Links Úteis para sua viagem ;)

12 abr

– Arrumando a mala

– Franquia de Bagagem

– Freemeteo – Previsão do tempo para os próximos sete dias com detalhes da situação meteorológica por horário.

Códigos, por país, para ligar a cobrar do exterior para o Brasil (disponível no site GTB)

Guia Internacional de tomadas e voltagens

– Câmbio – Conversão de Moedas

– Consulte seu voo – Infraero

Formulários de Imigração e Alfândega

– Aeroportos no mundo (lista de links do Skyscanner)

– Tabela de Feriados Europeus (disponível no blog Quatro Cantos do Mundo)

Na ponta do garfo – CACHOEIRA.BAHIA

7 abr

Cachoeira é uma pequena cidade baiana que abriga, entre ruas, casarões e ruínas, algo em torno de 500 anos de História.

Pura História, em prosa e verso.

E alguns fios desonestos.

Mas, como nem só de História vive o homem, na hora de comer, várias dessas portinhas datadas de alguns séculos atrás se abrem, forram as calçadas de mesinhas e aguardam pacientes a chegada dos comensais.

Assim, uma vez em Cachoeira, escolha sua portinha e vá procurando um lugar pra sentar.

Nós fomos puxados pelo charme eloquente de um sobrado do século XIX:

Restaurante (e Apart Hotel) Aclamação que, como o nome sugere, fica no Largo da Aclamação, bem em frente à antiga Casa da Câmara e Cadeia Municipal, no miolo histórico onde todo mundo se bate, seja forasteiro ou local.

Largo da Aclamação – antiga Cadeia Municipal – Cachoeira – Bahia

Uma olhada rápida no cardápio e fomos de cara na moqueca de camarão. Em uma espera não tão rápida assim, ela chega toda trabalhada no dendê, com foguinho e tudo:

Demora um pouco e, se você for do tipo paulista que está acostumado com tudo pra já, não se irrite, respire fundo, sorria, você está na Bahia e, depois da espera, entregue-se sem medo aos prazeres dessa moqueca:

Tudo perfeito, mas o pirão (aí, à direita na foto), em ponto de polenta, me ganhou pra sempre (amo polenta, talvez seja isso…). O prato da foto equivale a meia porção, opção disponível no cardápio para todos os pratos.

Moqueca de Camarão – meia porção – com guarnições – R$ 36,00.

Ao final, a conta, com duas cocas de 1 Litro, fechou em R$ 59,00 (preços praticados em março de 2013). Chato mesmo foi ter que se despedir da nossa companheirinha no jantar. Lindinha por demais.

No dia seguinte, apesar de amar a Pousada onde nos hospedamos, sempre fica aquela vontade de curtir a Pousada do Convento, estabelecida no complexo religioso do Carmo – Convento e Igreja – datado de 1715.

Para quem não está hospedado, dá pra curtir um pouco desse santuário histórico sentadinho na varanda do Restaurante da Pousada – Confraria – com vista para o átrio do Convento e a torre da Igreja.

A comida, vá por mim, demora de verdade, tanto que, ao entregar o cardápio, o próprio garçom faz essa ressalva.

Mas, de novo, sorria e, de sorriso e peito aberto, caminhe pelo convento e pense que aquelas paredes estão ali há exatos 298 anos (sua espera vai durar bem menos que isso).

Nosso strogonoff de camarão chegou divino. Para acompanhar, apenas batata palha e uma porção de vatapá, delícia, que pedimos à parte (nada de arroz, que, vamos combinar, é a cara de strogonoff… Falha técnica).

E uma conta razoável? Não sei. Como estávamos quebrados, acabou caindo como uma bomba na nossa mesa… Mas, lá vem o mantra: sorria, você está na… Então. Sorria sempre 😉

No final de abril (2013) retornamos e, dessa vez, acrescentamos ao pedido uma casquinha de siri, imperdível 🙂

E o Peixe Português. Muito bom também, mas acredito que aquele caldinho de pimenta (que acompanha a casquinha), lá no cantinho da foto, fez toda diferença.

Voltando ao tema de orçamentos estreitos e achatados, para suavizar os gastos, terminamos a noite do jeito que mais gostamos, acomodados numa boa e velha pizzaria. Velha mesmo, já que a pizzaria que escolhemos, Shambhalah, fica, inevitavelmente, em mais uma daquelas casinhas coloniais datadas de mil oitocentos e lá vai, bem em frente ao Convento.

A pizza, toda bonitona, tinha tudo pra dar certo, não fosse o ponto extremamente crocante da massa. Eu, particularmente, prefiro pizzas de massa macia, o que, por sua vez, não é motivo para tirar a Shambhalah (cheia de H) da lista de dicas.

Ainda mais que, agora, sorria de verdade, a conta foi uma delícia… kkkk

Mas se quiser economizar mesmo e comer bem, a dica é o macarrão da Garagem.

A portinha oferece fast massa com molho temperado à sua escolha, o Spoleto de Cachoeira. O tempero é uma delícia e, por R$ 8,00 (preço em abril de 2013), você tem uma porção generosa de macarrão feito rapidinho, mas no capricho.

A GARAGEM fica na praça do chafariz:

Na direção oposta à Santa Casa de Cachoeira.

