim, vimos dificuldade para chegar até para o Defender. O período chuvoso alagou parte das passagens de acesso e o Hélio se ofereceu para descer do carro e ir apontando os locais com nível de água mais baixo para nosso transporte passar. Enfim, uma dureza deliciosa para aqueles tipos que curtem mesmo uma aventura (nosso caso)

Chegando na margem da Lagoa, o Humberto e seu assistente, o Bonfim, preparam toda estrutura para dar mais conforto ao passeio, tipo sombreiros e cadeiras (lembre que o lugar é ermo, totalmente isolado. Essa estrutura acaba fazendo bastante diferença).

Nós fomos agraciados por uma mini tempestade bem na hora do desembarque.

Nada que atrapalhasse.  Curtimos demais a água quente e a chuva no rosto. De quebra, em meio à ventania e à correnteza que se formou na lagoa, eu ainda me aventurei nos primeiros passos de Stand Up Paddle.  Uma barbeiragem atrás da outra, mas tive a sorte de ter a orientação paciente e amiga do Bonfim, que me deu força pra continuar sempre que eu queria desistir rsrsrs. Durante a “auto escola” o Humberto ainda fez uma das fotos mais perfeitas que já tive 😉

SUP - Mamucabo - Baixio - Bahia

No caminho, o Bonfim nos apresentou à uma curiosa configuração da natureza: um coqueiro de duas copas. Até uma raridade botânica encontramos no Baixio… rsrs 😉

 O bacana do passeio com a BahiAventura é que você fica à vontade para definir quanto tempo ficar ou se prefere ficar acompanhado por eles ou ser deixado lá e depois eles irem te buscar. Eles também oferecem estrutura com alimentação e bebidas, mas isso deve ser acertado, inclusive valores, na hora que fechar o passeio. Importante mesmo é lembrar de recolher todo lixo na hora de ir embora.

Humberto, Hélio e Bonfim no retorno do passeio – Baixio – Bahia

O passeio custa R$ 50,00 por pessoa (verifique a alteração de valores de acordo com estrutura que solicitar – valor praticado em julho de 2014) e você pode agendar através do telefone (75) 3413-3106 ou através do e-mail bahiaventura@terra.com.br. O Humberto é a pessoa responsável 😉

OBS.: Além do passeio à Lagoa do Mamucabo, eles também fazem outros passeios pela região.

– Mais sobre o Baixio, leia também Praia do Baixio e Pousada Angá.

– Mais sobre a Linha Verde em Diogo – Km 68 e Ponte Gilberto Amado.

A Lagoa do Mamucabo e toda preocupação em promover um turismo responsável e sustentável na região, garantindo sua preservação, me fez retomar uma frase que adoro:

“O turismo não tem plano B. Ou ele é sustentável ou está fadado a autodestruição”

Pousadas na Linha Verde: POUSADA ANGÁ, na Praia do Baixio-BAHIA, é a nossa dica.

16 jun

Vamos começar assim:  a Linha Verde tem muito mais a oferecer que aquele miolo de Resorts, mega hotéis e praias da moda que se alinham logo após Lauro de Freitas.

POUSADA ANGÁ - PRAIA DO BAIXIO - BAHIA

Pousada Angá na Praia do Baixio – Km 121 da Linha Verde/BA

Esse post, primordialmente, é para aqueles que, como nós, gostam de fugir do trivial e embarcar em algo totalmente novo e pouco conhecido. Por essa razão, fomos bater na Praia do Baixio e voltamos de lá revigorados com suas paisagens de novela escondidas atrás de uma placa tímida no Km 121 da Linha Verde (Confira nosso post sobre a Praia do Baixio aqui).

Lagoa Azul - Praia do Baixio - Bahia

Lagoa Azul – Praia do Baixio – Bahia

 Uma vez no Baixio, a escolha da hospedagem, claro, é decisiva para o sucesso do seu passeio. Isso porque, como já disse no post sobre o Diogo, as pequenas vilas da Linha Verde têm estrutura reduzida e a escolha de uma boa pousada vai amparar sua estada, deixando seu passeio bem redondinho.