Praça do Chafariz (ao fundo, Santa Casa de Cachoeira.BA)

Melhor que isso, só uma caminhada tranquila pelas ruazinhas barrocas de Cachoeira e terminar o dia à beira do rio, iluminado pelas luzes de São Félix, na outra margem do Paraguaçu, praticamente uma  Vila Nova de Gaia… Eh-eh!

– As informações deste post, inclusive valores, referem-se a março de 2013.

– Mais informações sobre a Pousada e Restaurante do Convento aqui.

– O Restaurante Aclamação também é Apart Hotel. Mais informações aqui e Fan Page do Restaurante aqui.

– Para saber sobre a Pousada onde nos hospedamos em Cachoeira, leia também o post Pousada Mirante do Rio.

Pousada Mirante do Rio – CACHOEIRA.BAHIA

2 abr

Um lugar pra realmente esquecer de tudo, isolar-se do mundo e dormir com o cri-cri dos grilos. Isso resume a Pousada Mirante do Rio.

Chalé da Pousada Mirante do Rio - Foto do Eduardo Morais, disponível na Fan Page da Pousada.

A estalagem, escondida e ainda pouco conhecida, fica no município de Cachoeira, às margens do Rio Paraguaçu, a 2 km do Centro Histórico da cidade.

Cachoeira e Rio Paraguaçu – Bahia – Foto de Eduardo Morais.

Cachoeira/BA, por sua vez,  fica na BR-101, a 35 km de Feira de Santana, sentido sul, e a pouco mais de 100 km de Salvador.

Voltando à Pousada, pra curtir sua estada,  indispensável saber que:

Primeiro: as instalações são muito, muito, muito simples.

Segundo: pousada mesmo, tal qual conhecemos, não é bem o que te espera. Não conte com uma recepção 24h ou com funcionários treinados aguardando por v0cê. Nada de serviço de quarto, telefone, interfone, ar-condicionado ou internet wi-fi.

Toda receptividade se resume ao Tóta, o único funcionário que, na verdade, é meio que o caseiro do lugar. Mas, se você acabou de ler isso e entortou o bico, saiba que, com o passar dos dias, vai perceber que ele é melhor que muito recepcionista poliglota que se acha por aí.

Tóta… Sorriso largo, cuscuz quentinho e simpatia todas as manhãs.

A pousada se resume em um pequeno pedaço de terra com três chalés…

E um sobradinho onde o Tóta fica, tipo a sede da “fazenda”:

Os quartos são simplórios, apenas com o básico:

Para refrescar, só ventilador de teto… Ops… de telhado:

Mas o chuveiro quente funciona e uma pequena cozinha, com pia e frigobar, também facilitam sua vida.

Televisão tem. Sintonizar que é o grande desafio (nós não conseguimos). As tomadas, 110v, todas no novo padrão:

A entrada da Pousada não tem muito protocolo nem sinalização. Apenas uma placa discreta e, logo depois, uma cancela de arames que você mesmo abre e fecha ou não fecha, fica a seu critério.

Com essa descrição, nosso objetivo é apenas um: não permitir que você chegue no lugar certo com as expectativas erradas.

Vista de Cachoeira e do Rio Paraguaçu – Pousada Mirante do Rio – Cachoeira.

Sim! Porque o lugar  e a vista fazem tudo valer a pena e não seria justo penalizá-lo pelo fato de não oferecer lençóis de algodão tipo exportação ou sabonetinho de erva-doce no banheiro.

A proposta, na verdade, é aquela mesma da música… Tipo… ♫♪.•*Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê *♫♪. Então. Esqueça os padrões, mergulhe na paisagem e curta sua casinha de sapê!

Entendendo isso, vai perceber que a Pousada Mirante do Rio é um refúgio e não um empreendimento hoteleiro.

Um lugar para não fazer nada e passar o tempo  observando o jantar das lagartixas, cuidando de engolir todo e qualquer bichinho voador que caiba em suas boquinhas gulosas.

E, no dia seguinte, acordar ao som dos passarinhos…

No horário definido por nós, o Tóta vem, aos pouquinhos, montando a mesa de café da manhã. Ali mesmo, na varanda do chalé, com direito a cuscuz, ovos mexidos, suco de mangas fresquinhas e à brisa do Rio Paraguaçu.

Aí, vem a grande questão: quem precisa de cama king size quando se tem um café da manhã assim?

O maior luxo, às vezes, é se permitir viver de forma simples. Por essas e outras, levando em consideração nosso estilo de vida sem qualquer apego a estilo, a Pousada Mirante do Rio está no “Top Topo” das melhores pousadas das nossas vidas.

Não bastasse isso, não é apenas uma questão de buscar o lugar ideal, mas, mais que isto, buscar um lugar com o preço ideal.  A diária de R$ 100,00 caiu como uma luva no nosso orçamento sem açúcar, sem gordura e descafeinado. E isso porque era Semana Santa e fiz a reserva horas antes de viajar. Em dias normais, inclusive finais de semana, a diária cai para R$ 80,00 (preços praticados em março de 2013). Um achado!