Área da Piscina – Pousada Angá – Praia do Baixio.BAHA

Só pelo site, de cara, me encantei com a Pousada Angá. Com aquele estilo rústico aconchegante, que é bem a nossa cara.

Para fechar a reserva, troquei e-mail com o Zé Maria – dono da pousada –  simpático, gentil e muito empreendedor. Na primeira oportunidade,  empacotamos de C3 e cuia para a Praia do Baixio.

Eu e o Zé Maria na foto clássica na entrada da Pousada 😉 /Baixio-Bahia/

Pessoalmente, só confirmamos o encanto pela Pousada. Decoração charmosa em novíssimas instalações. Além disso, o atendimento é excelente, com uma equipe muito atenciosa.

Pousada Angá - Praia do Baixio - Bahia

Recepção da Pousada Angá - Baixio-Bahia

Quarto simples, mas aconchegante, conta com TV, ar-condicionado e WiFi, além de  varanda com uma rede sempre convidativa com vista para a piscina.

Quarto - Pousada Angá - Bahia

E “se melhorar, melhora”, para nosso deleite, no quarto que ficamos – quarto Caju –  a vista ainda garantia vista para o mar. Som e imagem, já que à noite é possível dormir na rede ao som das ondas.

Vista Mar - Pousada Angá

Os quartos têm nomes de frutas, frutas da região, algumas delas encontradas no jardim da pousada.

O mar fica logo após o rio que passa entre a rua dos fundos da pousada e a praia. Você pode aproveitar a chance de curtir o banho de mar seguido do banho doce no rio. A água é limpa e o banho é tranquilo.

O salão para refeições, com bar e tudo, fica ao lado da recepção, olhando para  a piscina.

Decoração sempre agradável, rústica e tropical. Detalhe para as frutas ornando a mesa do buffet.

Pousada Angá - Praia do Baixio - Bahia

No café da manhã, além de frutas, pães e geleias, também saem ovos, cuscuz e no nosso final de semana saiu um bolo de milho daqueles de vó, que tomou toda minha atenção… ihihih

Pousada Angá - Praia do Baixio - Bahia

Mas a nossa grande surpresa foi mesmo a moqueca de camarão. Um pirão macio e suave, derretendo na boca, e a moqueca  preparada com leite de coco natural, fresquinho, tirado dos cocos da região (que, por sinal,  é produtora  de coco). Comemos até o último fiapo.

Moqueca de Camarão da Pousada Angá - Baixio.Bahia

 Ainda nesse assunto, vale dizer que abusar do restaurante da pousada (hospedado ou não) pode ser uma excelente opção. Buscamos outras possibilidades pelo povoado, mas nenhuma agradou tanto. O cardápio é variado e os valores não assustam.

 

Na pousada também conhecemos o Guia Turístico da Linha Verde. Todo completinho com informações bem interessantes. É vendido na própria pousada e custa R$ 30,00 (valor em junho de 2014 – confira outros pontos de venda aqui). As atualizações são feitas no site do guia: www.vempraestrada.com Coincidência ou não, a foto da capa foi tirada nada menos que na Lagoa Azul, uma das atrações do Baixio 😉

Guia Linha Verde

INFORMAÇÕES BÁSICAS

CONTATO| (+55) 75 3413-3012 / info@pousadaanga.com

SITE| www.pousadaangabahia.com

FanPage| www.facebook.com/pages/Pousada-Anga-Praia-do-Baixio-Bahia-Brasil/

TOMADAS| 220v – Tomadas no antigo padrão: dois pinos redondos.

ESTRUTURA| Estacionamento, Piscina, Restaurante, WiFi, Serviço de Transfer Salvador/Pousada (sob consulta)

RESERVAS e VALORES| Confira o tarifário do pousada aqui. Aceitam cartões de crédito.

Observação| Nessas regiões praianas ainda com densa vegetação, repelente é sempre necessário  😉

– Em razão dos inúmeros e-mail que recebemos solicitando reservas, informamos que NÃO somos a página do hotel. Não fazemos reservas nem temos informação sobre disponibilidade. Para essas questões, consulte os contatos da Pousada Angá que colocamos logo aí em cima.

–Para saber mais sobre a Praia do Baixio, confira nosso post  sobre o Baixio aqui.

– Para saber mais sobre a Linha Verde, leia também:

 Ponte Gilberto Amado, caminho mais curto entre Aracaju e Salvador

 Diogo, Km 68 da Linha Verde

Para conhecer outras pousadas bacanas na Linha Verde, leia também:

Resort Recanto da Natureza, em Mangue Seco;

Pousada Too Cool, no Diogo.

NO INSTAGRAM – @misscheck    você vai encontrar fácil nossas dicas da Bahia e da Linha Verde  na hashtag #bahianomiss

Pousada Angá - Praia do Baixio - Linha Verde - BAHIA

PRAIA DO BAIXIO, BAHIA – Km 121 da LINHA VERDE

13 jun

Nossa saga em busca das placas intrigantes da Linha Verde continua. Dessa vez, tivemos a chance de conhecer a Praia do Baixio, um refúgio de natureza intocada e praias virgens em torno de um singelo povoado de casas simples e vida tranquila. Uma pequena joia de belezas naturais. Passando pela rodovia, nem dá pra imaginar quanto há por trás daquela placa despretensiosa.

O acesso ao Baixio fica no Km 121 da Linha Verde, Litoral Norte da Bahia, e está coladinho na ponte do Rio Inhambupe (antes da ponte para quem vem de Salvador, logo após a ponte para quem vem de Aracaju).

A partir daí, são 7,5 Km de estrada asfaltada até o Povoado.

No caminho, você vai passar por outros dois povoados: Palame e Mata. Na bifurcação de acesso ao Palame, pegue a via da direita:

O caminho já reserva belas paisagens, com casarões do início do século XX à beira da estrada e corredor de coqueiros dando as boas vindas, já na chegada do povoado.

A VILA

A vila em si, como disse, é muito simples. Ainda assim, tem mais estrutura que o Diogo, com uma pequena  orla bonitinha e organizada, com barracas de madeira padronizadas e a dádiva de estar à beira mar, a uma curta caminhada da foz do Rio Inhambupe.

Orla da Praia do Baixio – Linha Verde – Bahia

No centrinho urbanizado, talvez a maior atração seja o Bar das Folhas, do Seu Incrível. Um bar típico da região nordeste, cuja especialidade são ‘pingas’, digamos, medicinais. Uma centena de  garrafas com ervas populares embebidas em cachaça, daí o nome ‘cachaça casca de pau’ .

Não bastasse isso, o Seu Incrível incrementou seu negócio  com uma temática particular (pra não dizer erótica). São aproximadamente 180 tipos de cachaça casca de pau, cada uma com  sua musa.

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Cachaça Congoncha – para o estômago                 Bar das Folhas – Baixio – Bahia

No mais, o povoado conta com mercadinho, farmácia e algumas opções para comer.  Basicamente, você vai poder recorrer às barracas da Orla. Além destas, o Restaurante Sabor’s Nativo é uma opção razoável.

A maioria das pousadas também têm restaurantes e são outra opção para almoço e jantar. Nós, particularmente, fomos rendidos pelo sabor apurado da moqueca de camarão da Pousada Angá, onde ficamos hospedados. Preparada com leite de coco natural, fresquinho, extraído dos cocos da região. Divine!  Raspamos o prato 😉

Moqueca - Pousada Angá

PASSEIOS

Mas a essência do passeio pelo Baixio, claro, vai muito além do povoado. A região reserva gratas surpresas para quem está disposto a desvendar suas belezas naturais. Duas delas, a Lagoa Azul e Barra do Inhambupe, são possíveis conhecer por conta própria, com um pouco de disposição, protetor solar e bastante água mineral.

Barra do Inhambupe – Praia do Baixio

A Lagoa Azul tem acesso pelo povoado, mas para chegar é preciso entrar em uma propriedade particular < a boa notícia é que o acesso é permitido. A má é que passaram a cobrar entrada – em dezembro de 2015 estavam cobrando 25,00 por pessoa > Caso esteja de carro, vale saber que o veículo só chega até a porteira da propriedade. O carro fica estacionado aí e você segue a pé, por uma trilha que rendem  entre 20 e 30 minutos de caminhada.