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

– Contato: para fazer a reserva, liguei para os telefones da pousada indicados no site. O Eduardo, dono do lugar, prontamente me atendeu e agilizou a reserva. O caso é que, quando chegamos lá, o Eduardo não estava e o Tóta, que nos recebeu, não sabia da nossa chegada. Ideal mesmo, ao acertar com o Eduardo, é pedir o telefone do Tóta e também confirmar com ele (pelo menos é o que faremos na próxima vez).

Acesse o site aqui e o Facebook do Eduardo aqui. E ainda tem a fan page da Pousada, aqui também.

Localização: a Pousada fica em Cachoeira, mas a cerca de 2 km do centro histórico da cidade. Até pensei em fazer um fotoguia de como chegar, mas são tantos vira aqui e ali que, o melhor mesmo, é ir perguntando. Para tanto, pra não chegar sem nenhuma referência, dá para ter uma noção da localização pelo mapa abaixo, disponível no site da pousada:

Em razão da localização, o ideal mesmo é chegar durante o dia. Para quem não conhece, o lugar é difícil de achar, fácil  de se perder e escuro de doer à noite.

–  Segurança: Como policiais, acabamos, inevitavelmente, sendo meio paranóicos com segurança. Chegamos lá à noite. Tudo muito escuro, no meio do nada e nenhum item de segurança, tipo muro, portão, cerca elétrica ou coisas do gênero. Acabamos ficando surtados com qualquer barulho que viesse do mato. Depois, quando fomos percebendo que os vizinhos dormiam com as portas abertas e ninguém na região usava grades,  correntes ou cadeados, percebemos que nossa paranóia destoava da tranquilidade do lugar.

O que levar: Para não ser pego de surpresa, leve seus itens de higiene pessoal (sabonete, shampoo, pasta de dentes, cotonete, etc). Caso esqueça alguma coisa, se pedir ao Tóta, ele sai correndo pra comprar, mas se quiser se virar por sua conta, pode ir à Mercearia Caquende, que costuma abrir até nos feriados (até as 12h nesses casos – não abre aos domingos).

Repelente também pode ser necessário, embora, no período em que estivemos lá, os mosquitos não deram as caras (talvez pelo competente trabalho realizado pelas lagartixas kkkk)

– Pela distância do centro de Cachoeira, estar de carro (ou moto) é totalmente necessário. Pelas ladeiras, que se estendem como paredões no caminho da Pousada, acho que até bicicleta é complicado. Mas, caso goste de andar, fique ciente que são 2 km até o centro histórico.

POSTS RIO

2 abr

ÚTIL:

Mapa do Metrô

Transportes

Hospedagem – Magic Palace Hotel

BASICÃO TURÍSTICO:

Corcovado – Cristo Redentor

Pão de Açúcar

Jardim Botânico

Ilha de Paquetá

Lapa

CENTRO/GLÓRIA:

Um passeio pelo Centro I – Largo da Carioca

Um passeio pelo Centro II – Praça XV

Espaço Cultural da Marinha

Feira da Glória

Magic Palace Hotel – Glória

ONDE COMER:

Aprazível – Santa Teresa

Antigamente – Rua do Ouvidor

Confeitaria Colombo

Cevada B0teco – Copacabana

Da Gema Boteco – Tijuca/Andaraí

Pizzaria Guanabara – Lapa

EVENTOS:

SHOW DO PAUL – Antes e Depois.

OBSERVAÇÃO: As informaçães constantes nos posts, inclusive valores e horários,  referem-se ao período de junho de 2011.

Orlinha do Bairro Industrial – ARACAJU

25 mar

Aracaju é uma simpática e jovial senhora de cento e tantos anos. Já falei do Bairro onde a bonita nasceu aqui, mas ficou faltando falar de outra freguesia, tão antiga e histórica quanto, onde começou a despontar o potencial manufatureiro da recém-nascida capital.

O Bairro nasceu Maçaranduba, virou Chica Chaves, tentou ser Siqueira de Menezes, foi apelidado de Tecido, mas, no final das contas – por conta das indústrias de tecido que ali se instalaram e por abrigar uma crescente comunidade proletária –  ficou, definitivamente, estabelecido como Bairro Industrial. Um olhar atento e você consegue encontrar pistas das fábricas que povoavam o bairro, detalhes que  resistiram ao tempo e à fúria autofágica do desenvolvimento.

O Bairro Industrial é pura História, mas, pelo andar da carruagem, não teria final feliz, já que estava entregue ao esquecimento, degradando seu valor, até a iniciativa providencial de instaurar ali uma nova orla para a cidade e restaurar a dignidade daquela região.

Assim nasceu, há alguns anos, a Orlinha do Bairro Industrial, revitalizando a área e trazendo um novo ponto de visitação, embalado pela vista (a melhor vista, por sinal) da então recém-inaugurada Ponte Aracaju-Barra.

Hoje, vale a pena esticar o passeio até lá. Passar o tempo curtindo o balanço do rio e o visual nostálgico, presente aqui e ali, em algumas casinhas que datam do início do século XX.

Para as crianças, parquinho animado, principalmente após as 16h nos finais de semana, quando várias famílias e turminhas de amigos se espalham pela margem do rio, curtindo as passarelas, ciclovias e quiosques da orlinha.

No final da tarde, aos finais de semana, barracas de lanches, mesinhas e mais gente reunida, praticamente uma praça de alimentação \o/

Nesse quesito –  alimentação –  vá tranquilo, pois boa comida também faz parte do cardápio do Bairro.

Restaurante Sapatão – Orlinha do Bairro Industrial

O Sapatão, que já tratamos exaustivamente aqui, logo no início da Orlinha. O Canoas, mais adiante. E o Gordo Light, depois da Orla, no trecho que segue margeando o rio, mas ainda sem reforma (sim, há esperança e boatos que a Orlinha, toda arrumadinha, se estenderá  até lá).

Gordo Light – Bairro Industrial – Aracaju

E, assim como a Colina, a Orlinha também oferece um sorvete imperdível, assinado pela grife sorveteira mais famosa de Aracaju, o pomposo Sorvete do Castelo Branco.

A Sorveteria Brilho do Sol fica bem no início da Orlinha, quase em frente ao primeiro redutor de velocidade (por aqui, o popular quebra-molas), sentido Centro-Bairro Industrial.

Vários sabores e horário de funcionamento mais elástico. Gosto dessa variedade.

E se você ainda quiser um passeio ainda mais fora do protocolo, vale até piquenique sob a sombra das árvores. Eu adotei a prática de sair de casa de cesta e cuia para tomar café da manhã por lá (coisas da Anna Rosa, como diria meu pai)

No mais, logo depois do parquinho, está o Centro de Artesanato Chica Chaves que, apesar da boa intenção, já foi objeto de várias reclamações por parte dos artesãos locais. Pouco visitado e sem muita projeção na maioria dos roteiros turísticos, nem sei ao certo se continua funcionando, mas para prestigiar, não custa ir até lá conferir.

 

INFORMAÇÕES ÚTEIS

1. Você vai ouvir dizer que o Bairro Industrial é perigoso. Certo. Como tantos outros bairros, tem histórico de assaltos, o que, por sua vez, não o torna violento. Para curtir seu passeio, estão valendo as regras básicas de segurança aplicadas em qualquer lugar do mundo:

– Evite horários críticos, tipo, depois das 22:00h. Procure horários mais movimentados. Eu costumo ir  no início da manhã ou finalzinho da tarde.

– Não dê mole com seus aparatos eletrônicos (câmeras e celulares), bolsas e mochilas. Basta ter a atenção e cautela de sempre, como se faz em Paris, Buenos Aires ou São Paulo.

2. O píer é muito legal e, certamente, você vai querer seguir  por ele para esgotar os ângulos da ponte e de Aracaju.

Mas aqui, um AVISO: CUIDADO com as tábuas faltando pelo caminho. A falta de atenção pode terminar  num acidente bem desagradável.

???????????????????????????????

3. Para saber COMO CHEGAR à Orlinha, pode pescar  no nosso post sobre o Teleférico.

4. E por falar em teleférico, com esse post fechamos as quatros principais atrações da Zona Norte de Aracaju, que podem ser feitas casadinhas, otimizando  seu roteiro. A listinha, preferencialmente (considerando as respectivas localizações), pode ser executada nessa ordem:

Praça dos Mercados

– Orlinha do Bairro Industrial

Parque da Cidade e Teleférico

Colina do Santo Antônio.

5. Mais sobre a História do Bairro Industrial aqui (deixa de preguiça e clica. Vale a pena! rs).

6. Aracaju tin-tin por tin-tin em Aracaju- post a post.

158 chances de ser linda assim… Parabéns da vez, Aracaju!

17 mar

Ainda dá tempo pra desejar mais tantos anos de linda pra essa “Pequena” de ruas, calçadas e avenidas cada vez mais cheias de vida, de surpresas e belezas, que enchem de orgulho os nossos  dias e “bom dias” amanhecendo numa cidade perfeitinha assim!

 

 

De novo… E de novo… Parabéns de coração, meu Cajueirinho dos Papagaios! ♥ ♥ ♥

(Sim! Aracaju significa “cajueiro dos papagaios”)

– Imagem – Base Propaganda

– Vídeo – Brasil Filmes

– Mais sobre Aracaju em Aracaju – post a post .

Mãe! Eu tô na Globo! :)

10 mar

Que a gente se vê por aqui, tudo certo. Mas que um dia a gente se veria por lá… Na Hollywood carioca, mais conhecida como PROJAC… Por essa nós realmente não esperávamos 🙂

E não adianta bancar o superior. É um sonho sim estar no Projac, andar naqueles carrinhos, passear pelos estúdios… Enfim… Fiquei sim, igual menino pequeno (até porque, pequeno é um tamanho que me assiste), com os olhinhos brilhando desde o momento que recebi a passagem até desembarcar de volta em Aracaju, após um dia de blogueira pelas instalações da CGCOM.

PROJAC - 06.03.2013

Recapitulando, semana passada, ao abrir meu e-mail, me deparo com um convite da Rebecca, do Departamento de Mídias Sociais da CGCOM, para ir até o Projac conversar com o pessoal da nova novela das 6, que estreia amanhã, 11 de março, Flor do Caribe. Assim mesmo, bem natural, como se eu fizesse isso toda semana.