A caminhada não é tão severa. É preciso caminhar cerca de 1 km até a lagoa, mas há sombra das árvores em boa parte do trecho, o que ajuda muito. Incômodo mesmo são os mosquitos que insistem em te acompanhar por quase todo trajeto. Uma calça esportiva ou repelente resolvem essa questão.

Mas todo esforço vale a pena. A lagoa cristalina parece um oásis entre as areias alvas das dunas. A paisagem por si só já encanta e o banho é inevitável. A água doce e tranquila te chama como um imã,  querendo  adoçar o cansaço da caminhada e aliviar o calor de um dia de céu limpo.

O acesso à Barra do Inhambupe, onde o rio deságua no mar, já é mais simples. Saindo da Orla pela praia, basta caminhar à esquerda, beirando o mar. Detalhe para a sinalização, que  faz perceber que, de fato, estamos em uma região voltada à preservação ambiental (adoro!).

Em dez minutos chega-se à foz, outra paisagem de encher os olhos, daquelas típicas de novelas.

O banho também é tranquilo, com a visita de peixinhos curiosos e amigáveis, vestindo estampas étnicas da moda… rsrs

A Lagoa Azul e a Barra do Inhampube conseguimos fazer em um dia. A lagoa pela manhã (quanto mais cedo, melhor, para evitar o auge do sol) e a Barra após o descanso do almoço, aproveitando também o horário de sol mais ameno.

Mais off-road e um pouco mais distante da vila, a Lagoa do Mamucabo é um dos passeios obrigatórios para seu roteiro no Baixio. A lagoa, à beira mar, fica em meio  a faixas de restinga, coqueirais e dunas, em um trecho selvagem, totalmente isolado. Confira nosso post sobre esse passeio aqui.

Lagoa Mamucabo – Praia do Baixio – BAHIA

A região  ainda tem outras duas lagoas – Lagoa Grande e Lagoa Verde –  e a Cachoeira  do Riacho Grande, uma corredeira de águas represadas. Mas esses não tivemos chance de conhecer 😦  O que prova que o Baixio merece uma visita mais esticada, com pelo menos dois dias inteiros para desbravar as possibilidades que o lugar oferece.

ALTO DE SANTANA – PALAME

Ainda é possível esticar o passeio (de carro) até o Palame, para apreciar o fim de tarde no Alto de Santana, o pequeno largo onde está a Igrejinha de Jesuítas, marco da fundação do Povoado.

Alto de Santana - Palame - Bahia

Descendo a rua que passa em frente à igreja, você vai se deparar com a melhor vista para o Vale do Inhambupe, bem em frente à casa do Seu Carlos, antigo morador do Palame.

Fora isso, o ideal é andar sem compromisso, curtir o sol, a praia e a serenidade do vento soprando suave no rosto, longe das buzinas, do engarrafamento e da correria de todos os dias. O Baixio é um lugar para quem busca paz de espírito e contato intenso com a natureza. Totalmente fora dos padrões pré-moldados de turismo de outras praias vizinhas, a grande graça da Praia do Baixio é sua simplicidade espontânea, cercada por uma natureza imponente e generosa, com paisagens irretocáveis.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

LOCALIZAÇÃO:  Km 121 da Linha Verde. Acesso ao lado da ponte do Rio Inhambupe.

DISTÂNCIAS: o povoado está a 155 km de Aracaju e a 128 km de Salvador, entre Barra do Itariri e Subaúma.

ESTRUTURA: Orla com barracas; povoado com mercearia, farmácia, restaurantes e posto de gasolina. O posto fica a meio quilômetro da Linha Verde e já é mais uma possibilidade de abastecimento na rodovia.