Após me recuperar do susto, retomo o fluxo respiratório e respondo, sem nenhum suspense: SIIIIIM. Alguns dias depois, olha o Miss Check-in  de carrinho e tudo pelo Projac.

O encontro, uma delícia. O pessoal da Globo, super  simpático, nos recebeu  com um brunch gracinha com comidinhas saborosas da Guatemala, uma das locações de Flor do Caribe.

???????????????????????????????

E presentinhos com o tema da novela.

 E aí, entram os meninos pilotos da Base da Aeronáutica de Natal, em breve nas telas da sua TV.

Thiago Martins (Rodrigo) – Max Fercondini (Ciro) – Dudu Azevedo (Amadeu)

Batemos um papo descontraído e animado. Eles e mais nove blogueiros de viagem, além de outros blogueiros, muito bacanas, de moda e novelas. Uma tarde leve para fazer amigos e trocar ideias com gente super alto astral.

Assistimos ao vídeo de apresentação de Flor do Caribe.

E depois, ainda tivemos uma palhinha com o Renato Rocha, nada menos que um dos fotógrafos oficiais da Rede Globo, que clica as estrelas  da telinha em suas andanças mundo afora durante as gravações das novelas. Deu pena dele com um emprego tão enfadonho kkkkk

Uma pessoa super acessível e disposta a dividir seu conhecimento com qualquer interessado. Prova disso é o seu site, I LOVE MY JOB (por que será? kkk), onde dá dicas valiosas de fotografia. Ao lado dele, à direita na foto acima, o Carlos, responsável pelas Mídias Sociais da CGCOM, outra simpatia.

Daí seguimos pelo Projac, onde tivemos a chance de conhecer os estúdios de Flor do Caribe e ver de perto os cenários globais, pensados e calculados nos mínimos detalhes (sem fotos).

E a partir daí, seguimos carrinho adentro, em um tour pelas tão esperadas cidades cenográficas, começando, claro, pela Vila dos Ventos, de Flor do Caribe.

Vila dos Ventos – Flor do Caribe

Vila dos Ventos – Cenário de Flor do Caribe

Na sequência, fomos do bar do Cassiano direto para a caverna do Zyah, na Capadócia de Salve Jorge.

Turquia

Cenario Capadocia

Para finalizar com um toque nostálgico, uma última parada na Rua do Ouvidor dos primórdios do século XX, cenário de Lado a Lado.

E assim foi meu dia de princesa pelo Mundo Encantado da Rede Globo kkkkkkk

Brincadeiras à parte, adorei a oportunidade de estar em contato com esse cotidiano da televisão e de suas histórias que entram na minha casa todos os dias e, de alguma forma, sempre estão influenciando nosso dia a dia.

Aqui no  Miss Check-in, por exemplo, os posts sobre o Caribe passaram a bombar depois que a nova novela das 6 passou a ser anunciada. Apesar das locações de Flor do Caribe não terem nada a ver com os locais que visitamos nas Caraíbas, ainda assim a curiosidade do público se reflete no nosso trabalho.

Guatemala

Guatemala – Imagens do Instagram do diretor Jayme Monjardim.

Assim, fica nosso agradecimento a Rebecca e a Carolina, que nos proporcionaram esse encontro tão especial. Ao Carlos, a Renata e ao Renato que, junto com a Rebecca e a Carolina, nos receberam da melhor forma possível, com toda atenção e paciência. E ao Teixeira, que me recebeu no Galeão com tanta simpatia que fez toda minha ansiedade vazar esteira de bagagem abaixo. Gente feliz e sorridente, no melhor estilo carioca de ser.

Flor do Caribe estreia amanhã, 11/03/2013, na televisão mais próxima de você. Vamos combinar que esses meninos de farda ficaram um arraso, quase tão lindos quanto o Hélio 😉

Para fechar nosso relato, seguem os blogs que também participaram do encontro:

Anna Bárbara, do Nós no Mundo

Clarissa, do Dondeando Por aí

Diego, do Meus Roteiros de Viagem

Guta, do Vambora!

Maria do Carmo, do Fast Pass Viagens

Priscilla, do Mamatraca

Rafael, do 360 meridianos

Thiago, do Rodei

Marilda, do Vestido Urbano

Lathife, da Visão.Arte

Ana Carolina ; Thiago Araújo e Pedrina Cascon.

– Mais sobre a novela Flor do Caribe aqui.

Mais sobre o Rio aqui.

Dicas de Aracaju – post a post

9 mar

ONDE FICAR – Opções de Hospedagem

Ateliê 22 – Cama&Café (na praia de Aruana)

Aruanã Eco Praia Hotel (na praia de Aruana)

Hotel Fazenda Boa Luz (em Laranjeiras – 15 km de Aracaju) – COM PROBLEMAS – confira a matéria completa aqui.

Prodigy Beach Resort (antigo DIORO e STARFISH  – na Ilha de Santa Luzia, Barra dos Coqueiros)

O QUE FAZER/ O QUE CONHECER

Programas com crianças

Caju Bike – Passeio de bicicleta

Colina do Santo Antonio

Praça dos Mercados

– Teleférico do Parque da Cidade

– Orlinha do Bairro Industrial.