HOSPEDAGEM: na Praia do Baixio há algumas pousadas. Em razão das possibilidades que o lugar oferece, pernoitar por lá talvez seja a opção mais pertinente para quem está interessado em desbravar a região. Nós ficamos na Pousada Angá. Linda, charmosa, com ótima comida e excelente atendimento. Ficamos clientes. Informações detalhadas sobre a Pousada no nosso post sobre a Pousada Angá. Vaí lá conferir 😉

TURISMO: a BahiAventura realiza passeios para os locais de interesse na área, inclusive para o Mamucabo e a Lagoa Azul (driblando aquela caminhada). Contato: (75) 3413-3106/ bahiaventura@terra.com.br

Mais sobre o Baixio:

Pousada Angá, uma ótima opção de hospedagem na Linha Verde.

Lagoa do Mamucabo.

Mais sobre a Linha Verde:

Ponte Gilberto Amado, caminho mais curto entre Aracaju e Salvador

Diogo, Km 68 da Linha Verde

Mais sobre Salvador:

Hospedagem boa e barata na capital baiana

DUBROVNIK – CROÁCIA por Marilda Uchôa

1 jun

Considerada a “Pérola do Adriático”, Dubrovnik faz jus à alcunha. Uma cidade imprensada entre o mar e as montanhas. Uma paisagem única. Limpa, linda e com muito verde. Gente alegre e simpática mesmo com a chuva que – às vezes finas, às vezes mais forte – não cessava.

Dubrovnik - Croácia

Mar Adriático e vista das muralhas ao fundo

Apesar do tempo nublado e chuvoso, sua beleza não se abateu. Seu clima já é bem mais confortável que o de Zagreb (única cidade visitada que não está na costa) e a antiga cidade murada é a atração principal. Bares, restaurantes, museus, lojas, igrejas e muitas residências, tudo dentro dos muros que, antigamente, comportavam toda a cidade.

Dubrovnik - Croácia

Uma das ruas principais já dentro da cidade murada – Dubrovink/Croácia

 Dubrovnik, apesar de pequena – 50.000 habitantes – possui um aeroporto. E foi por lá, no nosso terceiro destino e quinto dia de viagem, que a bendita mala chegou. Graças ao bom Deus, intacta. Todavia, como já citei no texto sobre Zagreb, fizemos todo o percurso de carro.

E aqui vale um parêntese para a DICA 02: Tanto a Croácia como a Bósnia estão com uma nova e bela autoestrada, a A1. Contudo, apesar de recém-atualizado, nosso GPS não identificava tais rotas (só soubemos de suas existências no meio da viagem), o que nos colocou em algumas situações indesejadas que contarei mais adiante.

De acordo com os próprios croatas, deve-se sempre evitar o alto verão na Croácia. As temperaturas chegam a beirar os 40°C e a quantidade de visitantes deixa as cidades costeiras intransitáveis. Resumindo, maio e setembro seriam as melhores épocas no ano. Se optar por meados de abril ou outubro, por exemplo, vá preparado para não largar o guarda-chuva, ouvir alguns trovões e deixar de presenciar a luz do sol dando um upgrade no colorido da cidade.

Ruínas da Cidade Murada - Dubrovnik - CROÁCIA

Ruínas Romanas dentro da cidade murada

Além disso, Dubrovnik é a sensação turística do momento em vários lugares do mundo, sem contar que sempre foi a queridinha do país com suas muralhas, patrimônio mundial da UNESCO desde 1979.

Ruínas Romanas - Dubrovnik - CROÁCIA

Ruínas Romanas

Muitos moradores de Zagreb a propósito, possuem casas de veraneio na cidade e para lá se mudam durante a estação mais quente. Ou seja, de todas as cidades costeiras por onde passamos, ela é a mais concorrida.

Dubrovnik - Croácia

  Um passeio que sugerimos – além é claro de “bater perna” por toda cidade antiga – é contornar a muralha de cima! Isso é pago. Cerca de R$ 45,00 por pessoa. Mas a vista e o passeio compensam!

Muralhas - Dubrovnik - Croácia

É uma caminhada muito particular, vendo o azul imenso do Mar Adriático de um lado e toda cidade intramuros de outro. Inclusive podendo observar casas, escolas e todo aquele dia a dia de uma realidade tão diferente da nossa. Sem contar as fotos que ficam incríveis!