Guloseimas do Mercado

Cordel no Mercado

Museu da Gente Sergipana

Um passeio pelo Centro

Oficina de Ladrilhos

Reciclaria – Oficina de Móveis

Boa Luz Zoo Parque – COM PROBLEMAS – confira a reportagem completa aqui.

Pré-Caju

– Carnaval – o que abre e o que fecha

ONDE COMER

– Entendendo o cardápio

Restaurante Caçarola ( Comida Regional – no Mercado)

Bistrô Twin ( Cozinha refinada com vista para o pôr do sol no Rio Vaza Barris)

Ateliê 22 (Cozinha refinada em um restaurante-ateliê, na Aruana)

D’adiv (Comida natural em frente ao Aeroporto)

Porto Madero (Cozinha variada na Passarela do Caranguejo)

Pastel da Jane (Pastel e comidinhas regionais no Orla dos Lagos)

Pantanal (Tempero caseiro, peixes e frutos do mar, em Matapuã, Aracaju)

KADÔ (Cozinha Oriental, na Av. Beira Mar, próximo ao Parque dos Cajueiros)

João do Alho ( Comida Regional – na Av. Beira Mar – que beira o rio)

Confraria do Cajueiro (Comida Regional sob a sombra de um Cajueiro – no Inácio Barbosa)

New Hakata (Cozinha Internacional e Sushi Bar – Salão com vista para o Rio Sergipe – na Av. Beira Mar)

Sapatão (Comida Regional e frutos do mar – às margens do Rio Sergipe, na Orlinha do Bairro Industrial)

Café da Gente  (Cozinha Regional – no Museu da Gente Sergipana

Central do Lanche (PF de primeira no coração do centro de cidade)

Petit Bistrô (Pratos refinados em um cantinho calmo e reservado na Passarela do Caranguejo)

FORA DE ARACAJU – passeios pelo interior do Estado

Delta do Rio São Francisco (Brejo Grande – aprox. 130 km da capital)

Cânion do Rio São Francisco (Canindé de São Francisco – aprox. 200 km da capital)

Parque dos Falcões (Serra de Itabaiana – aprox. 45 km da capital)

Serra do Machado (Ribeirópolis – aprox. 80 km da capital)

Doce Caseiro da BR-235 (Areia Branca – aprox. 35 km da capital)

Banho na Ribeira (Areia Branca)

PELA ESTRADA (E PARA NÃO SE PERDER)

Fotoguia da BR-235 (Caminho para a Boa Luz, Areia Branca, Itabaiana, Serra do Machado e Canindé)

Como chegar à Foz do São Francisco (Caminho para Brejo Grande, Japaratuba, Neópolis)

Ponte Gilberto Amado – o atalho da Linha Verde entre Bahia e Sergipe

BAHIA-SERGIPE-ALAGOAS: de carro pelos três Estados.

 

SÃO JOÃO EM ARACAJU – a capital mais arraial do Nordeste

Forró Caju

Programação Forró Caju 2014

Marinete do Forró – Barco do Forró – Arraiá do Povo

The Mill Resort & Suites – ARUBA

27 fev

Quando você começa a pesquisar sobre hotéis em Aruba, encontra muita gente dizendo “em Palm Beach, todos os hotéis são pé na areia, exceto o Mill Resort”.

Certo. Não é pé na areia mesmo, mas olha, isso não é motivo pra tirar o Mill Resort dos seus planos, a não ser que praia seja o centro gravitacional da sua viagem e você faça questão de vista para o mar.

Mapa - Palm Beach - The Mill Resort - ARUBA

Para nós, ele foi uma excelente escolha. Bem localizado, ótimas instalações, quarto perfeito e o pé não fica na areia, fato, mas em uma esticadinha curta, apenas atravessando o hotel vizinho –  Westin –  e pronto, lá está a tão esperada areia de Palm Beach.

Westin Resort & Casino - ARUBA

Westin Hotel – em frente ao The Mill Resort – PALM BEACH – ARUBA

A RESERVA

A escolha pelo Mill Resort  se deu em razão do preço e da disponibilidade. Desconfiei. E imaginei logo que, mais em conta e disponível… em Palm Beach, devia ser UÓ. Mas pesquisando encontrei muitos comentários positivos e,  no site do Hotel, gostei do que vi (o que ainda não queria dizer muita coisa).

Site - The Mill Resort

– Por seis diárias s/ café da manhã em agosto de 2012, pagamos R$ 1.400,00. Fechamos a reserva pelo Decolar.

 Importante:O que não esperávamos era a exigência de um bloqueio de US$ 100 no ato do check-in no nosso já arruinado cartão de crédito (após uma semana em Curaçao). Foi um susto que quase me fez cair como um ovo estalado na recepção do hotel. Então, esteja preparado.

Mais importante ainda: O bloqueio funciona apenas como caução e tudo que você gastar no hotel durante a hospedagem será cobrado à parte. Eles não mexem no valor bloqueado. Estornam integralmente e cobram os valores gastos separadamente. A relevância disso é que, caso você esteja confiante que vai gastar por conta do que já foi descontado, esqueça. O estorno não entra automaticamente, demora algum tempo e, para  pagar todos os gastos que teve no hotel na hora do check-out, se sua pretensão é pagar via cartão, vai precisar, novamente, ter limite disponível, sem contar aqueles US$ 100, que só voltarão ao seu limite algum tempo depois.

O QUARTO

Pra ser bem sincera, o quarto do Mill Resort foi um dos melhores onde já me hospedei.

Quarto Duplo - The Mill Resort - ARUBA

Espaçoso, bem arrumado e funcional.

Quarto e Varanda - The Mill Resort - ARUBA

Tínhamos uma banheira conjugada com o quarto, estilo loft,  e uma pia enorme para espalhar meus apetrechos.

Banheira - Quarto Duplo - The Mill Resort - ARUBA

Além disso, claro, banheiro reservado, com box e ducha quente.

The Mill Resort - ARUBA

Varanda agradável, sobretudo para aqueles que, como eu, viajam com um fumante. Mas, veja, é terminantemente proibido fumar no interior quarto, sob pena de multa. O Hélio só fumava na varanda e com a porta fechada.

Varanda - The Mill Resort - ARUBA

Cafeteira, ferro, tábua de passar e frigobar. Como disse, funcional.

Agora vem O defeito: internet só pagando, comprando on-line o pacote que eles oferecem.

Tomadas no estilo americano –  110v (de novo, sempre bato na tecla, leve seu adaptador de tomadas).

Tomada - The Mill Resort - ARUBA

Os quartos variam e alguns deles, no lugar da banheira estilo loft, têm cozinha completa. Talvez, no ato do check-in, você possa manifestar sua preferência,  já que na reserva on-line, pelo Decolar no nosso caso, não houve nenhuma definição nesse sentido.

CAFÉ DA MANHÃ

Nossa diária não incluía café da manhã. Mas, pagando  US$ 16,00 por pessoa,  era possível participar do buffet matinal.

Café da manhã - The Mill Resort - ARUBA

Algumas coisinhas interessantes, como omelete  feito na hora.

Omelete - Café da Manhã - The Mill Resort - ARUBA

Mas nada que nos estimulasse a gastar US$ 32,00 a cada manhã. Fizemos comprinhas no supermercado e preparávamos nosso café no quarto mesmo, aproveitando bastante nossa cafeteira.

Comidinhas de Supermercado - ARUBA

O HOTEL

Como disse, as instalações são ótimas. O hotel é muito agradável.

Uma lojinha na recepção, tipo mercadinho, vende  itens bem variados, de frios a souvenires. Os donos são argentinos e muito simpáticos. Os preços não são tão legais, mas quebra um galho na hora da fome. Alguns produtos, como protetor solar, estavam em promoção, com preços bem interessantes.

Nessa lojinha, também é possível comprar o cartão telefônico para chamadas internacionais e, bem ao lado da loja, há um telefone que recebe este tipo de crédito.

O caso é que US$ 10,00 duravam pouco mais de cinco minutos de conversa.

E a piscina… Ah! A piscina, D-E-L-I-C-I-O-S-A. Fica no centro do hotel circundada pelos apartamentos.

Além disso, você se refresca sendo observado pela fauna local. Perfeito!

Eles só pedem que não alimente os animais. Uma pena. Minha vontade era levar todo mundo para o quarto e fazer uma farra kkkkk

A PRAIA

Palm Beach, na verdade, é uma praia sitiada pela tirania das cadeiras. A praia é loteada entre os hotéis, que distribuem suas cadeiras pela areia e, apesar de dispostas sem nenhum isolamento, só podem ser utilizadas pelos hóspedes (mas, não se assuste, apesar da cadeirada particular dos hotéis, a praia é pública).

Nessa política, o Mill Resort também tem sua faixa. Como disse inicialmente, basta cortar o hotel vizinho, o Westin. Depois da faixa de cadeiras deste hotel, bem lá no cantinho,  na pontinha de Palm Beach, está a praia do The Mill Resort.

Prainha do The Mill Resort – Palm Beach – ARUBA.

Início da faixa de cadeiras do Westin – Palm Beach – ARUBA.

Uma casinha com um funcionário atende os hóspedes, esticando e arrumando as cadeiras (elegante deixar uma gorjeta, viu?).

Casinha de apoio do The Mill Resort na praia – Palm Beach – ARUBA

Para tanto, os hóspedes do The Mill Resort são identificados por uma pulseira que é colocada no check-in e será sua companheira durante toda a estada. A pulseira também permite que você transite pelo Westin para chegar à praia.

Com toda essa dança de cadeiras e com uma praia bem movimentada, além do vento irritante que enchia os olhos e meu precioso sorvete de areia, por essas e outras, Palm Beach definitivamente não era nossa praia. Só fomos uma vez e depois nos soltamos pela ilha, em busca da praia perfeita. E não é que achamos (várias, Eagle Beach é apenas uma delas).

Fim de tarde em Eagle Beach – ARUBA.

FACILIDADES

Como disse, o hotel está muito bem localizado. Para deslocamento, tem um ponto de ônibus – ARUBUS –  bem próximo e de fácil acesso (bem ao lado do Westin, sentido Eagle Beach).

E farto estacionamento para hóspedes.