Vista da Muralha - Dubrovnik - CROÁCIA

Vista da cidade intramuros de cima da muralha

Outro passeio recomendado é o teleférico que vai da parte baixa à alta da cidade. Este não nos foi possível fazer por conta do mau tempo. Inclusive perdia-se em meio às nuvens carregadas de chuva que às vezes pareciam querer nos engolir. A vista desde o topo da montanha tão próxima à costa deve ser de tirar o fôlego.

Dubrovink - CROÁCIA - Teleférico

Já fora dos muros. Nessa altura está o teleférico totalmente encoberto

Quanto a se buscar locais para hospedagem, é importante estar atento a um fato. Em todas essas cidades da costa croata que visitamos (região da Dalmácia), é um tanto difícil encontrar hotéis. A Croácia possui muitos “apartments”, como eles mesmos chamam, que são apartamentos de fato, contam com serviço de arrumadeira, mas não possuem recepção, café da manhã ou qualquer serviço de quarto.

Essa opção de hospedagem é muito encontrada também em Veneza, na Itália, e é uma alternativa pra quem quer pagar um pouco menos e não se incomoda com a falta dos itens acima. Geralmente são administrados por hotéis. Consegue-se informações sobre os mesmos na própria net ou questionando diretamente os hotéis.

 Alguns poucos e bons hotéis estão bem centralizados. No meio do “burburinho” como se diz. Porém, tem de se estar disposto a pagar um pouco mais por isso. E vale lembrar que, em sua maioria, esses bem centralizados – sejam hotéis ou apartments – não possuem estacionamento próprio, haja vista a cidade ser pequena e muitas vezes nem permitirem tráfego de carros na região central. Já hotéis maiores, de rede, com estacionamento e outros mimos, ficam geralmente distantes do centro turístico.

Ah! Não se pode deixar de jantar numa das inúmeras e estreitas ruelas dentro das muralhas! Há opções de preços para todos os bolsos. Fora das muralhas há também ótimas opções sempre bem indicadas pelos hotéis.

Ruelas de Dubrovnik - Croácia

Uma das ruelas de Dubrovnik, com bares, restaurantes, lojinhas, etc…

Os vinhos croatas também fazem sucesso! Não se pode deixar de prová-los. E se porventura estiver com o bolso cheio e pouca fome, ou seja, disposto a pagar, na verdade, pela inigualável vista, a opção mais famosa é o Restaurante 360º, o mais “fancy” do lugar.

360Dubrovnik

Restaurante 360Dubrovnik – Croácia| Imagem disponível em 360dubrovnik.com

Por fim, se tiver tempo e disposição, várias agências e alguns hotéis em Dubrovnik oferecem o passeio de um dia à Montenegro, país vizinho. Kotor é uma cidade também patrimônio mundial da UNESCO e possui os fiordes mais setentrionais do planeta! Budva é uma pequena cidade antiga que se tornou um grande resort também à beira do Adriático. Esta vem se tornando o hit do momento.

mapa-de-montenegro

Mapa disponível em www.sedeviajes.com

Infelizmente não tivemos tempo hábil para tanto, apesar de termos nos encantado com Montenegro desde as pesquisas no Brasil. Mas sem problema! Deixou o gostinho de quero mais e a promessa de volta!

Texto| Marilda Uchoa

Fotos| Marilda Uchoa e Hilton Rocha

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Coisa linda, minha gente! Amando os posts da Marilda 😉

Paratiando… Paraty.RJ

23 maio

Para cada um há uma Paraty ideal: Paraty histórica, Paraty praia, Paraty serra, Paraty cachoeira, Paraty mochileira, Paraty chique… Ou, no final das contas, tudo ao mesmo tempo.

No meu caso, caí meio que de paraquedas na cidade. Simplesmente precisava fugir de Aracaju no meu aniversário e, sem muito dinheiro sobrando, tinha que encontrar um lugar distante, lindo, especial e que não saísse tão caro. Tarefa nada fácil. Mas, como sempre tive Paraty nos meus devaneios turísticos, achei que era o momento. Despenquei pra lá sem um guia sequer (meus gatos pretos, assistentes de bruxaria), nenhum mapinha improvisado. Não fiz uma pesquisinha básica na internet  e sequer sabia o nome do rio que corta a cidade (até porque, aqui entre nós, eu sequer sabia que tinha rio). Então, de Paraty, só sabia mesmo que era linda, histórica e que é endereço anual da FLIP.