Além disso, apesar de não curtirmos a praia em si, não há como negar que a região de Palm Beach é muito legal. Em uma curta caminhada, a partir do Mill Resort, chega-se ao miolinho de lojas e restaurantes onde tudo acontece, super animado à noite. Por todos os pontos positivos, certamente, em uma próxima viagem a Aruba vamos repetir a dose no The Mill Resort.

???????????????????????????????

Todas as informações deste post referem-se a agosto de 2012.

Mais sobre Aruba

Aruba – Bonaire – Curaçao – Dicas úteis.

Iguana Joe – Caribbean Bar.

Quiznos – Aruba.

Carnaval 2013 em Aracaju: o que abre e o que fecha para alegria do Turista.

9 fev

Desembarcou em Aracaju para o Carnaval? Confira os horários de funcionamento de pontos de interesse na capital para não correr o risco de frustrar seus planos turísticos.

Observação: todas as informações constantes neste post foram extraídas do site http://www.infonet.com.br . Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Shoppings

JARDINS e RIOMAR – Dias 9 e 10 de fevereiro, sábado e domingo, os dois centros de compras irão operar normalmente. Na segunda e terça-feira de Carnaval, dias 11 e 12, todas as lojas vão estar fechadas e apenas a praça de alimentação, restaurantes e as operações de entretenimento (parque e cinemas) irão funcionar a partir do meio-dia. Na quarta-feira de Cinzas, 13, os dois shoppings abrem normalmente a partir das 12h.

SHOPPING PRÊMIO – localizado em Socorro, abrirá normalmente nos dias 09, 10 e 11. Na terça, funcionarão apenas a praça de alimentação e entretenimento, das 12h as 22h. E na quarta-feira de cinzas abrirá normalmente a partir do meio-dia.

Cinema

Rede Cinemark tem preços especiais no carnaval
Durante os dias de Carnaval, a Rede Cinemark leva a promoção Samba no Pé, Ingresso na Mão para Aracaju. De 9 a 12 de fevereiro (sábado, domingo, segunda e terça-feira), todas as sessões iniciadas até 17h terão ingressos a R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia) nos complexos dos shoppings Jardins e Riomar. Os filmes com tecnologia 3D não participam da promoção. A programação completa pode ser encontrada no site http://www.cinemark.com.br.

Supermercados

G BARBOSA –  sábado e domingo, normal. Na segunda-feira, 11, as lojas Hiper abrirão das 7h às 21h, enquanto os supermercados estarão abertos até as 19h. Já na terça, 12, todas as lojas abrirão às 7h, os hipermercados fecharão as portas às 19h, enquanto as lojas super encerrarão suas atividades às 18h.

EXTRA –  funcionará em horário normal, das 7h às 00h, durante todo o período de Carnaval.

BOMPREÇO –  funcionará normalmente neste Carnaval. Apenas  na terça-feira (12), as lojas antecipam seu fechamento para as 20h.

Rede TODO DIA – irá funcionar das 7h às 19h durante a folia, antecipando seu fechamento para as 13h apenas no domingo (10) e na terça-feira (12).

Comércio

O Comércio estará aberto até o sábado, 9. Na segunda, 11, é facultativo para quem quiser abrir e na terça-feira, 12, o comércio estará fechado. Na quarta-feira de cinzas o comércio reabre a partir do meio-dia.

Museus

Palácio-Museu Olímpio Campos

Endereço: praça Fausto Cardoso, s/n, Centro de Aracaju
Funcionamento durante o carnaval: sábado e domingo, das 09h às 13h; não funciona na segunda e terça-feira, retornando aos trabalhos na quarta-feira de Cinzas, das 13h às 17h.

Museu Histórico de Sergipe

Endereço: praça São Francisco, s/n, centro histórico de São Cristóvão
Funcionamento durante o carnaval: sábado e domingo, das 10h às 16h; não funciona na segunda e terça-feira, retornando aos trabalhos na quarta-feira de Cinzas, do meio-dia às 16h.

Museu Afro de Sergipe

Endereço: rua José do Prado Franco, 70, Centro de Laranjeiras
Funcionamento durante o carnaval: sábado e domingo, das 10h às 16h; não funciona na segunda e terça-feira, retornando aos trabalhos na quarta-feira de Cinzas, do meio-dia às 16h.

Museu da Gente

O Museu da Gente Sergipana funcionará normalmente no sábado e no domingo de carnaval, no horário das 10h às 16h. Na segunda e na terça-feira, o Museu não funcionará. Reabrirá na quarta-feira, dia 13, das 12h às 17h.

Bancos

Reabrirão apenas na quarta-feira de cinzas, 13, a partir das 12h.

Correios

As Agências dos Correios funcionarão até o sábado, dia 09, até o meio-dia. Na segunda-feira, dia 11, e terça-feira, 12, estarão fechadas. Elas voltam a funcionar a partir do meio dia da quarta-feira, 13.

Mercados e feiras livres

Apenas na terça-feira, 12, os mercados municipais (centrais e setoriais) não vão funcionar. Na quarta-feira de Cinzas, dia 13, os mercados abrem normalmente, assim como as feiras livres.

 

Mais uma vez, aproveitando a oportunidade, vale reforçar que, ano após ano, a gafe continua. Vamos deixar claro que museus fechados em pleno período turístico é o fim da picada 😦