Mas fomos… E, chegando lá, fiz o que acho mais gostoso na vida curiosa de turista: pedia dicas aos taxistas, garçons e comerciantes e, no mais, ia batendo de rua em rua e descobrindo, por conta e risco, cantinhos que me interessavam.

 CENTRO HISTÓRICO:

Chegando lá, básico dar uma volta pelo Centro Histórico. Saindo da Pousada Morro do Forte, em uma caminhada curta já se chega à Ponte sobre o Rio Perequê-Açu (note que agora já sei o nome do rio). Atravessando a ponte, já estamos na Rua do Comércio, coração do centro histórico:

A partir daí, você pode ir caminhando pelas charmosas e pedregosas ruazinhas da cidade (onde calçado rasteiro e confortável é indispensável). E o astral mais pra cidade cenográfica que centro urbano, até porque o centro fica mais adiante, onde estão a rodoviária e agências bancárias.

Rio Perequê-Açú

Rua Aurora

Rua da Lapa

 

Batendo perna, encontramos uma padaria centenária que fica na Rua do Comércio. Descobri por acaso e fiquei cliente. No final da tarde saem uns pães deliciosos! Comíamos todos os dias os pães de coco… os de creme… os de coco… os de qualquer coisa. Todos perfeitos 🙂

Padaria

PASSEIO DE JIPE:

Mas o centro histórico é pequeno e, embora muito rico em informação, não se leva mais que um dia para conhecer, pelo menos, o essencial. Então, eis a questão: o que fazer em Paraty após destrinchar o centro histórico? A Bernadete, da Pousada (falei dela no primeiro post sobre Paraty), deu logo a dica: passeio de jipe.

Não deu outra. A própria Bernadete agendou o passeio e, pouco antes das 09h, o jipe nos pegou na Pousada.

O passeio é o seguinte: um tour pelas “bandas” da serra, passando por belas cachoeiras:

Cachoeira da Pedra Branca

Cachoeira do Tobogã

Fazendo pequenas trilhas no meio da mata, visitando alambiques e uma fazenda do século XVII:

Fazenda do Sec. XVII – Interior da Casa Grande.

E, em meio a tantas aventuras, há uma pausa para o almoço no Restaurante Villa Verde, no meio da mata atlântica:

A saída do restaurante ainda reserva uma última surpresa: uma travessia animada por uma ponte “balançante”  sobre uma corredeira arisca, estilo Indiana Jones, rs rs rs.

A última parada é no alambique tradicional Engenho do Ouro, cuja produção de cachaça é ainda feita nos moldes artesanais de tempos remotos:

Cachaça Engenho D’Ouro – R$ 32,00.

O alambique fica  em frente a Igreja da Penha e  ao marco da Estrada Real,  caminho do ouro por onde, há 300 anos, escoava a produção de ouro e pedras preciosas até o Porto de Paraty:

Igreja da Penha de Paraty (imagem disponível no site djibnet.com)

Resumindo: o passeio é super bacana e dura praticamente um dia inteiro, já que só retornamos à pousada após as 16h. Fizemos com a Paraty Tours e, na época, custou R$ 50 por pessoa, sendo o almoço no Villa Real por nossa conta.

PASSEIO DE BARCO:

Outro passeio imperdível, sem sombra de dúvidas, é o de barco. Saindo do clima off road da serra, no dia seguinte embarcamos em uma aventura náutica. Seguimos até o largo da Igreja de Santa Rita, cartão postal de Paraty, de onde saem boa parte dos barcos de passeio:

Encontramos o barco do Paulo. Ele, um caiçara (=paratiense) muito simpático, foi nosso barqueiro exclusivo. Conseguimos que ele levasse apenas nós três no seu barco, cobrando R$ 20 por pessoa para um passeio de uma hora ( acabou durando mais um pouquinho… rs):

Nós e o Paulo… No barco do Paulo… rs rs.

Preciso dizer que o passeio foi fantástico?? rs rs. Paraty é o encontro perfeito de terra (serra), céu e mar! Um lugar para se levar sempre na memória e no HD externo (foto e mais fotos).

… Com direito a banho em frente à casa do Amyr Klink.

Tem como não sentir saudade?

PASSEIO DE CHARRETE: 

E… Saindo do barco, fomos abordados pelo Tiago e por seu companheiro de trabalho, o Soldado (o tranquilo cavalo que puxava a charrete). A proposta era fazer um “charretour” pelo centro histórico. Topamos! Por R$ 15,00, o Tiago  levou nós três em sua charrete.

O caso é que o passeio seria guiado pelo Tiago, que explicaria os pontos turísticos da cidade histórica. Entretanto… rs rs… Ocorre que o Thiago, além de ser uma figura, é muuuito gago e era praticamente impossível entender o que ele falava…rs rs… Nem o Soldado entendia e ele mesmo, o cavalo, ia, por sua conta, fazendo o percurso 😀  Mas, valeu! Foi rapidinho e divertido e, bem ou mal, o Tiago acabou sim, dando algumas indicações interessantes pra nós.

Hélio, eu, Tiago e Soldado… Aventuras na Charrete!!

Rua da Matriz

E PRA COMER?

Difícil, viu? Paraty é uma espécie de reduto goumert, opções de restaurantes não faltam e, em sua maioria, todos da melhor qualidade.

Eu, como sempre, na minha limitação alimentar, somada à escassez de tempo, não tive muitas experiências gastrônomicas por lá. Uma pena! Mas, mesmo assim, ainda trouxe umas diquinhas na mala:

O CAMARÃO ATROPELADO do Restaurante Ondina:

Dica do garçom, um simpatia de pessoa. O prato é D-E-L-Í-C-I-A e serve duas pessoas. No nosso caso, com nossas “boquinhas” de passarinho, comemos bem os três. O Ondina fica na Rua do Comércio, coladinho com a ponte sobre o Rio Perequê-Açú:

Os pratos não são baratos, mas uma pequena extravagância de vez em quando engorda a autoestima… rs rs rs

Do outro lado da rua, bem em frente ao Ondina, vai uma dica mochileira, pra lanchar bem sem gastar muito: o pequeno trailer que vende pastel de metro. Delícia também 😀

Para quem gosta de se aventurar em sabores mais exóticos, no caminho entre  “nossa” Pousada e o Centro Histórico (Av. Princesa Isabel),  havia um restaurante tailandês bem bonitinho, o Thai Paraty. Não resistimos à curisiodade e jantamos lá uma noite. O salão é pequeno, todo decorado com bananeiras e outros elementos que remetem a essa cultura. A comida, como disse, exótica, não agrada a todos. Eu gostei! 😉 Tanto da comida como do ambiente.

A Av. Princesa Isabel, onde fica o restaurante, é a ladeira que liga o Centro Histórico à entrada para o Morro do Forte. Uma vez em Paraty, é bem fácil localizá-la. Mais informações sobre o restaurante aqui.

Fora essas, ainda tem a dica do Restaurante Villa Verde, que faz parte do Passeio de Jipe. Excelente comida numa vista deslumbrante! Vale muito a pena também!

Moral da história: Paraty é um destino imperdível para mim, para ti, para todos (kkk Adoro esse clichezão bestão). Alguma coisa lá (seja a serra, seja o mar, seja a cidadezinha histórica), com certeza,  vai te conquista 😉

Imã de geladeira – R$ 4,00.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

–  Para planejar sua viagem ( e não chegar lá totalmente sem noção, como eu… rs rs), alguns sites podem dar boas dicas:

http://www.paraty.com.br/

http://www.paraty.tur.br/

http://www.paratyparati.com.br/

http://www.paraty.com/

 

PROGRAMAÇÃO FORRÓ CAJU 2014 – Aracaju.SE

22 maio

Programação oficial Forró Caju 2014 😉

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Aproveitando o embalo junino, leia também:

Forró Caju – como, quando e onde

Itinerário do Forró

Guloseimas Juninas

Aracaju post a post